Eduardo Paes sugere proibir venda da cerveja de litrão para não vacinados no Rio

Inspirado na decisão de Quebec, a segunda província mais populosa do Canadá, o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, diz pensar em proibir o litrão de cerveja para os não vacinados.

Quebec restringiu a venda de álcool e maconha aos não vacinados e viu a procura por vacina aumentar em 400%. Inspirado na atitude do país, Paes sugeriu a restrição, mas para a cerveja. A maconha é legalizada no Canadá para fins recreativos desde 2018.

“Pensando em pegar esse bonde e proibir o Litrão(uma gelada) pra eles aqui no Rio! 🙄🙄🙃🙃🧐🧐”, escreveu ele nas redes sociais.

O prefeito realizou uma live na manhã de hoje (12) para destacar uma reportagem do GLOBO que revela que 90% dos internados por COVID-19 estão sem o esquema vacinal completo.

“Essa live é para chamar atenção. A gente vê essa manchete do GLOBO com dados aqui do Rio e eu não consigo entender a pessoa que não se vacina, que não toma a dose de reforço. Se não for por amor próprio, e nós te amamos, queremos você vivo, por favor, nos poupe de ter a rede de saúde (sobrecarregada), que já está há dois anos sofrendo. Estávamos voltando à normalidade, e temos que voltar a internar por Covid-19”, disse.

Ele também apontou a vacina como sinônimo de liberdade.

“Quero me meter na sua vida porque eu quero que você viva. Pode não votar em mim, não gostar de mim, problema seu. Mas eu quero que você viva. A vacina é liberdade, é o que permite a gente girar normalmente. Qualquer restrição depois desse tempo todo é muito difícil. A gente está chegando num momento delicado, mas que pode ser um ponto de virada”.

 

Da Redação do Acontece na Bahia

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Mãe pede por liberação da vacina para crianças depois de perder a filha de apenas 8 anos para doença

A vendedora Valkíria Alice dos Santos, de 39 anos, está enfrentando uma grande perda. A sua filha, a Ana Luísa dos Santos Oliveira, de oito anos, morreu sendo mais uma vítima da Covid-19. Ana Luísa chegou a ficar um mês na UTI.

“Fiquei um mês com ela na UTI, não queria vir para casa, queria ficar lá, conversando muito com ela, falando que ia ficar bem. Depois de um tempo, ela intubou, aí tiraram, ela deu uma boa melhorada, depois o período de Covid-19 passou e veio uma infecção em decorrência da doença. Muito remédio forte, não sei se poderia ter ficado com sequela, o médico disse que poderia, foi muita medicação, saturação muito baixa, chegou a 11. Dentro desses altos e baixos, eu lá junto. Ela estava sofrendo muito, Deus quis recolher a minha pequena. Agora que estou assimilando, mas é tudo muito estranho para mim”, conta Valkíria.

A mãe da menina, que sempre torceu para que a filha fosse imunizada, não vê a hora da vacinação ser liberada para crianças. “Eu creio que, se ela tivesse tomado, poderia ter pego, mas não desse jeito. Seria fraco, e não tão agressivo do jeito que foi. Tem que liberar essas vacinas para as crianças”, diz.

Segundo Valkíria, a suspeita é de que a filha tenha se contraído na escola, quando liberou 100% da capacidade, já que em casa ninguém estava com a doença quando ela se contaminou. Ela também revela que a filha não tinha nenhuma comorbidade.

“Aqui em casa não foi. Creio que foi no colégio, após liberarem o retorno de 100% [da capacidade]. Às vezes, as crianças não têm sintomas”, explica.

“A única coisa que ela tinha era rinite alérgica. Ela era gordinha, mas era uma criança saudável, não tinha diabetes, não tinha colesterol, brincava normal, estava indo à escola. Eles falaram ‘mãe, devido a ela ser gordinha, pode ter sido um fator que contribuiu para ela não conseguir a cura'”.

