Patroa que agrediu babá em Salvador terá que usar tornozeleira eletrônica por determinação da Justiça

Uma notícia é manchete nos principais meios de comunicação nesta quinta-feira (21). A empresária Melina Esteves França, investigada por agredir a babá Raiana Ribeiro, em Salvador, vai usar tornozeleira eletrônica por determinação da Justiça Federal. Esta informação foi confirmada pelo Ministério Público Federal (MPF). Raiana Ribeiro pulou do terceiro andar de um prédio para fugir das agressões da patroa.

O Ministério Público Federal informou ainda que o pedido de prisão preventiva da empresária foi indeferido em razão dela ser mãe de crianças pequenas. Entretanto, a Justiça determinou o uso de outras medidas cautelares, como o monitoramento eletrônico. O advogado da investigada informou que o aparelho será colocado nesta manhã, no Fórum Criminal que fica localizado no bairro Sussuarana.

A Justiça do Trabalho determinou uma série de obrigações trabalhistas para a agressora, sob pena de multa que ultrapassa R$ 300 mil. A empresária é investigada por violência doméstica contra 11 ex-funcionárias, além de Raiana. O MPF está analisando o inquérito policial para apontar a quantidade de crimes cometidos por Melina.

Circuitos internos de monitoramento da casa de Melina mostraram Raiana desmaiando após as agressões. Foram observados tapas, socos, chutes e puxões de cabelos. Logo em seguida, Raiana levanta e vai em direção a uma porta de vidro para respirar. A babá se desequilibra e cai desmaiada, atingindo uma das filhas de Melina que estava próximo. No dia 3 de setembro, Raiana contou que havia desmaiado em razão das agressões e porque ficava sem se alimentar no trabalho.

Melina Esteves França deixou o apartamento onde reside no bairro do Imbuí, em Salvador, sob protestos de moradores e escoltada por policiais civis, para ir prestar depoimento à polícia. A investigada foi liberada após ser ouvida.

A babá Raiana Ribeiro pulou do terceiro andar de um prédio na manhã de 25 de agosto para fugir de agressões. Contou que era mantida em cárcere privado pela patroa Melina Esteves França, que a agredia fisicamente. Raiana chegou a enviar mensagens de áudio para familiares pedindo
ajuda momentos antes de pular do prédio. A babá sofreu fraturas no pé e ficou internada no Hospital Geral do Estado (HGE). Neste mesmo dia, Raiana recebeu alta médica.

Da Redação do Acontece na Bahia

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Delegadas são monitoradas por meio de tornozeleira eletrônica após serem acusadas de chefiar grande esquema

As delegadas Anna Cláudia Nery e Patrícia Bezerra de Souza Dias Branco, da Polícia Civil do Ceará, começaram a ser monitoradas por meio do uso de tornozeleira eletrônica. Acusadas de fazer parte de um esquema de extorsão e tortura, as delegadas de polícia estão cumprindo decisão judicial que abrange ainda mais de 20 policiais civis que serão monitorados.

O Ministério Público denunciou que um grupo de policiais estava envolvido em um esquema criminoso que tinha como objetivo extorquir dinheiro de traficantes de drogas, usando integrantes de facções rivais com o objetivo de delatar os criminosos com dinheiro que seria tomado por agentes. Houve ainda denúncias de tortura em alguns casos.

As delegadas da Polícia Civil são acusadas de chefiar o grupo acusado por extorsão, corrupção, associação criminosa, tráfico de drogas, falsidade ideológica e peculato. Estão sendo investigados 22 inspetores da Polícia Civil, três delegados, um escrivão e ainda seis informantes.

O sindicato e entidades que representam a classe pedem a retirada do equipamento. A Associação dos Delegados de Polícia Civil do Ceará (Adepol-CE), disse que entrou com pedido solicitando a revogação da decisão. O Ministério Público do Estado entendeu que o uso do equipamento é uma ‘medida suficiente’. A Justiça do Ceará julgou que era o caso do uso da tornozeleira eletrônica.

Da redação do Acontece na Bahia

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PF diz que deputado Daniel Silveira tentou pular muro de residência para escapar de nova prisão

Uma notícia tem sido destaque nas redes sociais nesta sexta-feira (25). De acordo com a Polícia Federal (PF), o deputado Daniel Silveira (PSL-RJ), tentou pular o muro de sua casa para escapar da polícia em razão de ter em seu desfavor um novo mandado de prisão expedido pelo Supremo Tribunal Federal (STF), nessa quarta-feira (23). Os agentes federais confirmaram a versão que Daniel Silveira voltou para a residência quando encontrou um agente.

De acordo com informações, o deputado violou 36 vezes as regras de uso da tornozeleira eletrônica descumprindo determinação da justiça. Daniel Silveira foi preso em fevereiro deste ano em cumprimento a mandado de prisão expedido pelo ministro Alexandre de Morais por publicar vídeos defendendo o retorno do AI-5 e fazer ataques a ministros do STF. Mas não é só isso…

O parlamentar defende que é um preso político segundo nota divulgada por seus advogados.“Seu caso já passou da hora de ser tratado nos organismos internacionais de defesa aos direitos humanos. Ele é um preso político e assim deve ser tratado”, alega o advogado André Rios que defende o parlamentar.

Da redação do Acontece na Bahia

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