Baixa Grande: Laboratório Sismológico registra tremor de terra na região

Uma notícia tem sido destaque nas redes sociais nesta quinta-feira (23). A terra tremeu na cidade de Baixa Grande, cidade localizada a 262 km de Salvador, segundo registro feito pelas estações sismográficas operadas pelo Laboratório Sismológico da UFRN. O fenômeno natural aconteceu nessa quarta-feira (22) e deixou os moradores locais assustados.

Os registros apontaram um tremor de magnitude 1.5 mR, que ocorreu às 17h08 UTC (14h08, hora local) e foi sentido por moradores da localidade. O LabSis já desenvolveu alguns trabalhos naquela região em 2018 e constatou que o local apresenta com certa frequência tremores de terra de baixa intensidade.

O monitoramento de toda atividade sísmica que acontece na Bahia e também na região Nordeste da país é feito pelo Laboratório Sismológico (LabSis), que faz parte do Departamento de Geofísica da Universidade Federal do Rio Grande do Norte e conta com estações de monitoramento em todos os estados do Nordeste.

Da redação do Acontece na Bahia

 

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Jacobina: Cidade registra o 5º tremor de terra desde o início do ano e Defesa Civil fica em alerta

Uma notícia preocupante tem circulado nas redes sociais. Nesta segunda-feira (10), a cidade de Jacobina que fica localizada a 330 km distante de Salvador, registrou o 5º tremor de terra desde o início do ano. As informações foram confirmadas pelo Laboratório Sismológico da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (LabSis), que registrou o tremor de 2.0 mR, classificado como de baixa magnitude.

Já foram registrados na cidade de Jacobina quatro tremores de terra entre fevereiro e março deste ano, de acordo com informações do LabSis. No dia 18 de fevereiro foi registrado o primeiro tremor de terra com magnitude de 2.7 mR. No dia 18 de março aconteceu o segundo e o terceiro tremor com magnitude de 2.2 mR e 1.7 mR. No dia 30 de março foi registrado o quarto tremor de terra e considerado o menos ofensivo com 1.2 mR. Mas não é só isso…

A Defesa Civil municipal tem recebido muitos alertas de moradores que percebem os tremores de terra na cidade, de acordo com a unidade reguladora. Nos eventos que foram verificados em Jacobina não foram divulgados registros de feridos ou vítimas fatais.

Da redação do Acontece na Bahia

 

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Amargosa: Tremor de terra de magnitude 1,4 na Escala Richter é registrado na região

Uma notícia tem sido destaque nas redes sociais nesta terça-feira (4). Os moradores de Amargosa, no Recôncavo baiano estão acostumados com os tremores de terra que tem acontecido com frequência na região. De acordo com os moradores da região, o fenômeno acontece a cada oito dias e as vezes por dias seguidos se percebe. “Sempre sinto a cama estremecer de madrugada e, de dia, o chão fica vibrando como se tivesse um trator passando na porta”, comentou Duceni Ferreira, do distrito de Corta Mão, que pertence ao município.

As pessoas estão tão acostumadas com os abalos que poucos moradores perceberam o tremor de 1,4 de magnitude na Escala Richter que aconteceu nesse sábado (1º).“O tremor foi detectado pelo laboratório de sismologia da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), mas não foi percebido pelos moradores. Também não aconteceram estragos, como havia acontecido em terremotos anteriores”, contou o prefeito Júlio Pinheiro. Mas não é só isso…

Segundo informações do Laboratório Sismológico (LabSis) do Departamento de Geofísica da UFRN, o abalo foi percebido às 5h26 desse sábado em Tabuleiro da Boa Vista, do município de São Miguel das Matas, na divisa com Corta-Mão, em Amargosa.“Não foi com muita intensidade, mas o chão tremeu e fez um barulho como se alguém tivesse dado um chute na parede”, afirmou Duceni que é moradora do local.

O geofísico Eduardo Menezes tem feito o acompanhamento das atividades sísmicas da região por meio do Labsis e confirmou que desde o último mês de setembro já foram registrados mais de 600 tremores na região.

O Recôncavo Baiano tem um histórico muito antigo de atividade sísmica, só que em frequências de repetições que demoram a serem observados por populares. Na região existem falhas geológicas ativas, que são responsáveis por ocasionarem esses tremores e são registrados pelos sismógrafos que mantemos operando no local”, concluiu o cientista.

Da Redação do Acontece na Bahia

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