Filha de Gretchen leva uma vida discreta, no Sul da França, estudando e trabalhando como entregadora de comida: “Aqui, eu trabalho como entregadora de comida japonesa”

Uma notícia tem sido nesta semana. Pois uma jovem filha de uma famosa, leva uma vida bastante discreta no exterior. Trata-se de Giulia Miranda, de 17 anos, filha de Gretchen. Apesar de ser bastante jovem, ela já estuda gestão financeira e se mantém trabalhando como entregadora de comida japonesa, pilotando uma moto do modelo scooter.

Em entrevista ao portal R7, Giullia, contou que mora em Mônaco, há pelo menos quatro anos, região situada no sul da França. 

Para a filha de Gretchen, seu maior objetivo é concluir seus estudos em gestão financeira e em seguida entrar em uma faculdade para cursar economia. Ela contou que sente muita falta de Recife, cidade onde nasceu, entretanto, não pretende voltar para o Brasil, antes de concluir os seus objetivos.

 “Acho muito interessante tudo que envolve marketing e negociações de empresas. Como já tenho dois irmãos que estão nessa área, penso em seguir também” disse a jovem.

“Aqui, a gente não pode trabalhar em uma coisa tão grande sendo menor de idade. Por isso, trabalho em um restaurante, mas pretendo não ficar muito tempo. Depois, quero ir para alguma coisa maior”, acrescentou em entrevista para o portal. 

Ainda durante a entrevista, ela informou que conseguiu o seu primeiro emprego trabalhando como entregadora de comida japonesa, pois existe uma lei em Mônaco, que permite que adolescentes de 14 anos possam tirar sua primeira habilitação. “Aqui, eu trabalho como entregadora de comida japonesa”. informou.

Questionada, ela declarou com firmeza que não teve dificuldades de aprender a falar francês. “Em um ano, eu já conhecia praticamente tudo da língua” disse Giulla, que fala portugês, francês e está aprendendo espanhol.

Ela ainda contou como está sendo a vida durante a pandemia, morando no sul da França. “Claro que temos alguns casos, mas está bem mais controlada. Nós ainda temos aulas à distância e eu sigo todas as recomendações das autoridades da saúde. Graças a Deus, não tive a covid-19”

Giullia confessou que “mundo da moda sempre a interessou”, entretanto, “Meu objetivo, em primeiro lugar, são os meus estudos”. e continuou falando sobre a falta que o Nordeste faz em sua vida. “Todos os dias eu penso em voltar, se pudesse, iria todos os anos. Meu lugar é o Recife, onde nasci, morei, tenho todos os meus amigos. O Nordeste em si eu amo muito. Praia, sol e calor é tudo para a minha vida, eu amo!”.

A jovem estudante falou com entusiasmo ao dizer sobre a sua relação com a mãe. “Ela é essa pessoa maravilhosa que vocês conhecem. Acho muito legal o que ela faz, porque ela mostra para as pessoas quem ela realmente é. Me orgulho de ser filha dela, uma mulher que nunca desiste das coisas. Eu sou assim também, não desisto fácil daquilo que quero” .declarou

Mesmo estando solteira, ela informou que formar família é algo muito distante, e  que nada é mais importante na sua vida atualmente do que os estudos.”Primeiro, quero fazer tudo para ter um futuro perfeito. Para depois, ter uma família com uma pessoa que me faça muito feliz” concluiu.

Da Redação do Acontece na Bahia.

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Salvador: Denuncia anônima revela fornecimento de material de baixa qualidade e coerção com os profissionais da saúde

Uma notícia está sendo destaque nesta quinta-feira (29). Uma denuncia anônima revelou que os funcionários do Samu de Salvador estariam trabalhando com equipamentos de proteção de qualidade baixa, o que não garante a proteção à saúde dos profissionais, além de serem coagidos enquanto trabalhavam.

“O serviço dispunha de material adequado até o início dessa semana, mas o material acabou no estoque e não houve a reposição do material adequado que confere proteção biológica, de acordo com órgãos regulamentadores. O que eles estão fornecendo é de proteção química, de qualidade bastante inferior”, disse a pessoa da denuncia.

