Morre o dublador Mário Monjardim, as vozes do ‘Salsicha’ e do ‘Pernalonga’, no Rio

Uma triste notícia tem circulado nas redes sociais neste sábado (31). O dublador e diretor de dublagem Mário Monjardim, morreu nessa sexta-feira (30), aos 86 anos. O ator fez parte da infância de muita gente ao dar voz a personagens de desenhos animados como ‘Pernalonga’ e ‘Salsicha’, da turma do Scooby-Doo e o Capitão Caverna.

Mário morreu em sua casa, no Rio de Janeiro, e a causa do óbito ainda não foi divulgada. Em 2020 Monjardim havia sofrido um AVC que o deixou com sequelas e o tirou das dublagens.

A voz do Scooby-Doo era do dublador Orlando Drummond, que por uma triste coincidência faleceu há três dias, na terça-feira (27). Mário e Orlando eram muito amigos e fizeram muitos trabalhos juntos, além do fato de Drummond ter sido padrinho de um dos filhos de Mário Monjardim.

Mário era pai do diretor de dublagem Júlio Monjardim e primo do diretor de novela Jayme Monjardim. O dublador deixa além de Júlio, outros quatro filhos: Marcus, André, Leyla e Mario. Mário Monjardim nasceu em 1935, na cidade de Vitória, e estava casado atualmente com Branca Monjardim.

Mário Monjardim estreou sua carreira artística em 1954, na Rádio Vitória. Em 1965, estreou na recém inaugurada TV Globo e participou de vários programas, como por exemplo, a primeira versão de ‘Carga pesada’, ‘Chico Anysio Show’ e os ‘Trapalhões’, todos na década de 1980. Atualmente Mário participou de alguns trabalhos na Audiocorp e na Áudio News, e se afastou da dublagem no ano passado por conta do AVC que o acometeu.

Da redação do Acontece na Bahia

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Suspeito no caso dos três meninos desaparecidos confirma ter jogado sacos embaixo de ponte, mas nega participação

Uma notícia tem repercutido nas redes sociais nesta sexta-feira (30). O homem suspeito de ter participado do desaparecimento dos três meninos de Belford Roxo, no Rio de Janeiro, confessou ter jogado sacos que foram entregues por traficantes embaixo de uma ponte. Apesar desta confissão, o homem nega ter tido participação direta no crime.

A prisão do homem suspeito de envolvimento no caso foi pedida pelo delegado Uriel Alcântara, da Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF), porém a justiça indeferiu o pedido e ele continua em liberdade.

Foram realizadas buscas pela Polícia Civil nessa quarta-feira (28), com o objetivo de encontrar algum indício que pudesse levar ao paradeiro de  Lucas Matheus da Silva, 8, Alexandre da Silva, 10, e Fernando Henrique Ribeiro Soares, 11, que estão desaparecidos desde o dia 27 de dezembro. 

De acordo com informações, nessa quarta-feira (28) um homem se apresentou na 39º BPM e apontou o irmão de ser o responsável pela morte das crianças. Segundo ele os meninos teriam sido espancados em um condomínio da comunidade do Castelar, e os corpos teriam sido levados para o bairro do Amapá e deixados em um local que é chamado Ponte de Ferro 38.

Da redação do Acontece na Bahia

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Autoridades indiciam 2 traficantes no caso da jovem que morreu após explosão de lança-perfume em festa clandestina

Uma notícia tem sido destaque nas redes sociais nesta quinta-feira (22). A Polícia Civil do Rio de Janeiro indiciou dois traficantes que são acusados da morte da estudante Ana Carolina Gonçalves de Oliveira Negreiros, de 20 anos, que morreu após a explosão de uma caixa cheia de frascos de lança-perfume. A tragédia aconteceu em um baile funk clandestino, realizado na Rocinha, Rio de Janeiro, no dia 30 de maio.

Responderão pelo crime de homicídio culposo (sem a intensão de matar), apologia e causar epidemia, os traficantes John Wallace da Silva Viana, conhecido como Johnny Bravo, e Leandro Pereira da Rocha, o Bambu, que segundo a polícia são chefes do tráfico de drogas na região. A justiça está analisando o pedido de prisão preventiva dos suspeitos.

A jovem Ana Carolina estava presente no baile Moscow, ambiente frequentado por traficantes que ostentavam armas e vendiam drogas aos participantes. Segundo o inquérito policial, as caixas de lança-perfume estariam expostas no momento em houve a explosão. No local, frequentadores faziam aglomerações e não obedeciam a determinação de usar máscaras. Quando o fogo se alastrou houve corre corre e na confusão muitas pessoas caíram e foram pisoteadas. Ana estava próximo da barraca onde o fogo se espalhou.

A jovem ainda chegou a ser encaminhada à UPA da Rocinha pouco antes das 7h, e nas imagens de câmeras de segurança da UPA, é possível ver a jovem em uma cadeira de rodas e desmaiando logo depois. Ana apresentava queimaduras de primeiro e segundo grau em 82% do corpo. Transferida no mesmo dia para o Hospital Municipal Pedro II, Ana veio a óbito dois dias depois em razão dos ferimentos.

“Durante as investigações, ficou provado por provas testemunhais e técnicas, como vídeos publicados em redes sociais, que os bailes funks só acontecem na Rocinha com a anuência e a organização de criminosos do alto escalão do grupo que domina a venda de drogas na comunidade. Essas festas são feitas justamente para atender aos interesses da facção, aumentando seus rendimentos com o comércio de maconha, cocaína, drogas sintéticas e ainda do lança-perfume, que ocasionou a explosão que lesionou e posteriormente matou a Ana Carolina”, contou a delegada Flávia Monteira.

Da redação do Acontece na Bahia

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Polícia prende mulher que inventou próprio sequestro e usou filho para pedir valor de R$ 70 mil de resgate ao marido

Uma notícia tem repercutido nas redes sociais nesta quinta-feira (22). Foi presa em flagrante, em Jacarepaguá, na Zona Oeste do Rio, uma mulher acusada de forjar o próprio sequestro e do filho de 3 anos, com o objetivo de pedir resgate ao marido. Raimunda Souza, 43 anos, saiu de casa com o filho e disse que ia levar a criança em uma consulta médica. Algumas horas depois enviou mensagens para o marido dizendo que havia sido sequestrada e que era exigido pelos criminosos a quantia de R$ 70 mil para que fossem libertados.

A mulher colocou a criança chorando ao telefone para dar credibilidade ao falso sequestro. Após ter entrado em contato com a Delegacia Antissequestro (DAS), o marido descobriu que a história da consulta médica era falsa e que na realidade mãe e filho estavam dentro de um shopping.

Nós fizemos as diligências dentro do shopping e, por volta das 18h, nós a encontramos com a criança na praça de alimentação. Sem nenhum tipo de sequestro, sem estar ameaçada. Ela estava tranquilamente sentada com a criança”, contou o delegado Cláudio Góis, responsável pelas investigações.

Já na delegacia, a mulher confessou o crime.“Nós a conduzimos até a delegacia e ela relatou que estava devendo dinheiro, tinha uma dívida muito grande em cartão de crédito, estava devendo a agiotas e teve a ideia de usar ela e o filho para tirar o dinheiro do marido e quitar a dívida”, disse o delegado. Após ter sido presa, Raimunda foi liberada e responderá pelo crime de extorsão.

Da redação do Acontece na Bahia

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