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Três tias estão envolvidas em assassinato de sobrinha, diz PC

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Três meses após o assassinato da técnica de enfermagem Adilma Evangelista de Souza, a Polícia Civil prendeu duas tias da vítima suspeitas de mandarem matar a sobrinha. Uma terceira parente está foragida.

As prisões ocorreram na quinta-feira (18) em cumprimento a mandados de prisão preventivas decretados pelo juiz da comarca, Amine Mafra Conrado. O caso foi divulgado nesta sexta-feira (19).

Adilma foi morta a tiros enquanto caminhava na zona rural de Batalha, Sertão de Alagoas. O crime ocorreu no dia 30 de abril de 2019. Segundo informações da polícia, dois homens em uma moto teriam disparado contra ela, que morreu no local.

As investigações da Polícia Civil afirmam que três tias de Adilma são as principais suspeitas de mandarem matar a sobrinha. O crime teria sido motivado por causa de uma briga familiar que já resultou em diversas mortes entre os próprios parentes.

Edilma, por exemplo, não é a primeira da família a ser assassinada. Antes dela, os dois irmãos foram mortos a tiros. Um deles é Alex Evangelista da Souza. “A morte de Alex ocorreu por causa de uma desavença familiar. A família achou que ele tinha envolvimento na morte do tio, e as irmãs [presas] o ameaçaram e fizeram ameaças também contra Adilma”, disse o delegado.

O tio mencionado na investigação é Gilvan Saraiva de Souza, morto no Ceará. O delegado do caso, Rômulo Monteiro, informou que a polícia está em busca da terceira tia de Adilma, que está foragida.

(Fonte: OP9)

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