Ela também revela a forma como os profissionais estão sendo tratados pelo chefe do setor.

“Após receber o chamado de suspeita ou confirmação de infecção por Covid-19, e questionar a qualidade do material fornecido, o funcionário é convidado a assinar um termo de recusa e imediatamente é aberto um administrativo contra o servidor”, explicou.

“Eles argumentam que a equipe tem que atender, que não pode recusar a assistência. Mas a nossa lei de conselho de classe diz que o exercício profissional está condicionado a condições de proteção. E é obrigação do empregador ofertar o equipamento de proteção individual compatível com a natureza do trabalho. Isso não vem acontecendo”, finalizou a denuncia.

O chefe de setor, Ivan Paiva, por sua vez, nega qualquer tipo de coerção. “Apenas precisamos que o funcionário assine o termo de recusa do atendimento, porque é um documento necessário para dar prosseguimento a ocorrência. É preciso ter isso documentado”.

Sobre a qualidade do material, Ivan Paiva alega que o Samu fornece equipamentos regulamentados e que passaram no controle de qualidade da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

 

 

Da Redação do Acontece na Bahia

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Após pegar carona, jovem pai morre dentro do carro no caminho do trabalho

Uma notícia tem gerado muita comoção nas redes sociais nesta segunda-feira (1/). O frentista Arilson Santiago Pinto, de 21 anos, ia para o trabalho quando teve a viagem interrompida drasticamente em São Gonçalo, Rio de Janeiro, no domingo (28/2). 

As informações são de que o rapaz tinha acabado de pegar a carona com um amigo quando a tragédia aconteceu. A família confirmou ainda que Arilson foi socorrido no Hospital Estadual Alberto Torres, porém não resistiu. Mas não é só isso.

Além disso, o jovem também era pai, ele deixa uma filha pequena. A Delegacia de Homicídios de Niterói, São Gonçalo e Itaboraí informaram que irão investigar o crime. A fim de solucionar o incidente testemunhas foram chamadas para dá depoimentos. 

Houve muitos protestos de moradores da comunidade Palha Seca, em Tribobó contra a morte do frentista na RJ-106. O trânsito ficou congestionado e a polícia foi acionada para conter os manifestantes e usaram contra eles bombas de gás. 

 Da Redação  do Acontece na Bahia   

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Vendedor adapta carretinha em bicicleta para trabalhar e cuidar do filho durante pandemia

Luan Maciel Carvalho, de 24 anos, é vendedor de salgados em Santa Helena de Goiás (GO) e não tem com quem deixar o filho pequeno, Pedro Samuel, de apenas 4 anos, enquanto sai para trabalhar.

Desde o início da pandemia, com as creches fechadas, Luan tem levado o Pedro nas suas rotas de venda, que dão cerca de 50 km por dia! Ele faz tudo isso pedalando e adaptou uma carretinha para que o filho ficasse confortável e na sombra.

Luan ganha cerca de R$ 700 por mês e todo o dinheiro é para pagar aluguel, energia, água e comida. Ele disse que não sobra nenhum valor para pagar uma babá.

Luan ganhou uma cadeirinha de criança e o restante do material custou R$ 45. Ele colocou mais duas rotas e uma lona, que serve de sombreiro para que Pedro não fique o dia inteiro no sol.

É tudo de sucata, comprei tudo no ferro-velho. As babás mais baratas que eu achei cobravam R$ 400“, contou.

Com a adaptação, o peso que Luan carrega aumentou para 50 kg. Isso faz com que o vendedor também tenha um cansaço físico maior, durante seu turno de trabalho.

Pedro e Luan chamam a atenção por onde passam. O pai conta que muita gente elogia a sua dedicação e amor pelo filho.

Não são todos os pais que fazem uma coisa dessas. É um sacrifício muito grande. Não é fácil para ele não”, disse a empresária Marlene Campos quando viu a iniciativa do salgadeiro.

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