Software que converte sinais de libra em texto é desenvolvido por estudantes brasileiros da Etec

Uma notícia tem sido destaque nas redes sociais neste domingo (25). Um passo importante no processo de inclusão foi dado com o desenvolvimento de um software que reconhece sinais de libras e converte em texto feito pelos estudantes Vinicius, luciano e Fabricio da Escola Técnica Estadual (Etec) Lauro Gomes, em São Bernardo do Campo, SP.

Os estudantes conseguiram conquistar o 9º lugar na votação popular da 19ª Feira Brasileira de Ciências e Engenharia (Febrace), e ainda receberam o convite para participar da  Mostratec Jovem-Pará, feira de ciência e tecnologia.

A estrutura do projeto que foi desenvolvida por meio do Sistema Operacional Ubuntu, possui 100 sinais em libras programados para reconhecimento. Por meio de uma biblioteca de códigos e uma câmera, o sistema captura gestos e movimentos como por exemplo sinais de mão.

Um dos inventores do projeto, Luciano, nasceu com lábio leporino e possui dificuldade de fala. Seu objetivo desde o início de seus estudos era claro.

Por conta do meu problema, falei com meu pai que, quando iniciasse o curso, queria fazer algo para ajudar as pessoas, isso foi o que mais me motivou e me motiva a continuar com o projeto”, contou Luciano. Os estudantes contaram com o apoio de seus professores e o software foi desenvolvido como projeto de TCC. Parabéns aos estudantes.

Da redação do Acontece na Bahia

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Software israelense foi fundamental para a prisão de Dr. Jairinho e Monique, suspeitos da morte de Henry

Uma notícia está sendo destaque nesta quinta-feira (08). Durante as investigações do caso Henry, o software israelense Cellebrite Premium foi essencial para recuperar as mensagens apagadas dos celulares de Dr. Jairinho e Monique Medeiros, e determinar a prisão do casal nesta quinta-feira (8). Assim, com as informações recuperadas, a polícia não há duvidas que o menino tenha sido assassinado.

“[O software] Contribuiu de maneira muito importante para a investigação”, afirmou.

Foi graças a esse software que as mensagens de Monique, mãe de Henry, e a babá, Thayná, foram recuperadas. Nessas mensagens, a babá narrou em tempo real o que aconteceu no apartamento em 12 de fevereiro: O Dr. Jairinho se trancou em um dos quartos e deu rasteiras e chutes no menino, segundo a confissão do próprio menino para Thayná.

“Nós encontramos no celular da mãe prints de conversa que foram uma prova extremamente relevante, já que são do dia 12 de fevereiro. E o que nos chamou a atenção é que era uma conversa entre a mãe e a babá que revelava uma rotina de violência que o Henry sofria. A babá relata que Henry contou a ela que o padrasto o pegou pelo braço, deu uma rasteira e o chutou. Ficou bastante claro que houve lesão ali. A própria babá fala que o Henry estava mancando”, diz o delegado Henrique Damasceno.

No dia da morte do garoto, o casal estava sozinho com a criança na casa. O casal foi preso hoje temporariamente, por 30 dias, porque além de apagar mensagens importantes, tentaram atrapalhar as investigações ameaçando as testemunhas para combinarem as versões.

“Hoje temos todos os elementos probatórios e podemos sim afirmar que temos provas que essa criança [Henry] foi assassinada e não foi vítima de um acidente doméstico. O Cellebrite foi uma prova técnica essencial, muito forte, onde o delegado [Damasceno] embasou seu pedido de prisão, que é corroborado pelo Ministério Público e acabou sendo deferido pela juíza do 2º Tribunal do Júri”, disse Lopes.

“As demais provas técnicas da simulação e laudos médicos legais estão sendo finalizados e serão oportunamente juntados aos autos”, completou.

O delegado também explicou que já existia um processo de licitação para a compra desse equipamento de rastreamento parado há dois anos.

“O governador Cláudio Castro, sensibilizado com esse caso, liberou verba no último dia 31 e conseguimos adquirir esse equipamento de última geração, que foi fundamental para o esclarecimento desse caso. Conseguimos obter provas importantíssimas que levaram o delegado a solicitar o pedido de prisão à Justiça. O Ministério Público nos apoiou integralmente e hoje efetuamos a prisão do casal”, disse o diretor do DGPC.

 

 

Da Redação do Acontece na Bahia

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