Time do goleiro Bruno enfrenta time da Polícia Militar em final de campeonato e perde

Após meses entre contrações e revogações de contratos, sempre dividindo opiniões por onde passou, o goleiro Bruno foi contratado por um time do Acre e já começou a disputar jogos. Contudo, num dos seus primeiros jogos, Bruno já voltou a aparecer na mídia. Dessa vez, um fato curioso ocorreu: o time do goleiro jogou a final do campeonato acreano contra uma equipe da Polícia Militar.

Depois de ser contratado para jogar pelo Rio Branco, clube do Acre, Bruno teve que lidar com protestos da própria torcida, que renegou a chegada dele. Entretanto, o goleiro permaneceu no time. Neste final de semana, o Rio Branco enfrentou a equipe do Galvez, time da Polícia Militar.

Durante o jogo a equipe dos agentes acabou levando a melhor. Sem muitas dificuldades, o Galvez venceu o time de Bruno por 2 a 0, com gols de Índio e Daniego. Enquanto jogava, Bruno já se beneficiou da decisão que o permitiu retirar a tornozeleira eletrônica. Mas como ele conseguiu isso mesmo ainda estando em regime semiaberto? Aos 35 anos, o goleiro foi até a delegacia depois de treinar na noite da última terça-feira, dia 8. Chegando lá, ele afirmou que a tornozeleira acabou o machucando e pediu um exame de corpo de delito para comprovar o que dizia. Diante da situação, as autoridades decidiram conceder uma liminar que suspende o uso contínuo do dispositivo. Desde então, pelos próximos 30 dias, Bruno poderá retirar a tornozeleira duas horas antes de treinar e jogar partidas, mas terá que recolocá-lo duas horas depois que concluir essas atividades.

Da Redação do Acontece na Bahia.

 

Categoria(s): Nacional.

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