Durante transmissão em rede social, Bolsonaro volta a criticar os governadores: “Muitos deitaram e rolaram”

Uma notícia tem sido destaque entre os meios de comunicação nesta quinta-feira (20). Isso, porque o presidente Jair Bolsonaro (sem partido), voltou a criticar os governadores do país.

Segundo o presidente, os governadores “deitaram e rolaram” em recursos federais enviados a estados e municípios para combater a pandemia do coronavírus. Em transmissão ao vivo nas redes sociais, Bolsonaro disse que o poder “de fechar tudo no Brasil”, mas que não o fará. Ele lembrou quem desde o início da pandemia, defendeu que eram dois os problemas: “o vírus e o desemprego”

“Eu tinha o poder, tenho ainda, de fechar tudo no Brasil. Fechar tudo no Brasil. Imagine. Não fiz isso por quê? Porque sempre disse que tínhamos dois problemas no momento, que deveriam ser tratados com a mesma responsabilidade e de forma simultânea, que eram o vírus e o desemprego. Muitos governadores deitaram e rolaram”, declarou.

Bolsonaro voltou a usar a expressão “meu Exército” e que as Forças Armadas ainda poderão ir às ruas para “garantir a liberdade”

“Eu já falei várias vezes que meu Exército jamais irá às ruas para manter o povo dentro de casa como as forças policiais de alguns estados foram para as ruas para manter o povo dentro de casa e descer porrada no povo. O ‘meu Exército’ pode ir pra rua sim, um dia, para garantir a liberdade, garantir o direito de ir e vir, a liberdade de culto, ao trabalho. Aí sim. Porque aí é jogar dentro das quatro linhas da Constituição.”, afirmou.

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Em entrevista, Ciro Gomes rebate declarações de Lula: “o maior corruptor da história brasileira”

Uma notícia tem repercutido nas mídias sociais ainda nesta quarta-feira (19). Isso, porque Ciro Gomes rebate declaração do ex-presidente Lula.

Em entrevista, o ex-ministro da Integração Nacional, durante o mandato do governo Luis Inácio Lula da Silva (PT), rebateu declarações dadas pelo ex-presidente dizendo que “iria pra cima” e que Lula seria “o maior corrupto da história brasileira”.

“Lula, não é que você não queira brigar. É que para isso você usa bajuladores e seu gabinete do ódio. O que você não quer é debater o país, os projetos, as coisas que o PT fez no poder. Então você reduz a política a uma briga de amigos, a afetos. O povo brasileiro não merece isso”, rebateu Ciro em postagem.

Antes disso, o petista havia afirmado que não faria o “jogo rasteiro” de seu antigo aliado. “Eu adoraria dizer que o Ciro é um amigo. Mas infelizmente ele não quer. Mas eu aprendi uma teoria com a minha mãe Dona Lindu: quando um não quer, dois não brigam. Não farei jogo rasteiro”, disse Lula

Por conta disso, Ciro Gomes acrescentou: “Mesmo porque, eu não gostaria de tratar você como amigo. Todo mundo sabe que você só considera amigo uma única pessoa no mundo: você próprio. Eu quero, sim, tratá-lo como oponente, em uma disputa política de alto nível, em torno de ideias, propostas, projetos e fatos”

O ex-governador do Ceará também comentou que Lula seria “o responsável pela tragédia do desastrado Bolsonaro”. “Ou você assume que 70% dos eleitores de SP, RJ, MG, Sul, Norte e Centro Oeste que votaram no Bolsonaro são fascistas e gado como sua corte chama?”, questionou.

“Respeite a inteligência do povo brasileiro, Lula. Quais são suas novas ideias? Qual seu verdadeiro projeto de nação? Se existir, aceito confrontá-los civilizadamente com o meu. Debato em qualquer dia, hora, meio ou território. Vamos debater o Brasil, não afetos pessoais”, finalizou Ciro.

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Dória diz “idiota é Bolsonaro”, após declaração do presidente sobre quem fica em casa por causa da pandemia

Uma noticia tem repercutido no cenário político nacional nesta terça-feira (18). Isso, porque o governador de São Paulo, João Dória, chamou Bolsonaro de idiota.

Em visita ao interior do estado de São Paulo nesta terça-feira (18), o governador João Dória (PSDB-SP) chamou Bolsonaro de idiota.

