Auxílio emergencial: governo anuncia prorrogação do benefício por mais três meses

Uma notícia tem sido destaque nas redes sociais nesta terça-feira (6). O novo auxílio emergencial será prorrogado por mais três meses, de acordo com anúncio feito nessa segunda-feira (5) pelo governo federal. Com previsão inicial para acabar em julho, agora o benefício será estendido para os meses de agosto, setembro e outubro. O presidente Jair Bolsonaro assinou o decreto de prorrogação acompanhado pelo ministro da Cidadania, João Roma, que também assinou o documento. O decreto foi publicado no Diário Oficial da União nessa sexta-feira (6).

De acordo com o Ministério da Cidadania os valores pagos atualmente pelo auxílio emergencial serão mantidos:

*pessoas que moram sozinhas: R$ 150 por mês;

*mulheres chefes de família: R$ 375 por mês;

*demais beneficiários: R$ 250 por mês.

A Caixa Econômica Federal, responsável por fazer os pagamentos ainda divulgará o calendário completo respectivo. Como feito atualmente, os pagamentos serão feitos por meio de conta poupança digital da Caixa, e toda a movimentação poderá ser feita pelo aplicativo Caixa TEM. As pessoas que são beneficiadas pelo Bolsa Família recebem pelo cartão do programa.

O governo federal anunciou nessa segunda-feira, a edição de nova medida provisória publicada no DOU, com o objetivo de abrir crédito extraordinário de R$ 20,2 bilhões para o Ministério da Cidadania quitar as novas parcelas do auxílio emergencial. Mas não é só isso…

A pasta havia informado anteriormente que o crédito extraordinário deveria ser de cerca de R$ 20 bilhões. O ministro apresentou uma estimativa anteriormente de que a prorrogação do benefício custaria R$ 9 bilhões por mês (R$ 27 bilhões em três meses). Entretanto, como o governo tem um saldo remanescente de R$ 7 bilhões, o crédito pedido atualmente por meio de MP foi de R$ 20 bilhões.

Da redação do Acontece na Bahia

 

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Auxílio emergencial: Bolsonaro pode assinar extensão do benefício por mais três meses até a próxima sexta-feira

Uma notícia tem sido destaque nas redes sociais nesta quarta-feira (23). A medida provisória que visa estender o auxílio emergencial por um período de três meses, poderá ser assinada pelo presidente Jair Bolsonaro até a próxima sexta-feira (25), de acordo com o canal CNN. Segundo as informações, o projeto será discutido em reunião nesta quarta-feira (23), no Palácio do Planalto e contará com a presença do presidente da República, ministro da Cidadania João Roma e o ministro da Economia Paulo Guedes.

A extensão do benefício manterá o valor médio de R$ 250 e deverá ser pago aos beneficiários de agosto até outubro, segundo informações preliminares. O governo federal pretende, em novembro, fazer uma reformulação do programa Bolsa Família com um ajuste no valor do benefício pago atualmente e com a inclusão de outras famílias carentes. Atualmente o valor médio do benefício do Bolsa Família é de R$ 190 disponibilizados para as famílias carentes. Mas não é só isso…

A intensão do Ministério da Economia, a priori, seria de igualar o valor do Bolsa Família ao valor médio do auxílio emergencial que hoje é de R$ 250 e fazer a inclusão de mais quatro milhões de famílias ao programa. Entretanto, o presidente Bolsonaro tem defendido um reajuste para R$ 300 e os ministérios da Economia e Cidadania têm analisado a fixação de um valor alternativo que ficaria em torno de R$ 270.

Na pauta da reunião oficial que acontecerá nesta quarta-feira (23), também deverá ser discutido entre o presidente e o ministro da Economia uma proposta que irá elevar a faixa de isenção do IRPF (Imposto de Renda Pessoa Física), por meio da reforma tributária.

Da redação do Acontece na Bahia

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Governador e prefeitos prorrogam as medidas restritivas em Salvador e região metropolitana até dia 22

Uma notícia tem repercutido nesta sexta-feira (12). Em decisão conjunta entre o prefeito de Salvador, Bruno Reis, governador Rui Costa e lideranças de cidades da região Metropolitana (RMS), ficou acertado que Salvador terá a prorrogação das medidas de segurança até às 5h do dia 22 de março. A decisão foi tomada com base na ocupação de leitos de UTI acima de 80% há mais de duas semanas. 

Diante da nova determinação, aquelas atividades que são consideradas não essenciais continuam suspensas e somado ao toque de recolher das 20h às 5h estendido até o dia 1° de abril objetivam diminuir a circulação das pessoas e disseminação do coronavírus com possível colapso na saúde. 

O prefeito de Salvador informou que hoje na cidade 55 pacientes estavam na espera por internação em leito de UTI na rede privada e 76 pacientes aguardavam  leito de UTI  na rede pública: “Diante do que nós estamos vendo na Bahia e no Brasil, não resta outra medida a ser tomada que não prorrogar por mais sete dias para, através do isolamento social, tendo em vista que somente a abertura de leitos não vai resolver o problema, só com o isolamento social e redução da taxa de contágio, é que a gente vai conseguir passar por esse momento crítico, o pior momento que Salvador está vivendo desde a chegada do coronavírus ao Brasil”, afirmou Bruno Reis. 

Ficou agendado ainda uma reunião entre os gestores a ser realizada na próxima terça-feira (16), com o objetivo de discutir protocolos de retomada das atividades comerciais e dos serviços a fim de se evitar aglomerações e riscos decorrentes da contaminação por covid 19.  

 

Da redação do Acontece na Bahia  

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Novos presidentes da Câmara e do Senado têm o retorno do auxílio emergencial como prioridade

Uma pauta importante veio  à tona  novamente nesta  quarta-feira (3).Os atuais presidentes da Câmara dos Deputados ,Arthur Lira (PP- AL) , e do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), se pronunciaram sobre a prorrogação do auxílio emergencial. Então, numa carta assinada pelos dois parlamentares, estavam as prioridades de início dos mandatos. 

Parte do documento  ressalta  que o “congresso nacional trabalhará conjuntamente e de forma a colaborar para a solução dos dramas enfrentados  pelos brasileiros durante a fase  da pandemia,  respeitando o limite de gastos  e dentro das possibilidades  fiscais  de forma a avaliar  a segurança para as pessoas  por meio do auxílio emergencial”. Mas não é só isso.  

Além disso, no documento destacava-se também  que vão usar de meios legais para agilizar a chegada de vacinas contra  a covid-19  no Brasil,  em paralelo à questão  do auxílio emergencial. A prioridade é assegurar que a aquisição das vacinas possa ter todos os recursos necessários para o Poder Executivo garantir que todas as pessoas  possam ser vacinadas o quanto antes, diz a carta. 

Em abril de 2020 o auxílio emergencial começou a ser pago no valor de r$ 600,00.Com o fim do auxílio emergencial cerca de 3,4 milhões  de brasileiros ficaram abaixo da linha  da pobreza.O Ministério  da Cidadania diz que 69 milhões de brasileiros se beneficiaram do auxílio. Também 15 milhões de brasileiros saíram da linha de pobreza até agosto de 2020. A pobreza reduziu 23% por meio do auxílio emergencial. 

Da redação do Acontece na Bahia  

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