Médica plantonista debocha de pacientes intubados com Covid-19: “Mais um eu peço música no fantástico”

Uma triste notícia circulou nas redes nesta manhã de quinta-feira (28) e causou revolta dos internautas. Uma médica recém-formada causou polêmica após fazer postagem onde brincava com dois pacientes intubados no plantão.  O fato ocorreu em um hospital de campanha no município de Guajará-Mirim, em Rondônia.

A médica Leanara Amaro Rocha em seu perfil publicou em seu perfil no instagram a seguinte mensagem: “Dois intubados no mesmo plantão kakakakka. “Mais um eu peço música no fantástico”.

Muitos internautas interpretaram as falas de Leanara como um deboche ou como uma brincadeira sem graça, principalmente quando se trata de pacientes em estado grave em uma doença tão letal como a Covid-19. Assim, a médica foi duramente criticada nas redes.

Formada no início do ano passado, Leanara estava de plantão na UTI (Unidade de Terapia Intensiva) de covid-19 do hospital.

A prefeitura repudio o comportamento da médica e afirmou que ela já havia pedido exoneração no início de 2021 e já está afastada.

A médica se expressou em suas redes sociais após a polêmica: “por uma publicação não pensada, sem teor nenhum de maldade ou sentimentos ruins” falou.

“jamais e por hipótese nenhuma comemoraria de maneira cruel sobre os péssimos desfechos da Covid-19″, finalizou a médica.

Da redação Acontece na Bahia.

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Eleita vereadora, filha de Fernandinho Beira-Mar é acusada na justiça de ser “braço político” do pai

A vereadora eleita Fernanda Costa (MDB), filha do famoso traficante Fernandinho Beira-Mar, é acusada judicialmente de ser “braço social e político” do pai em uma ação penal.

A mulher foi eleita vereadora em Duque de Caxias (RJ) e assumiu o cargo nesta semana.

Ela e seus irmãos são investigados por uma ação penal na Justiça Federal de Rondônia por fazer parte de uma organização criminosa liderada por Beira-Mar no estado.

A Polícia Federal investiga bilhetes e gravações do traficante que foram encontradas no presídio federal de Porto Velho (RO). Assim, ele mantinha contato com a família e com membros da quadrilha e comandava não somente a comercialização internacional de drogas como também a lavagem de dinheiro.

A filha do traficante condenado a mais de 300 anos de prisão é caracterizada pelo Ministério Público de Rondônia como “responsável pelo papel social e político da organização, em razão dos serviços que presta em comunidades de Duque de Caxias”.

As acusações da justiça estão relacionadas principalmente com o suposto uso do dinheiro do tráfico para fazer atividades assistenciais nas favelas da cidade. Assim, para o MPF-RO, a prática é feita com o intuito de lavar dinheiro. As informações são do Jornal Folha de S. Paulo.

Da Redação Acontece na Bahia.

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