Cientistas confirmam nova variante “Ômicron”, que acumula mutações, é mais contagiosa e mais perigosa; Anvisa aconselha medidas de controle

Um recente aumento expressivo de casos estava preocupando as autoridades locais da África do Sul e região. Contudo, agora o alerta é global. De fato, a suspeita dos cientistas se confirmou e surgiu uma nova variante mais contagiosa e potencialmente mais perigosa.

Trata-se de uma variante do coronavírus que recebeu o nome de “Ômicron”. A variante acumula várias mutações do vírus e consegue se propagar com uma facilidade ainda maior entre as pessoas. A Organização Mundial da saúde afirmou:

“A situação epidemiológica na África do Sul foi caracterizada por três picos distintos nos casos notificados, o último dos quais foi predominantemente a variante Delta. Nas últimas semanas, as infecções aumentaram abruptamente, coincidindo com a detecção da variante B.1.1.529. A primeira infecção B.1.1.529 confirmada conhecida foi de uma amostra coletada em 9 de novembro de 2021”.

Recentemente, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) orientou que o governo implante restrições para voos e viajantes advindos da África. No comunicado, a Anvisa ainda especificou o risco maior dos seguintes países: África do Sul, Botsuana, Eswatini, Lesoto, Namíbia e Zimbábue.

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Ao acordar com a boca inchada, moça precisa ir ao hospital após descobrir que foi picada por lacraia

Nataly Galdino, estagiária de 21 anos, usou as redes sociais para alertar as pessoas sobre um caso que viveu na última noite. Ao acordar em sua casa, em São Vicente, São Paulo, Nataly percebeu que estava com uma forte dor no lábio superior e logo depois notou que havia um animal gigante preso na boca dela. Ao puxar o bicho por cerca de 5 segundos até ele se soltar, ela ligou a luz e viu do que se tratava.

Uma lacraia bem grande estava na sua coberta. Sentindo muita dor e uma sensação de falta de ar e aperto na garganta, ela foi ao hospital com os pais às pressas. De acordo com o portal Globo, a moça afirmou:

“Eles me levaram para a emergência porque eu não estava conseguindo respirar direito. Me deram remédio para alergia e para dor, mas o médico me explicou que, apesar de ser um animal peçonhento e venenoso, não corria risco de vida, como no caso de um escorpião.” Além disso, ela falou como se sentiu na hora em que acordou:

“Na hora foi desesperador porque eu não sabia quais efeitos poderiam me dar. Achei que podia ser muito venenosa e até morrer, ainda bem que não era. Mas resolvi fazer o alerta nas redes sociais explicando que as lacraias gostam da umidade e alertando da dor que podem causar, porque eu senti muita dor e sempre vejo pessoas falando de terem problemas de aparição desse animais na casa.”

Da Redação do Acontece na Bahia.

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Categoria(s): Nacional.

Bahia está entre estados com casos da doença que não tem remédio: “Tem relação com o consumo de peixes”

O aparecimento de uma doença virou motivo de preocupação para as autoridades e está sendo discutido nesta sexta-feira (27). Poucas pessoas imaginaram que, por conta de uma refeição, acabariam com uma doença raríssima.

Os números da chamada “doença da urina preta” geraram preocupação nas últimas semanas. Mesmo não sendo numericamente alarmantes, esses dados preocupam por conta da raridade dessa doença, que é formalmente denominada como síndrome de Haff, pode levar à internação e não que tem nenhum remédio específico para o seu tratamento. As cidades baianas de Alagoinhas, Simões Filho, Maraú, Mata de São Jorge e Salvador somam 6 casos, enquanto apenas Itacoatiara, no Amazonas, já somam 19. Mas afinal, de onde vem essa doença?

Essa síndrome está associada ao consumo de peixes e crustáceos, geralmente de água doce, que foram mal conservados. De acordo com a infectologista Ana Senni Rodrigues:

“É uma doença bem rara, e é causada por uma toxina presente nos peixes e crustáceos. Essa toxina causa uma lesão nos músculos, chamada de rabdomiólise. Essa lesão libera a proteína mioglobina, que cai na corrente sanguínea e sobrecarga os rins[…]A toxina acomete principalmente o sistema muscular e com isso acarreta o comprometimento do rim. A urina fica escura por conta da proteína chamada mioglobina que temos no músculo, ela tem tipo sangue mesmo, como componente da hemoglobina, e por isso que vai ficando escura”.

Além disso, a especialista pontuou que não há nenhum remédio específico para neutralizar a toxina: “Não tem um tratamento específico, então o paciente é tratado a partir da dor e do problema que apresenta. Se está com o rim alterado, vai tratar com hemodiálise, hidratar. Se está com dor muscular, vai cuidar da dor.”

Ainda no ano passado, só na Bahia, foram registrados 40 casos da doença, o que levantou um alerta na época. Diante dos novos casos, recomenda-se sempre que o consumidor procure peixes e crustáceos de boa procedência e sempre muito bem acondicionados.

Da Redação do Acontece na Bahia

 

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Perda de peso de Bolsonaro tem deixado os assessores preocupados; Pessoas próximas afirmam que crise política tem agravado o estado de saúde

Uma notícia está sendo destaque neste domingo (22). O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) tem deixado seus assessores preocupados por conta da sua saúde. Isso porque a perda de peso do presidente está acontecendo de forma muita acentuada e frequente. Somente nas últimas semanas, segundo as informações de Guilherme Amado, do site Metrópoles, Bolsonaro perdeu seis quilos.

Ainda segundo Guilherme, o emagrecimento se deu, principalmente, após deixar o hospital em julho, quando precisou ser internado para tratar o problema intestinal. Além disso, pessoas próximas afirmam que o estresse causado pela crise política que vive o país tem contribuído para a perda de peso. Não somente isso, ele vem sofrendo com problemas de insônia.

 

 

Da Redação do Acontece na Bahia

 

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