Idosa é resgatada após viver em situação análoga à escravidão por 41 anos; A mulher não recebia salário e teve auxílio emergencial furtado pelos patrões

Uma triste notícia circulou nas redes nesta manhã de sábado (30). Uma idosa de 63 anos foi resgatada em uma casa de família localizada na Zona Norte do Rio de Janeiro. A mulher viveu 41 anos em condições análogas à escravidão, servindo de empregada doméstica sem receber salário ou férias.

Agentes federais da Operação Resgate, que combate o trabalho escravo, resgataram a mulher na última segunda-feira (25).

A mulher estava disponível para família de forma integral. No entanto, quando não estava na casa dos patrões a mulher catava latinhas na rua, mas o dinheiro era recolhido pelos patrões.

Em depoimento a mulher falou que nasceu em São Paulo e trabalhava na casa da família desde os 22 anos de idade.

A mulher nunca recebeu salário nem teve sua carteira de trabalho assinada. Além disso a mulher vivia num quarto minúsculo e sem luz nos fundos da casa.

Os empregadores receberam autos de infração e responderão ao processo em liberdade.

O Ministério Publico está lutando atualmente para aplicar uma indenização equivalente ao tempo trabalhado de forma análoga à escravidão na família.

Além do tempo trabalhado sem salário e condições sub-humanas que a família submetia a idosa, a família ainda sacou o auxílio emergencial da mulher e não o repassou. De acordo com a idosa, a dona da casa pediu os documentos da moça para fazer a solicitação do benefício. Porém, ela disse à idosa que ela não poderia ter acesso ao dinheiro pois seus documentos eram “velhos”.

Entretanto, os auditores fiscais do Trabalho identificaram que o benefício foi solicitado e aprovado. Assim, os empregadores sacaram o dinheiro da mulher, mas nunca repassaram para a idosa.

Da redação Acontece na Bahia.

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Advogada é morta e teve corpo incendiado após assalto; Suspeito foi preso e confessou o crime

Um caso assustador circulou nas redes nesta manhã de segunda-feira (25). Uma advogada foi violentada sexualmente, morta e, posteriormente, teve seu corpo incendiado no distrito de Itaipava, em Petrópolis (RJ). O caso aconteceu na madrugada do último sábado (23).

A Polícia Civil encontrou o suspeito, Rogério dos Santos, que confessou o crime. Além de matar a mulher, o homem colocou fogo em seu corpo com pneus.

Patrícia Sá Fortes, de 50 anos, havia sido sequestrada na sexta-feira (22) e os policiais iniciaram as buscas pela mulher.

De acordo com o site Metrópoles, o suspeito havia aboradado a advogada por que precisava de dinheiro para pagar o aluguel. Assim, o homem sequestrou a mulher e esperava conseguir algum dinheiro.

Os policiais identificaram o Mitsubishi ASX da advogada estacionado ao lado dos muros do Presídio José Frederico Marques, em uma favela da região.

Assim, a equipe começou a vasculhar a área em busca da mulher. Os policiais identificaram Rogério como principial suspeito do crime e foi encontrado pouco tempo depois escondido na casa da namorada.

O homem foi preso em flagrante e encaminhado para delegacia, onde confessou o crime. Ele relatou que matou a mulher após um roubo e carbonizou o corpo numa região de mata na Serra de Petrópolis.

Da redação Acontece na Bahia.

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Em restaurante mulher é identificada como “Moça do peitão” em comanda e causa revolta na internet: “um verdadeiro absurdo”

Uma notícia inusitada circulou nas redes nesta manhã de sexta-feira (22). Uma moradora do Rio de Janeiro, identificada como Patrícia Melo, de 42 anos, passou por um imenso constrangimento após ser cliente de um restaurante da cidade. Assim, a comanda de consumo da mulher veio com um comentário escrito “moça do peitão”, ao se referir a mulher. O caso aconteceu no dia 10 de janeiro e causou revolta nas redes sociais.

De acordo com Patrícia, ela visitava o conceituado estabelecimento localizado em Petrópolis, na Região Serrana do Rio, juntamente com seu marido. Tudo ocorreu bem até a moça receber a conta do restaurante. Ao receber a comanda, a mulher observou um comentário se referindo a mulher como “moça do peitão”, o que causou revolta na mulher. Assim, indignada, ela buscou explicações dos garçons do restaurante.

Ao questionar o gerente, ele afirmou que era costume de o restaurante identificar seus clientes pelas suas características físicas.

A mulher, consternada, classificou a situação como ” um verdadeiro absurdo”. Assim, a mulher compartilhou o ocorrido nas redes sociais e ameaçou processar o restaurante por danos morais. Além disso, a mulher utilizou a publicação para incentivar as mulheres a denunciarem casos similares.

“Eu não tenho que me calar. Você não tem que se calar. O desrespeito bate a nossa porta! Não brinque. Nem ache engraçado. Podia ser com você!”, afirmou Patrícia.

Da redação Acontece na Bahia.

 

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Jovem é assassinada pelo namorado após postar foto de biquíni nas redes sociais

Mais um caso de feminicídio chocou os internautas nas redes sociais. Uma jovem, identificada como Bia, morreu após postar algumas fotos de biquíni no seu perfil do twitter. O caso aconteceu no último sábado (2).

O principal suspeito do assassinato é o ex-namorado da moça. Assim, a vítima teria sido esquartejada na comunidade Kelsons, no Rio de Janeiro. Além disso, partes do corpo da jovem teriam sido jogados na Baía de Guanabara.

O feminicídio causou revolta nas redes sociais e diversos internautas protestaram por justiça. A hashtag #justiçaporbia ficou no topo dos assuntos mais falados do twitter.

“Um pouquinho de nós morre junto com a Bianca hoje! Aprendam de uma vez por todas que o corpo é nosso, que não somos propriedade de ninguém. Se te priva não é amor, se te bate não é amor. Nunca aceitem isso, Nunca. #justicapelabia”, afirmou uma internauta.

Da redação Acontece na Bahia.

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