Enfermeira que furou braço de idosa e não aplicou vacina diz que “nunca ocorreu um erro desses” e pede desculpas: ”Não sei o que aconteceu no momento”

Uma notícia tem repercutido nas redes sociais nesta sexta-feira (26).Danila Marques, técnica de enfermagem, envolvida em um episódio no qual aparece em vídeo gravado fingindo aplicar a vacina contra a covid 19 em uma idosa, decidiu se manifestar por meio das redes sociais sobre o ocorrido. A técnica que é de Rio do Pires, Bacia do Paramirim, Sudoeste da Bahia, decidiu se pronunciar mesmo alegando estar abatida. 

A técnica de enfermagem afirmou que nunca tinha cometido erros como aquele em sete anos trabalhando na comunidade de Contagem: “Não sei o que aconteceu no momento. Até agora não consigo entender”, afirmou. Pela exposição feita por ocasião do acontecimento, a técnica disse que foi “crucificada” nas redes sociais. Comentou ainda que a seringa usada no episódio foi encontrada no descarte com a dose da vacina.  

“Estou sendo julgada, crucificada. Não foi um golpe, jamais faria isso com ninguém. As pessoas me conhecem, e eu conheço cada pessoa da comunidade de Contagem. Elas sabem do meu trabalho. Venho há sete anos trabalhando nessa comunidade. Nunca ocorreu um erro desse”, desabafou. A técnica ainda pediu desculpas à idosa. A prefeitura de Rio do Pires afastou a técnica de enfermagem de suas funções. 

O Ministério Público do Estado da Bahia (MP-BA), por meio da promotora Karina Costa Freitas, abriu procedimento de investigação e solicitou urgência na entrega de informações por parte da prefeitura de Rio do Pires. O Ministério Público informou que a promotora auxiliada por outros colegas contará com o apoio do delegado de Polícia Civil Márcio Andrei Tito Moreno Oliveira para prosseguir nas investigações. 

Da redação do Acontece na Bahia  

  

Tag(s): , .

Categoria(s): Destaque, Nacional.

Enfermeira é morta na frente da filha durante a madrugada: “Mais uma mulher que perdeu a vida”

Uma história complicada tem repercutido nas redes sociais nesta segunda-feira (15). Jaciara da Silva de Moura, 32 anos, técnica de enfermagem, foi brutalmente assassinada na madrugada desta segunda-feira, e o principal suspeito, segundo a Polícia Civil, é o próprio marido dela, Zezito Pereira da Silva Filho,41 anos, que fugiu do local. 

A técnica foi morta com 33 facadas na frente da filha e o crime aconteceu durante a madrugada no bairro Vila Nova de Colares, na Serra, na Grande Vitória. De acordo com informações da Polícia Civil por intermédio da Delegacia de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP), a filha do casal, de 11 anos, presenciou o crime. Jaciara foi morta na casa onde o casal morava um pouco antes de 1h da manhã. Mas não é só isso.

De acordo com relatos, a filha saiu da casa a pedir ajuda, mas quando os vizinhos chegaram o homem já havia fugido. A técnica recebeu atendimento no Hospital Estadual Jayme dos Santos Neves, também na Serra, localidade onde a mulher trabalhava. Mesmo recebendo os cuidados necessários a técnica não resistiu aos ferimentos. 

Jaciara deixa outra filha fruto de relacionamento anterior que não estava em casa quando o crime ocorreu. A Polícia Civil está investigando o caso e em nota divulgada o Conselho Regional de Enfermagem(Coren-ES), lamentou a morte da profissional. 

“Mais uma mulher que perdeu a vida em razão de uma violência histórica contra elas, e que se dissemina não só fisicamente, como também de forma moral, psicológica, sexual e patrimonial”, salienta parte da nota. 

Foto: Reprodução/TV Gazeta

Da redação do Acontece na Bahia

Tag(s): .

Categoria(s): Destaque, Nacional.

Para vacinar idoso de 102 anos, enfermeira faz “caminho de pedras” para que carro consiga chegar até a casa dele

Uma notícia tem chamado a atenção nas redes sociais neste sábado (6). O fato aconteceu na zona rural de Pedra Branca, interior do Ceará e envolveu uma enfermeira que atuou com heroísmo. Diante de uma estrada de difícil acesso, ela precisou construir um acesso para que pudessem vacinar um idoso de 102 anos no alto da serra. 

“O acesso é muito difícil, muito mesmo. E principalmente agora por conta das chuvas. Então, a situação ficou difícil. O carro era uma Hilux, mas mesmo assim a gente ainda não conseguia passar, porque o carro ficava escorregando, descendo. Então, foi o jeito a gente colocar aquelas pedras ali, porque não tinha como voltar, não tinha como fazer retorno”, enfatizou Ana Kalini. 

Francisco Henrique de Lima, de 102 anos, foi atendido por uma assistente de saúde, duas técnicas de enfermagem, o motorista e a enfermeira que aparece junto com a assistente em foto. A enfermeira Kalili destacou que este tipo de esforço se faz necessário em razão da serra e por ter que enfrentar estradas de terra batida: “Várias vezes. O acesso em Pedra Branca é muito difícil por causa da serra. Não foi a primeira vez”, ressalta Kalini 

 Da redação do Acontece na Bahia   

Tag(s): , .

Categoria(s): Destaque, Nacional.

Dona Maria, enfermeira e primeira pessoa a receber a vacina, é internada após contrair a doença pouco antes de receber a segunda dose

A história da enfermeira Maria Angélica de Carvalho Sobrinho, de 53 anos, voltou a repercutir. Ela foi a primeira pessoa a receber a vacina contra o coronavírus na Bahia, gerando muita esperança na ocasião. Contudo, agora ela está internada no Hospital Couto Maia, em Salvador. Mas afinal, o que aconteceu?

De acordo com a diretora da unidade de saúde, Ceuci Nunes, a enfermeira Maria Angélica começou a apresentar sintomas poucos dias antes de receber a segunda dose da vacina. Ou seja, a enfermeira acabou contraindo a doença antes de tomar a segunda dose e o caso não tem nenhuma relação com efeitos colaterais da vacina. A diretora explicou:

“Isso não é uma coisa excepcional. A gente sabe que a vacina tem uma proposta de duas doses e a proteção maior vai ocorrer cerca de 20 dias após a aplicação da segunda. Três dias antes da Maria Angélica receber a última dose, ela se sentiu mal. Ela ainda não estava protegida porque a primeira dose, sozinha, não protege. Ela adquiriu o vírus e desenvolveu a doença”. Mas não é só isso.

A diretora também explicou que as vacinas utilizadas são feitas com “o vírus morto” e portanto não podem fazer a pessoa adoecer:

“Nenhuma das vacinas que estão sendo utilizadas são de vírus atenuados, um vírus enfraquecido. Elas são de partículas virais ou de vírus morto. Ou seja, não tem a capacidade de transmitir a doença”.

Esse caso reafirma a necessidade de manter os cuidados profiláticos, pois a imunidade só se consolida aproximadamente 20 dias depois de receber a segunda dose.

Da Redação do Acontece na Bahia.

Tag(s): , .

Categoria(s): Nacional.