‘Não é uma relação fácil’; afirma Mourão sobre o presidente Bolsonaro durante entrevista

Uma notícia tem repercutido nas redes sociais nesta terça-feira (22). O vice-presidente da República, Hamilton Mourão, afirmou em entrevista ao portal Metrópoles que a relação dele com o presidente Bolsonaro não é fácil. Mourão que anda afastado das reuniões ministeriais ultimamente afirma que procura dá a sua contribuição ao presidente, mas pontuou que fica inviável ajudar quando não tem informação sobre o que anda acontecendo no Palácio do Planalto.

O vice-presidente trouxe fatos históricos para embasar o distanciamento do presidente. “O papel do vice-presidente na história da República sempre foi complicado. Começando pelo primeiro, o Floriano Peixoto”, comentou. “Não é uma relação simples, não é uma relação fácil”, pontuou. “O que eu tenho tentado é cooperar com o presidente, e para isso eu tenho que saber o que está acontecendo. Quando eu não sei o que está acontecendo fica difícil cooperar”, lamentou. Mas não é só isso…

Mourão disse que não há que se falar em ruptura.“Fui eleito para ser vice-presidente do presidente Jair Bolsonaro. Então, vou acompanhá-lo até o dia 31 de dezembro do ano que vem”, comentou. Hamilton Mourão disse ainda que apoiará o presidente Bolsonaro em 2022.

Ainda durante a entrevista o vice-presidente contou que não conversou com Bolsonaro sobre a composição da chapa que irá disputar as próximas eleições, entretanto falou que possivelmente estará de fora. “Os indícios são de que o presidente pode escolher outra pessoa como seu candidato a vice, até por problemas de composição política”, contou. “Aguardo, pacientemente, o que vai acontecer”, afirmou.

Da redação do Acontece na Bahia

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‘Tudo bandido’, diz Mourão sobre mortes em operação policial na favela de Jacarezinho no Rio de Janeiro

'Tudo bandido', diz Mourão sobre mortes em operação policial na favela de Jacarezinho no Rio de Janeiro

Uma notícia tem sido destaque nesta semana. Pois, depois da operação da Polícia Civil na favela de Jacarezinho, que deixou 24 mortos, o vice-presidente Hamilton Mourão, declarou apoio a ação dos policiais dizendo “Tudo bandido”. 

Segundo o portal do SBT News, a operação policial teve como objetivo conter a expansão do crime organizado da facção Comando Vermelho, após serem informados por denúncias anônimas de que a quadrilha estaria aliciando crianças para fazer parte do tráfico de drogas. Durante a ação da guarnição, um dos agentes foi baleado e morto.

“Entra um policial numa operação normal, leva um tiro na cabeça de cima de uma lage. Lamentavelmente essas quadrilhas no narcotráfico são narco-guerrilhas, têm controle sobre determinadas áreas. É o problema da cidade do Rio de Janeiro, que já levou várias vezes as forças armadas a serem chamadas a intervir” disse o vice-presidente.

Ainda durante a entrevista,  Mourão foi questionado sobre qual seria a sua opinião do voto impresso para as eleições de 2022.

“Daria segurança. Quanto tu vai no banco, você faz uma transação na maquininha ela tira um negocinho [comprovante] que você guarda e confirma a operação. Acho que poderia ser estudado”, argumentou.

“O Congresso poderia debater isso. Você aperta seus dados para votação, sai um papel e você coloca numa urna. Se tiver alguma dúvida, você conta. Acho que isso não é nada demais.”concluiu.

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Após pedido de Bolsonaro, Mourão dispara: “A gente não tem que ser mendigo nisso aí. O Brasil não está pedindo esmola”

Recentemente, o atual presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido) entrou com um pedido de ajuda para a comunidade internacional. Entretanto, nesta segunda-feira (19), o vice presidente, General Mourão, declarou que o Brasil não está pedindo esmolas.

“A gente não tem que ser mendigo nisso aí, né, vamos colocar a coisa muito clara”, disse o vice presidente.

Segundo informações, o Palácio do Planalto, divulgou a carta em que o presidente reforçava o seu pedido de apoio para o atual presidente dos Estado Unidos, Joe Biden,. Com objetivo de minimizar o danos causados pelo desmatamento e a poluição do ar.

Mas, além do Mourão, quem não gostou nada disso foi, o ministro Ricardo Salles, que desaprovou a iniciativa de Bolsonaro, alegando que, os países tem que colaborar com o Brasil, antes mesmo de trazer algum benefício para os demais países.

“Ao sublinhar a ambição das metas que assumimos, vejo-me na contingência de salientar, uma vez mais, a necessidade de obter o adequado apoio da comunidade internacional, na escala, volume e velocidade compatíveis com a magnitude e a urgência dos desafios a serem enfrentados”, informou Jair, em sua carta, ” além de Inspira-nos a crença de que o Brasil merece ser justamente remunerado pelos serviços ambientais que seus cidadãos têm prestado ao planeta.”

O vice- presidente, General Mourão, prosseguiu fazendo algumas ressalvas, lembrando que o Brasil não é 100% responsável pela poluição mundial.

“Vamos colocar a coisa muito clara: temos as nossas responsabilidades. O Brasil é responsável só por 3% das emissões no mundo. Desses 3%, 40% é o desmatamento, ou seja, 1,2% do que se emite no mundo é responsabilidade do desmatamento nosso aqui. Tem que fazer nossa parte, dentro do Acordo de Paris”disse o general Mourão

“Não queimamos petróleo e carvão com os outros países queimam, ou seja, temos uma matriz energética que é limpa, renovável. Então, a gente tem um lugar certo na mesa de conversa sobre mudança do clima”, acrescentando o vice-presidente.

“Se quiserem trazer recursos, o Fundo Amazônia admite todo e qualquer tipo de doação para ele. Ele já está aberto para isso, não é só os países que foram doadores iniciais. Entes privados, ou outros entes públicos, outros países podem aderir a ele” Conclui Mourão.

 

Da Redação do Acontece na Bahia

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