Ex-funcionário da TV Bahia, Jorge da Cruz não resiste e perde a luta para a Covid-19 aos 49 anos

Uma notícia tem sido destaque nas redes sociais nesta quinta-feira (24). O operador de áudio Jorge da Cruz, 49 anos, faleceu nesta quinta-feira (24) em decorrência de complicações da Covid 19. O profissional trabalhou durante mais de 20 anos na TV Bahia estando afastado da emissora há 2 anos. Jorge da Cruz ficou internado 77 dias e não conseguiu vencer às complicações advindas do coronavírus por ser diabético e ter sofrido várias complicações e infecções generalizadas.

De acordo com o irmão de Jorge, Orlando da Cruz, foi muito complicado acompanhar o sofrimento do irmão em todo o período em que estave internado.”É uma tortura. A gente não vivia mais. Ficavámos esperando os relatórios médicos. Quando atrasava um pouquinho, a gente já ficava preocupado. Eu não estava reconhecendo meu irmão. Ontem eu fui até o hospital para vê-lo, mas ele nem esboçava reação”, desabafa Orlando. Jorge da Cruz não chegou a tomar nem a primeira dose do imunizante contra a covid-19. “Ele era um cara 100%. Muito pra cima, alegre. Que não tinha tempo ruim. Todo mundo gostava dele, tinha vários amigos”, conta o irmão.

Rose de Brito, maquiadora, trabalhou com Jorge da Cruz há cerca de 20 anos e lamenta a morte do amigo que segundo ela foi um dos poucos que era verdadeiro.”Estou me segurando para não ter crise de choro. Todo mundo estava orando para a recuperação dele, mantendo a esperança. A gente pergunta pra Deus por que pessoas de coração puro, mão aberta, amigas, se vão assim. Era uma pessoa muito querida. Todos os colegas adoravam ele. Sempre foi prestativo, solidário, um amigo de luz”, disse Rose.

O corpo de Jorge da Cruz será cremado em cerimônia no cemitério Bosque da Paz às 14h30 desta quinta-feira.

Da redação do Acontece na Bahia

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Prefeito acaba na delegacia após confusão por desfile de mini trio termina em São Gonçalo dos Campos

Uma notícia tem circulado nas redes sociais nesta quinta-feira (24). Um evento promovido e organizado pela prefeitura de São Gonçalo dos Campos, cidade que fica localizada a 108 km de Salvador, terminou em confusão entre a direção e a Polícia Militar. Para a realização do evento que foi chamado de ‘Forró itinerante’, foi contratado um mini trio que circularia pelas ruas trazendo apresentações de artistas locais nos dias 22 a 26 de junho. Entretanto, a Polícia Militar impediu que o evento acontecesse.

De acordo com o prefeito local o mini trio tentou circular pelas ruas da cidade no dia 22 mas foi impedido pela Polícia Militar. No dia 23 houve nova tentativa de circulação do veículo, mas novamente foi barrado. Nesta quinta-feira (24), o motorista do mini trio foi colocado na viatura pelos policiais militares em razão de um decreto do governador que proíbe eventos juninos em todo o estado. Segundo informações o motorista ainda estava sem a carteira nacional de habilitação.

A população local se revoltou e quis impedir que o motorista fosse conduzido. O prefeito esteve no local e houve confusão envolvendo a população que queria a liberação do motorista. Com o reforço policial houve formação de barreiras e a guarnição pediu que veículos que faziam o bloqueio da rua fossem retirados do local, além de um outro que precisou ser guinchado. A Polícia Militar pediu que o prefeito fizesse a retirada de seu veículo do local e o pedido não foi acatado o que gerou a condução do chefe do executivo até a delegacia dentro de uma viatura. Na ocasião o advogado do prefeito também foi conduzido. Mas não é só isso…

O prefeito lamentou a atuação da PM na cidade: “Uma ilegalidade prender um cidadão trabalhando, é a mesma viatura que estava horas atrás fazendo nada. A maior autoridade daqui do município é o prefeito, venha o governador dizer por qual razão pode ter carro de som em Salvador, Senhor do Bonfim e aqui não pode”, desabafou o prefeito, em transmissão ao vivo por meio das redes sociais. Durante a confusão o prefeito colocou seu veículo no meio da rua e até sentou no chão para impedir a saída das viaturas da PM.

