“Me inspirava”: Cantor Delino Marçal se despede da mãe que foi agredida até a morte por um homem em surto

O cantor gospel Delino Marçal se emocionou durante o enterro da mãe na manhã deste sábado (15), depois de perdê-la de uma forma brutal na madrugada da última sexta-feira (14).

A pastora Odete Rosalina da Costa, de 79 anos, morreu depois de ser espancada com um objeto metálico na cabeça por um homem de 22 anos que estava em surto. Odete morreu na calçada da igreja, no colo de uma das filhas que chegou em meio à confusão.

No enterro, o cantor Delino se emocionou. “Além de incentivadora, minha mãe era uma pessoa que me inspirava. Quando eu compartilhava uma coisa ruim, ela tinha sempre um pensamento positivo. Tinha uma palavra amiga e um ombro amigo para a gente chorar”, afirmou.

O enterro aconteceu em Goiânia e contou com a participação de amigos, familiares e fiéis. A pastora era bastante conhecida na região por desenvolver trabalhos sociais, principalmente, no período da pandemia.

“A comunidade se alimentava das cestas que ela recolhia e entregava. Sozinha, sem marido, ela criou nove filhos. Esperamos que a justiça seja feita”, afirmou o pastor Mac Anderson.

ENTENDA O CASO:
Um homem, de 22 anos, identificado como Matheus Macaubas Lima Santos, tentou invadir a igreja em que a pastora estava com um fiel fazendo uma oração com portas fechadas.

O homem estava completamente nu e em surto. Ao tentar entrar no templo, ele foi impedido. Dessa forma, ele pulou o muro e quebrou duas portas, uma de vidro e outra de metal. Ao adentrar ao local, afirmou que mataria a pastora e o fiel, segundo testemunhas.

O fiel tentou se proteger com as cadeiras de plástico do local, mas praticamente todas foram quebradas pelo homem em surto. Fotos do interior da igreja mostram essas cadeiras quebradas espalhadas pelo chão.

O fiel da igreja conseguiu correr até uma casa de familiares da pastora e pediu socorro. A pastora até conseguiu fugir, mas foi atingida com pelo menos três golpes na cabeça.

Odete morreu na calçada da igreja. Matheus foi preso a cerca de 1km do local.

 

 

Da Redação do Acontece na Bahia

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Mãe do cantor gospel Delino Marçal é agredida e morta na calçada da igreja em que era pastora

Uma triste e lamentável notícia está sendo destaque nesta sexta-feira (14). A mãe do cantor gospel Delino Marçal foi morta na frente da igreja Assembleia de Deus, em Goiânia. Odete Rosalina Machado da Costa, de 79 anos foi agredida até a morte por um homem de 22 anos.

O suspeito invadiu o templo e começou uma briga com um homem. Logo depois ele começou a agredir a idosa com um objeto de metal. Dona Odete era pastora na igreja.

“O autor teria se envolvido em uma briga com parentes e logo após saiu para rua. Ele entrou na igreja e iniciou uma briga com um homem. Logo em seguida, teria acertado a vítima com vários golpes usando um objeto de metal”, diz trecho do boletim de ocorrência.

Depois do crime, o homem fugiu do local e começou a jogar pedras em ônibus do transporte coletivo.

Odete é mãe de Delino Marçal, cantor gospel conhecido mundialmente por suas canções como “Deus é Deus”, “Sonho Grande” e “Que amor é esse”. Ele chegou a vencer, em 2019, o Grammy Latino na categoria Melhor Álbum de Música Cristã em Língua Portuguesa.

 

Da Redação do Acontece na Bahia

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Mulher que foi encontrada amordaçada teria sido presa porque homem decidiu se vingar do amante de sua esposa

Um caso volta à tona e envolve a jovem, de 24 anos, que foi feita refém por dois suspeitos e deixada amarrada pelas mãos, pés e pescoço junto à própria cama em sua residência. O crime aconteceu nessa quinta-feira (09), e um dos suspeitos, supostamente, seria o marido da mulher com quem o esposo da jovem agredida, de 34 anos, estava tendo um caso extraconjugal.

