Após sair para comprar biquíni que usaria em concurso, Miss desaparece e está sendo procurada pela família e pelas autoridades

O desaparecimento de uma estudante de 17 anos, que saiu de sua casa na manhã dessa quinta-feira (2), para comprar um biquíni em uma loja da cidade, está intrigando a Polícia Civil de São Paulo que investiga o caso.

Até o fechamento dessa matéria, a jovem Yasmin Pesinato Benedetti continuava desaparecida e não retornou para o apartamento onde mora com a família, na Barra Funda, na Zona Oeste. A polícia está analisando imagens de câmeras de monitoramento que mostram a jovem saindo do local.

A jovem não fez mais contato com a família e nem atendeu os telefonemas feitos em seu celular desde que iria de ônibus comprar roupa de banho na Lapa. Yasmin participaria de um novo concurso de beleza e em razão disso teria ido comprar biquíni. Neste sábado (4) e domingo (5), a jovem concorreria ao Miss Teen Global Beauty São Paulo. O concurso mobiliza garotas de 14 a 18 anos de idade, e é uma etapa estadual de beleza.

Os parentes de Yasmin divulgaram o seu desaparecimento nas redes sociais, em razão da falta de contato com a jovem. O sumiço da Miss também foi relatado à polícia. O registro do caso foi feito como “desaparecimento de pessoa” no 23º Distrito Policial (DP), em Perdizes, na Zona Oeste, local onde Yasmin reside com os pais. De acordo com a Secretaria da Segurança Pública (SSP), a investigação ficará a cargo da 7º DP, Lapa, e contará com o apoio de equipe especializada da delegacia de desaparecidos do Departamento Estadual de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).

A Polícia Civil tomará depoimentos de familiares e amigos de Yasmin. Estão sendo analisadas imagens de câmeras de monitoramento para saber os locais por onde Yasmin passou. Informações sobre o paradeiro de Yasmin podem ser direcionadas para o número 181 do Disque-Denúncia. Não é preciso se identificar. A denúncia será encaminhada para a investigação policial.

Da redação do Acontece na Bahia

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“Eu sou um filho horrível”: Menino morto pela mãe era obrigado a escrever frases ofensivas contra si em caderno

Uma notícia tem repercutido nas redes sociais nesta quinta-feira (5). A Polícia Civil do Rio Grande do Sul, realizou nessa terça-feira (3), buscas na casa de Yasmin Rodrigues, 26 anos, e encontrou um caderno com frases ofensivas. Yasmin está presa após confessar ter matado o próprio filho Miguel dos Santos Rodrigues, de 7 anos, em Imbé (RS). A investigação apontou que as frases eram escritas por Miguel. As informações descritas são do G1.

“não mereço a mamãe que eu tenho”, “eu sou ladrão, “eu sou ruim” e “eu sou um filho horrível”, “Eu sou um idiota”, são frases escritas por Miguel no caderno. A Polícia Civil também encontrou a corrente que seria utilizada para manter o menino preso. Os peritos criminais estiveram em dois apartamentos onde Yasmin morou com Miguel, e coletaram material genético, segundo informações do delegado Antonio Carlos Ractz, responsável pela investigação.

Yasmin foi presa no último dia 30 após confessar ter matado o filho Miguel. A mulher disse que administrou medicamentos para o filho na noite do último dia 28 e mesmo sem saber se ele estava morto jogou o corpo em um rio. As equipes do Corpo de Bombeiros ainda trabalham nas buscas para encontrar o corpo da criança.

A companheira de Yasmin, Bruna Nathieli Porto da Rosa, também foi presa no domingo (1º). A polícia encontrou mensagens no celular das investigadas sobre a compra de uma corrente para prender Miguel. O advogado de Yasmin ainda não se manifestou e a defesa de Bruna, Tristão Silvano, afirmou que está analisando o inquérito e pretende conversar com a investigada antes de se posicionar.

Da redação do Acontece na Bahia

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