Rapaz discute durante partida de futebol, é atingido por uma “voadora” e acaba não resistindo após cair desacordado

Um desentendimento em uma partida de futebol resultou na morte de um homem de 42 anos, identificado como Geovani Biancho, morador de Barão, RS. Geovani veio a óbito após ser agredido durante uma partida de futebol na localidade de Torino, interior de Carlos Barbosa. O caso ocorreu na tarde desse sábado (11) e a polícia está investigando as circunstâncias.

A Brigada Militar informou que, por volta das 17h, houve um desentendimento em uma partida de futebol e Geovani Biancho foi alvo de um golpe conhecido como “voadora”, que é quando uma pessoa toma impulso antes de dar um chute na vítima. O impacto foi tão forte que Geovani caiu desacordado.

Ainda no local, Geovani foi atendido por integrantes dos Bombeiros Voluntários que estavam de folga, assistindo à partida, e encaminhado em seguida para o Hospital São Roque. Biancho não resistiu e morreu por volta da meia noite, antes de chegar a ser transferido para o Hospital Tacchini, de Bento Gonçalves. A causa do óbito de Geovani ainda não foi informada.

Segundo informações da BM, o homem que agrediu Geovani não estava no local. A Polícia Civil conseguiu identificar e interrogar o suspeito na manhã desse domingo (12). De acordo com Marcelo Ferrugem, titular da Delegacia de Polícia de Carlos Barbosa, o homem de 21 anos admitiu a agressão, mas afirmou que não imaginava que poderia resultar em morte.

Da redação do Acontece na Bahia

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Continuam as buscas pelo menino que foi medicado pela mãe e teria o corpo jogado em rio no RS

Uma notícia tem sido destaque nas redes sociais nesta terça-feira (3). A morte do menino Miguel dos Santos Rodrigues, de 7 anos, está sendo investigada pela Polícia Civil.

Informações iniciais apontam que o menino foi medicado pela mãe e teve o corpo jogado no Rio Tramandaí, em Imbé, Litoral Norte do Rio Grande do Sul. De acordo com a polícia, Yasmin Vaz dos Santos Rodrigues, mãe de Miguel, confessou este crime bárbaro que aconteceu na última quinta-feira (29). Yasmin e a companheira, Bruna Nathieli Porto da Rosa, foram presas pela polícia.

As investigações preliminares apontam que a criança era vítima de tortura física e psicológica, além de ficar amarrado dentro de um guarda-roupa. Segundo a polícia, vídeos e prints de conversas, as quais teve acesso, mostram a mãe de Miguel e a companheira e com a própria irmã discutindo sobre a compra de uma corrente que seria usada para amarrar Miguel.

Os Bombeiros ainda seguem com as buscas no mar a procura do corpo de Miguel.

Yasmin Vaz dos Santos Rodrigues, 26 anos, deu remédios para Miguel e o colocou dentro de uma mala. À polícia, a mulher disse não ter certeza se o filho estava vivo ou morto.”Para fugir, com medo da polícia, saiu de casa, pegando ruas de dentro, não as avenidas principais, levou a criança dentro de uma mala na beira do rio, e jogou o corpo. Repito, ela não tem convicção de que o filho estava morto”, disse o delegado do caso, Antonio Carlos Ractz Júnior.

Na quinta-feira (29), Yasmin foi até a delegacia registrar o desaparecimento de Miguel.”Ao anoitecer de ontem [quinta], a mãe dessa criança, com a sua companheira, procurou a DPPA de Tramandaí, a fim de registrar uma ocorrência policial de desaparecimento de seu filho. Alegou que o filho havia desaparecido há dois dias e que ainda não havia procurado a polícia porque pesquisou no Google e viu que teria que aguardar 48h. E começou a apresentar uma série de contradições, o que levou desconfiança da BM e PC”, contou o delegado.

Yasmin foi procurada pelo delegado e confessou o crime.”Ela tem um perfil de psicopata. Durante toda a minha carreira, eu não havia me deparado com alguém tão frio”, disse Ractz.

A companheira de Yasmin, Bruna Nathieli foi presa temporariamente e é investigada por envolvimento no caso. Troca de mensagens entre Yasmin e Bruna estão sendo analisadas pela polícia e mostram vídeos e mensagens nas quais ela ameaça Miguel. Exame psiquiátrico feito revelou que Bruna tem autismo leve, mas segundo o delegado responsável não seria suficiente para impedir sua responsabilização. “Ela será avaliada por peritos que concluirão se ela é imputável, semi-imputável ou inimputável. De qualquer forma, ela permanecerá presa enquanto não sair o resultado dessa perícia”, contou o delegado.

Da redação do Acontece na Bahia

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