O suspeito sequestrou a jovem como forma de retaliação para se vingar do amante de sua esposa. A mulher foi surpreendida pelos suspeitos após chegar em sua residência. A jovem contou que percebeu um veículo estranho próximo a sua casa e que momentos depois foi surpreendida por dois suspeitos. Segundo ela, um dos suspeitos estava com uma arma.

Os homens forçaram a mulher a se ajoelhar e amordaçaram a boca dela com uma fita. Logo depois ela foi amarrada pelos pés, mãos e pescoço com uma extensão, além de sofrer ameaças. “Isso é só um aviso, isso é para seu marido aprender pelo que ele fez, isso é pra ensinar seu marido pelo que ele fez”, falou um dos suspeitos.

A mulher esteve em companhia dos criminosos por quarenta minutos, até que o celular de um deles tocou e a partir daí eles saíram do local. A jovem foi encontrada horas depois por um amigo do casal, que foi visitá-los e estranhou o portão aberto e um barulho suspeito vindo de dentro da casa. A Polícia Militar foi acionada e ao chegar ao local encontrou a mulher amarrada e assustada. A princípio, a jovem não queria registrar boletim de ocorrência, mas foi convencida pelos agentes da importância do documento.

Na delegacia, a jovem passou por exame de corpo de delito, em razão dos hematomas nas mãos e pernas, por conta do fio usado para amarrá-la. O marido da vítima foi ouvido pela polícia. Disse que já estava sendo ameaçado pelo homem e, inclusive, mostrou prints das ameaças enviadas pelo suspeito por meio do Facebook. O suspeito dizia que estava sendo traído pela esposa com o marido da jovem que foi amordaçada.
O crime foi registrado na delegacia da cidade como ameaça, sequestro e cárcere privado. A polícia ainda não conseguiu prender os suspeitos do crime.

Da redação do Acontece na Bahia

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Após homem passar a mão nela a caminho do trabalho, mulher procura imagens para identificá-lo e resolve mudar visual para tentar mudar visual para se disfarçar

Um ciclista agressor surpreendeu uma mulher de 37 anos, ao passar a mão no corpo dela, no momento em que ambos estavam pedalando por uma rua em Praia Grande, no litoral de São Paulo. A mulher disse ao portal G1, nesse domingo (4), que estava indo para o trabalho. A ciclista disse que deixou de fazer o percurso sozinha e até mudou sua aparência por medo de reencontrar o agressor.

A mulher agredida, que é atendente de supermercado, não quis se identificar e falou que faz o percurso há anos e nunca passou por situação semelhante. Segundo a mulher, ela pedalava em direção ao trabalho, como sempre fazia, e foi surpreendida com a atitude do homem que passou a mão em seu corpo.

Logo depois da ação, o agressor pedalou mais rápido que a mulher e fugiu do local. “Foi muito rápido. Eu olhei para trás pra ver e pedir ajuda, ver se alguém tinha visto, mas não tinha ninguém”, contou. A agressão aconteceu por volta de 6h45, na Rua Santa Rita de Cássia, na Vila Caiçara.

“Isso é coisa que a gente nunca acha que vai acontecer, me senti invadida demais. O povo fala ‘ah, tem mulher que anda muito despida’, mas eu estava indo paro o meu trabalho, vem uma pessoa e achou que tem o direito de fazer aquilo comigo”, lamentou.

“Acho que se eu estivesse um pouco mais para trás [fundo da rua], não sei o que poderia ter acontecido comigo”, comentou. A mulher esperou sair do trabalho e procurou por câmeras de monitoramento que poderiam ter filmado o ocorrido e conseguiu imagens da agressão.

Após a agressão que sofreu, a mulher revelou que seu estado psicológico não está bem e que tem pedido ajuda de colegas para ter companhia em seu trajeto até o trabalho. Para dificultar a identificação pelo agressor, a mulher disse que mudou o aspecto de seu cabelo.

“Não sei nem o que fazer. Estou com muito medo mesmo”, disse temerosa. A mulher contou também que não está conseguindo dormir direito e que tem se assustado com aproximações repentinas de pessoas. “Estou muito traumatizada”, concluiu.

Da redação do Acontece na Bahia

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