O argumento do prefeito foi que ano passado o mesmo evento tinha acontecido e que a administração local não é obrigada a acatar determinações estaduais uma vez que possuiu seus próprios decretos. Não obstante o decreto estadual proibindo qualquer festividade junina este ano, em razão do período da pandemia, há também uma orientação da Procuradoria Geral da Justiça nesse sentido.

Da redação do Acontece na Bahia

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Morre, aos 95 anos, a mãe do apresentador Faustão

Uma triste notícia está sendo destaque nesta quinta-feira (24). A mãe do apresentador Faustão, a Cordélia Moraes Corrêa Silva, morreu nesta madrugada aos 95 anos.

 

As informações são da coluna da Mônica Bergado, na qual confirmou a morte através da assessoria do próprio apresentador.

 

No ano passado Faustão homenageou a mãe durante um dos programas, na comemoração do aniversário dela, fazendo a quebra de um protocolo da emissora. No momento, ele contou a história da mãe dele e das lutas que ela enfrentou durante a vida, inclusive contra a Covid-19.

 

“Essa mulher, aos 95 anos, ainda foi testada positivo para o coronavírus e superou a Covid-19. Veja se não é poderosa a dona Cordélia, aqui a homenagem que deveria ser feita”, disse Faustão na época.

A causa da morte ainda não foi divulgada.

 

Da Redação do Acontece na Bahia

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Mulher que anunciou ter dado à luz 10 bebês tem relato desmentido pelas autoridades

Uma notícia tem sido destaque nas redes sociais nesta quinta-feira (24). De acordo com fontes oficiais, o relato da sul-africana Gosiame Sithole que teria conseguido dá à luz a 10 bebês nos primeiros dias deste mês é falso. Os nascimentos não foram registrados em nenhum hospital na província de Gauteng e de acordo com registros médicos não há a informação de que a mulher tenha estado grávida recentemente, como demonstram documentos oficiais.

Atualmente Gosiame que tem 37 anos segue detida sob a custódia do estado e é tratada como uma pessoa portadora de distúrbio mental. Por meio de nota o governo de Gauteng relata a história mas não esclarece os motivos pelos quais a mulher tenha contado este caso. Primeiramente o caso envolvendo Gosiame teve publicação no site Pretoria News e depois o prefeito confirmou a versão com alguns veículos de imprensa replicando a história. Entretanto o governo local comunicou que o prefeito não chegou a ver os bebês e confiou apenas na palavra da família.

De acordo com o site, Gosiame teve os dez bebês no dia 7 de junho no Hospital Universitário Steve Biko, que fica na capital e denunciou o despreparo dos médicos além de acusar o hospital e governo local de negligência médica.”Essas alegações são falsas, não embasadas e servem apenas para atacar a boa reputação do Hospital Universitário Steve Biko e do governo provincial de Gauteng” , disse uma autoridade local afirmando que iria processar o editor-chefe do site Pretoria News, Piet Rampedi, e o IOL, grupo Independente Online.

Sithole e Teboho Tsotetsi, seu parceiro, moravam em Thembisa, município perto de Joanesburgo e frequentavam a mesma igreja que Rampedi, editor-chefe do site Pretoria News. O editor entrevistou o casal no mês de maio com a notícia que estariam esperando oito bebês além de ter acesso a fotos que mostravam Sithole aparentemente grávida. No dia 10 de junho o site noticiou um número maior de bebês nascidos atribuindo a informação a Tsotetsi, que seria a fonte da informação. Mas não é só isso…

Tempos depois Tsotetsi disse que recebeu a notícia do nascimento dos bebês por meio de mensagens de texto em razão de não poder estar no hospital por causa da pandemia de Covid 19. O editor-chefe baseou a sua notícia nas mensagens de WhatsApp e não consultou o hospital para ter informações. Sithole e Teboho receberam muitas doações, incluindo US$ 1 milhão de rands (cerca de R$ 350 mil) do presidente do IOL, Iqbal Survé. Entretanto o Pretoria News não fez a divulgação do hospital onde os bebês haviam nascido e começavam aí as suspeitas. O IOL fez acusações ao Hospital Universitário Steve Biko dez dias após o suposto nascimento.

Tsotetsi comunicou o desaparecimento de Sithole e pediu às pessoas que não fizessem mais doações o que despertou ainda mais suspeitas. A mulher foi localizada nessa sexta-feira (18) por assistentes sociais e foi internada em um hospital para fazer exames. O editor-chefe Rampedi se desculpou perante o IOL e disse que deveria ter investigado a história com mais rigor.

Da redação do Acontece na Bahia

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Categoria(s): Destaque, Nacional.