Vice-presidente Hamilton Mourão diz que “Culto não é balada” e afirma que as celebrações podem acontecer seguindo as recomendações de segurança

Uma notícia tem sido destaque nas redes sociais nesta quinta-feira (8). O vice-presidente Hamilton Mourão se manifestou sobre a recente decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), de abrir templos religiosos e afirmou que cultos e baladas são atividades distintas e que as reuniões podem acontecer seguindo o distanciamento e o uso de máscaras.   

“As pessoas que frequentam culto e templo, né, são pessoas até mais disciplinadas. É diferente de balada, essas festas clandestinas que acontecem. Não vou colocar no mesmo nível isso aí, são atividades totalmente distintas. Uma é espiritual e a outra é corporal, vamos dizer assim”, comentou Mourão a jornalistas nessa segunda-feira (5). 

Uma decisão recente do ministro Kassio Nunes Marques permitiu a abertura de templos religiosos seguindo recomendações de segurança impostas pelo Ministério da Saúde em decorrência da covid-19. A decisão proíbe que estados, Distrito Federal e municípios, editem normas que proíbam completamente a realização de cultos. A medida traz a obrigatoriedade de se respeitar protocolos sanitários de segurança e limita em 25% a capacidade de presença nas igrejas além de falar em distanciamento social e alternância entre as fileiras. Mas não é só isso…

O vice-presidente Mourão disse que se faz necessário aguardar a decisão do plenário do STF e afirmou que no momento tudo “gera polêmica”. 

“Tudo depende das pessoas e depende do templo. Se você tem uma igreja que tem um espaço bom, você limita a 20, 30 pessoas separadas, duas por banco, vamos colocar assim, todo mundo de máscara, obviamente, acho que há condições. Agora, quando são templos apertados e muita gente lá dentro, é óbvio que não é conveniente”, concluiu o vice-presidente.  

Da Redação do Acontece na Bahia  

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Bolsonaro gera discussões ao falar sobre igrejas e cultos: “É o último local que se procura antes do”

Uma notícia tem sido destaque nas redes sociais nesta quinta-feira (8). O presidente Jair Bolsonaro (sem partido), cumprindo agenda política em Chapecó SC nesta quarta-feira, se manifestou no sentido de querer que o Supremo Tribunal Federal (STF), mantenha a decisão do ministro Kassio Nunes Marques, de abrir os templos religiosos ou que o assunto seja melhor analisado pelo plenário. 

“Eu espero que daqui a pouco — está previsto o Supremo Tribunal Federal julgar a liminar do ministro Kassio Nunes — ou que a liminar seja mantida ou que alguém peça vistas para que nós possamos discutir um pouco mais a abertura ou não de templos religiosos”, comentou Bolsonaro. 

Bolsonaro ainda destacou a necessidade de igrejas ao falar sobre o aumento de casos de suicídio no país e lembrou que em um país composto na sua maioria por pessoas cristãs, deve ser assegurado o direito de culto: “Qual o último local que alguém procura antes de praticar um suicídio – que aumentou em muito no Brasil? São as igrejas. Quem não é cristão que não vá, mas não queira tirar o direito, a liberdade de quem quer procurar um pastor ou um padre”. concluiu. 

Da Redação do Acontece na Bahia 

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Ministro do STF libera a realização de cultos e missas no Brasil, mas pede que o povo tenha cautela

Uma notícia tem sido destaque nas redes sociais neste domingo (4). Uma decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Nunes Marques, tomada neste sábado à tarde, liberou cultos e missas em todo o Brasil com a ressalva de se cumprir protocolos de segurança sanitária no interior dos espaços religiosos. A decisão do magistrado limita em 25% a capacidade de público durante as celebrações ecumênicas. 

“Reconheço que o momento é de cautela, ante o contexto pandêmico que vivenciamos. Ainda assim, e justamente por vivermos em momentos tão difíceis, mais se faz necessário reconhecer a essencialidade da atividade religiosa, responsável, entre outras funções, por conferir acolhimento e conforto espiritual”, decidiu o ministro. 

‘’Estamos em plena Semana Santa, a qual, aos cristãos de um modo geral, representa um momento de singular importância para as celebrações de suas crenças — vale ressaltar que, segundo o IBGE, mais de 80% dos brasileiros declararam-se cristãos no Censo de 2010.” 

Nunes Marques destacou que as igrejas devem proporcionar meios que garantam o distanciamento social como espaços entre as cadeiras e fileiras durante os cultos e missas. Mencionou ainda o uso obrigatório de máscaras e gel nos ambientes além de aferição de temperatura nas igrejas. 

Da Redação do Acontece na Bahia 

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