Vice-presidente da républica, Hamilton Mourão, se pronuncia sobre caçada a Lázaro

Ao comentar o caso do criminoso Lázaro Barbosa, de 32 anos, procurado pela polícia em Goiás há 10 dias, o vice-presidente Hamilton Mourão (PRTB) afirmou, na manhã desta sexta-feira (18/6), que não é fácil encontrá-lo em “mato cerrado”. Segundo ele, “é igual a buscar leão na selva”.

Lázaro é suspeito de ter cometido vários crimes no Distrito Federal, incluindo a chacina de uma família, e em outros estados. As polícias do DF e de Goiás montaram uma força-tarefa para encontrá-lo.

“A polícia tem tropa especializada, principalmente na área em que ele está, de mato cerrado, não é simples você achar uma pessoa. Uma área larga, você tem de isolar. Primeiro, se faz um cerco longo, depois você vai dividindo por quadrante e vai vasculhando até achar o cara. É igual a buscar leão na selva, vai batendo mato, operação demorada”, explicou.

Nessa quinta-feira (18/6), 20 homens da Força Nacional de Segurança foram encaminhados para o Entorno do DF. O ministro da Justiça, Anderson Torres, ligou para o secretário de Segurança Pública de Goiás, Rodney Miranda, oferecendo ajuda federal.

Ficha criminal
Lázaro tem uma extensa ficha criminal. Ele é suspeito de ter invadido uma casa na Fazenda Vidal, no Incra 9, na madrugada do dia 9 de junho, no Distrito Federal, e assassinado a tiros e facadas Cláudio Vidal de Oliveira, 48; Gustavo Marques Vidal, 21 e Carlos Eduardo Marques Vidal, 15.

Depois, o suspeito raptou a matriarca Cleonice Marques, de 43 anos. O corpo dela só foi encontrado três dias depois, em uma zona de mata, próximo a um córrego. A mulher foi executada com tiro na cabeça e estava nua.

Ele também fez fez chacareiros reféns, trocou tiro com um caseiro e com a polícia, mas segue foragido.

Com textos e informações do portal Metrópoles

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