Ela relembra os primeiros sintomas que a filha sentiu. “Ela não queria comer, teve febre, levei ela no médico, na pediatria infantil do São João, e ele falou que era dengue. Fizemos todos os cuidados, repouso, mas até aí, crente que era dengue. Ela ficou com uma tosse muito estranha, levei ela no médico, que falou que poderia ser suspeita de Covid-19”.

Valkíria também defendeu a vacinação em crianças. “Por que aconteceu com a minha filha? Ela era muito cuidadosa. Creio que, se estivesse vacinada [seria diferente]. As crianças precisam, acham que não pegam, mas elas pegam, sim”.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), autorizou na última quinta-feira (16) a vacinação para crianças entre 5 e 11 anos. Contudo, é preciso que o Governo Federal compre versões específicas do produto, haja vista que a vacina aplicada em crianças é diferente da aplicada em adultos. Mesmo o princípio ativo sendo o mesmo, é preciso ter fracos e dosagens diferentes.

Sobre esse assunto, o Ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, afirma que “introdução desse produto no âmbito de uma política pública requer uma análise mais aprofundada” do ministério e que a decisão será tomada em 5 de janeiro.

 

 

 

Da Redação do Acontece na Bahia

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Após declaração, Bolsonaro se torna investigado em novo inquérito instaurado por ministro do STF

Foi instaurado inquérito contra o presidente da República Jair Bolsonaro (PL), pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), após o presidente afirmar em uma live, em 21 de outubro, que pessoas que foram imunizadas contra a covid-19 no Reino Unido estariam “desenvolvendo a síndrome de imunodeficiência adquirida (Aids)”.

O pedido para instauração de inquérito foi feito pela Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pandemia no Senado. O ministro entendeu que Bolsonaro se utilizou das redes sociais para propagar fake news.

“Nesse contexto, não há dúvidas de que as condutas noticiadas do presidente da República, no sentido de propagação de notícias fraudulentas acerca da vacinação contra o covid-19 utilizam-se do modus operandi de esquemas de divulgação em massa nas redes sociais”, decidiu o ministro.

A live em que o presidente Bolsonaro divulgou esta informação foi retirada do ar pelo Facebook em 25 de outubro e do YouTube, em razão das plataformas julgar que o conteúdo violou os termos de desinformação e propagação de fake news. O presidente Bolsonaro também ficou proibido de fazer publicações nas redes sociais.

Da Redação do Acontece na Bahia

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Ator Juliano Cazarré pode perder papel em novela após se recusar a tomar vacina cotra a Covid-19

Uma notícia tem sido destaque nas redes sociais nesta quarta-feira (28). O ator Juliano Cazarré pode não participar da próxima novela da Globo, para a qual estava com presença garantida, por se negar a tomar a vacina contra a Covid-19. Segundo o jornalista Leo Dias, o ator havia sido escolhido para interpretar o peão Alcides no remake de ‘Pantanal’, papel que foi do ator Ângelo Antônio quando foi exibida a versão original da novela.

A decisão do ator em não querer se imunizar pode fazer com que Cazarré seja substituído do papel que estava cotado para atuar. Com previsão para começar ainda este mês, as gravações seguem atrasadas. Inicialmente as filmagens serão feitas no Rio de janeiro e posteriormente em locais no Pantanal, quando a pandemia estiver mais controlada. Cidades como Aquidauana, Miranda e Corumbá, n Mato Grosso do Sul, terão os seus locais e paisagens exibidos na novela.

A emissora emitiu uma nota sobre o assunto:‘‘Nós não começamos a divulgar informações de Pantanal. É cedo, ainda temos uma novela das 21h, ‘Um Lugar Ao Sol’ para estrear antes’’. O ator Juliano Cazarré foi questionado a se manifestar tanto pessoalmente quanto por meio da assessoria de imprensa, mas ainda não se manifestou sobre o assunto.

Da redação do Acontece na Bahia

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