Lula afirma que Bolsonaro foi “estúpido” e fez “graça” após decidir conceder indulto

Durante entrevista, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou nesta terça-feira (26) que o atual presidente Jair Bolsonaro foi “estúpido” e fez “graça”. Mas afinal, do que Lula estava falando?

Lula estava comentando sobre o indulto concedido a Daniel Silveira por Bolsonaro. Silveira foi condenado pelo STF após ser julgado por estimular atos anti democráticos e ataques aos ministros do Supremo e a instituições. Depois da decisão, Bolsonaro anunciou um perdão, uma “graça”, para Silveira. Diante disso, Lula afirmou:

“Ninguém é obrigado a gostar de mim, mas as pessoas são obrigadas a respeitar aquilo que está acontecendo em benefício de todos no país. Por isso é que eu acho que o Bolsonaro foi estúpido quando fez essa decisão que ele tomou, essa graça que ele fez. Porque ele acha que é graça mesmo, sabe? Não graça no sentido do benefício jurídico, mas a graça do ponto de vista de sorrir[…]A Suprema Corte tinha condenado o cidadão a nove anos de cadeia, porque o cidadão desrespeitou a instituição, ofendeu, xingou. Não sei se está certo também porque não sou advogado. Mas se ele desrespeitou e fez o indulto, quem é que vai julgar? É a própria suprema corte. Mas o que aconteceu? Ele [Bolsonaro] transformou isso num fato político, em que a imprensa, desde quinta-feira não fala de outra coisa a não ser nisso. De manhã, de tarde e de noite.”

Da Redação do Acontece na Bahia com informações do portal G1

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Em cerimônia, Bolsonaro se despede dos Ministros no Palácio do Planalto: “9 mudanças”

Nesta quinta-feira (31), o presidente Jair Bolsonaro se despediu de 9 ministros.

Durante a cerimônia de despedida, realizada no Palácio do Planalto, o presidente também aproveitou para empossar os novos nomes. Os ministros que querem disputar as eleições deste ano devem deixar o cargo em até 6 meses antes do pleito. O primeiro turno deste ano está marcado para o dia 2 de outubro. Esse processo que recebe o nome de desincompatibilização. Na saída, os ministros fizeram discursos em homenagem ao presidente. Confira as mudanças:

INFRAESTRUTURA

Quem sai: Tarcísio de Freitas, pré-candidato ao governo de São Paulo;
Quem entra: Marcelo Sampaio, que era secretário-executivo do ministério.

CIDADANIA

Quem sai: João Roma, pré-candidato ao governo da Bahia. Volta à Câmara dos Deputados;
Quem entra: Ronaldo Vieira Bento, que chefiava a assessoria de Assuntos Estratégicos do ministério.

MULHER, FAMÍLIA E DIREITOS HUMANOS

Quem sai: Damares Alves, pré-candidata ao Senado ou a Câmara dos Deputados;
Quem entra: Cristiane Britto, que era secretária nacional de Políticas para as Mulheres.

CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INOVAÇÕES

Quem sai: Marcos Pontes, pré-candidato a deputado federal por São Paulo.
Quem entra: Paulo Alvim, que era secretário de Inovação do ministério.

TRABALHO E PREVIDÊNCIA

Quem sai: Onyx Lorenzoni, pré-candidato ao governo do Rio Grande do Sul. Volta à Câmara dos Deputados;
Quem entra: José Carlos Oliveira, que presidia o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

SECRETARIA DE GOVERNO

Quem sai: Flávia Carolina Peres (Flávia Arruda), pré-candidata ao Senado no Distrito Federal. Volta à Câmara dos Deputados.
Quem entra: Célio Faria Junior, que era chefe do gabinete pessoal de Bolsonaro.

AGRICULTURA

Quem sai: Tereza Cristina, pré-candidata ao Senado no Mato Grosso do Sul. Volta à Câmara dos Deputados.
Quem entra: Marcos Montes, ex-deputado, que era secretário-executivo do ministério.

DESENVOLVIMENTO REGIONAL

Quem sai: Rogério Marinho, pré-candidato ao Senado no Rio Grande do Norte;
Quem entra: Daniel de Oliveira Duarte Ferreira, que era secretário-executivo da pasta.

TURISMO

Quem sai: Gilson Machado, pré-candidato ao Senado em Pernambuco;
Quem entra: Carlos Brito, que era diretor-presidente da Embratur.

Da Redação do Acontece na Bahia

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Bolsonaro dá entrada no HFA após sentir indisposição no Planalto

O presidente Jair Bolsonaro deu entrada no HFA (Hospital das Forças Armadas) na noite desta segunda-feira (28), após se sentir indisposto no Palácio do Planalto. Inicialmente, o chefe do Executivo foi atendido por médicos da equipe presidencial; em seguida, foi levado à unidade de saúde para a realização de exames.

A informação foi confirmada pelo R7 junto ao deputado Marcos Pereira (Republicanos) e ao general Heleno, do GSI (Gabinete de Segurança Institucional). Em janeiro deste ano, o presidente foi internado em razão da suspeita de obstrução intestinal, em consequência da facada que levou durante a campanha eleitoral de 2018.

Ele estava em Santa Catarina e precisou ser deslocado para São Paulo em um avião da FAB (Força Aérea Brasileira). Na ocasião, houve a suspeita de que ele precisaria passar por nova cirurgia, mas, após uma semana de internação, a equipe médica decidiu autorizar a alta, sem a intervenção.

A primeira-dama, Michelle Bolsonaro, que participa do evento de filiação dos ministros Damares e Tarcísio Freitas ao Republicanos, em Brasília, afirmou que o marido “está bem” e foi realizar um exame.

Do portal Record

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Criticado por Bolsonaro por comentar sobre Ucrânia, Mourão evita falar sobre a bronca

Criticado pelo presidente Bolsonaro por conta de um comentário sobre a Ucrânia, Mourão tem evitado comentar sobre a reclamação recebida.

Isso porque, logo quando a Rússia invadiu a Ucrânia, em 24 de fevereiro, Mourão se manifestou e afirmou que o Brasil não concorda com a guerra e chegou a dizer que é preciso “haver uso da força e apoio à Ucrânia”.

As falas do vice presidente não agradou em nada Bolsonaro, que horas mais tarde fez duras críticas: “Deixar bem claro: o artigo 84 da Constituição diz que quem fala sobre esse assunto é o presidente. E o presidente chama-se Jair Messias Bolsonaro. E ponto final. Com todo respeito a essa pessoa que falou isso – e falou mesmo, eu vi as imagens – está falando algo que não deve. Não é de competência dela. É de competência nossa”, disse o presidente.

Mourão foi questionado hoje se conversou com Bolsonaro sobre o episódio, mas ele respondeu apenas que o assunto diz respeito somente aos dois e comentou, de forma superficial, sobre o conflito Ucrânia x Rússia: “O que a gente entende é que há uma dificuldade dos russos em atingir os objetivos que traçaram. O povo ucraniano está resistindo. […] As sanções que foram aplicadas à Rússia não são piores do que as que foram aplicadas ao Irã […], mas eu acho que podem surtir algum efeito aí”, afirmou.

Da Redação do Acontece na Bahia

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