“Ontem [segunda-feira], o presidente da República chamou de idiotas, nós que usamos máscaras. Nós que protegemos nossos pais, nossos avós em casa, chamou de idiota. Idiota é ele, que não tem compaixão, que não tem amor no coração e que não quer proteger o seu povo. Fica aqui o meu desabafo, como brasileiro”, disse o governador de São Paulo, opositor do presidente da República.

A resposta direcionada a Bolsonaro foi feita no auditório da prefeitura de |São José do Rio Preto, localizada a 437 km da capital paulista. Dória estava rodeado de pelo menos 35 prefeitos da região, depois de ter ido até Araçatuba para a entrega de obras na rodovia Feliciano Salles Cunha (SP-310).

O governador também fez o anúncio de modernização de estradas vicinais. Em outros trechos, Dórias também se referiu a Bolsonaro como golpista e negacionista.

Na segunda (17), o presidente disse que as pessoas que ficam em casa por obedecer a medidas restritivas para evitar a disseminação de Covid-19 são “idiotas”.

“O agro realmente não parou. Tem uns idiotas aí, o ‘fique em casa’. Tem alguns idiotas que até hoje ficam em casa. Se o campo tivesse ficado em casa, esse cara tinha morrido de fome, esse idiota tinha morrido de fome. Daí, ficam reclamando de tudo”, falou Bolsonaro.

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Em busca de apoio, governo lança pacote de emendas destinadas aos caminhoneiros

Nesta terça-feira (18), o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) lançou um pacote de medidas voltadas a atender os caminhoneiros, parte da base eleitoral do governo. Em cerimônia realizada no Palácio do Planalto, o governante anunciou o pacote de medidas, que, em linhas gerais prevê a digitalização e regulamentação de serviços e investimentos em infraestrutura nas estradas do país.

Batizado de Gigantes do Asfalto, por ora, o programa não deve atender a uma das principais demandas dos caminhoneiros: o preço dos combustíveis. Antes disso, o presidente já havia encaminhado ao Congresso Nacional um projeto que altera a cobrança do Imposto sobre circulação de Mercadoria e Serviços (ICMS).

Embora o texto ainda não tenha sido analisado pelos parlamentares, o chefe do Executivo federal prevê que a medida não será aprovada.

Na segunda-feira (14), o presidente afirmou que estuda acionar o Supremo Tribunal Federal (STF) para que estados e municípios sejam obrigados a fixar um valor para o ICMS sobre os combustíveis.

“Entramos com um projeto lá [no Congresso]. Pedi urgência – eu acho que vou ser derrotado – para que cada estado defina o valor fixo do ICMS, porque isso diz uma emenda à Constituição lá de 2001. Como devo perder isso aí, eu só tenho um caminho: vou depender do Supremo Tribunal Federal, tá certo?”, apontou Bolsonaro.

Medidas

A Caixa Econômica Federal irá abrir linha de crédito e uma conta digital para os caminhoneiros, além de outra linha de crédito para a reforma de pontos de parada em estradas do Brasil.

“Ganho líquido acima de 10% para o caminhoneiro. Criaremos histórico de crédito. O caminhoneiro poderá pegar empréstimos a juros mais baixos. É mais dinheiro no bolso do caminhoneiro”, disse o presidente da Caixa, Pedro Guimarães.

Além disso, o governo editou duas medidas provisórias. A primeira implementa o Documento Eletrônico de Transportes (DT-e) – plataforma digital que integrará diversos documentos necessários para o transporte de cargas no país.

[O sistema] vai condensar até 90 documentos de transporte. Imagine que, hoje, para fazer uma viagem, são [necessários] inúmeros documentos, vales… Como faz? Muitas vezes esses documentos têm de estar impressos em papel”, explicou o ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas.

A segunda medida prevê alterar o Código Brasileiro de Trânsito para aumentar a margem de erro das balanças de pesagens de 10% para 12,5%, além de estabelecer que caso o veículo seja retido com alguma irregularidade e não seja possível sanar no próprio local da infração, ele poderá ser liberado, desde que ofereça condições de segurança para circulação.

O documento será recolhido e mediante regularização do veículo, não superior a 15 dias, será devolvido.

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