Xuxa perde indenização de R$150 mil contra a deputada Carla Zambelli sobre livro voltado à família

Uma notícia está sendo destaque nesta quarta-feira (28). Isso porque a apresentadora Xuxa perdeu um processo no valor de R$ 150 mil contra a deputada Carla Zambelli (PSL-SP).

O que aconteceu foi que no ano passado, quando Xuxa anunciou o lançamento do seu livro “Maya”, voltado ao público infantil e com temática LGBTQIA+, a deputada criticou a iniciativa e publicou uma crítica:

“O alvo dessa teia de destruição de valores humanos não é mais você. Essa mira está apontada para a
mente das nossas crianças! Sexualizar e instigar inocentes ao sexo pavimenta a pedofilia e a depravação. Não tenhais medo. Lute por elas conosco” e completou com a hashtag “#XuxaDeixeNossasCriancasEmPaz”.

Por conta disso, Xuxa pediu o pagamento de R$150 mil por danos morais. O livro em questão conta a história de Marya, uma menina que possui duas mães.

A decisão judicial, desfavorável à apresentadora, é assinada pela juíza Carolina Pereira de Castro, que alega que “O comentário da ré em uma rede social —ainda que sobre um livro que sequer havia sido lançado— reflete a liberdade de expressão e a sua limitação pode ferir preceito constitucional e caracterizar censura, o que não é permitido”.

Além disso, a decisão diz que “A manifestação, ainda que possa demonstrar desconhecimento pela ré acerca da temática do livro que seria lançado pela autora, apenas fez uma crítica —seja boa ou ruim— à obra que seria produzida pela autora, o que apesar de denotar uma preocupação exacerbada com a educação sexual de crianças, não implica a ocorrência de lesão extrapatrimonial digna de nota”.

Mas não é só isso. A juíza também determinou que Xuxa pague 10% das custas, despesas processuais e honorários advocatícios da causa.

A deputada, por sua vez, afirmou que esse valor que será pago pela apresentadora será doado a entidades de caridade e afirmou que continua “pensando da mesma forma. Não mexam com as nossas crianças, que precisam viver sua infância de forma plena sem se preocupar com preconceitos que normalmente são da cabeça dos adultos, e não delas”.

 

Da Redação do Acontece na Bahia

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Primeira-dama, Michelle Bolsonaro perde processo contra revista IstoÉ e terá de pagar R$ 15 mil

Uma notícia está sendo destaque nesta semana. Pois a primeira-dama Michelle Bolsonaro perdeu o recurso que havia encaminhado para o Tribunal de Justiça de São Paulo, contra a revista IstoÉ, que teria a retratado de uma forma machista, em uma matéria que foi publicada em fevereiro de 2020.

Segundo o portal UOL, a primeira-dama estava cobrando uma indenização de R$ 100 mil, além de retratação pública, devido ao texto “O esforço de Bolsonaro para vigiar a mulher de perto”, em que, segundo ela, a “IstoÉ” teria mencionado indiretamente que ela está tendo um caso com o ministro Osmar Terra (Cidadania).

“[Os jornalistas] pautaram-se em informações mentirosas sobre suposto desconforto no casamento e construíram uma plêiade de conteúdo raso para disseminar a ideia de que a primeira-dama teria sido infiel a seu marido”, afirmou à Justiça o advogado de Michelle, Fabio Kadi. “Nitidamente se portaram de maneira machista, como se a primeira-dama fosse um objeto ou coisa a ser ‘vigiada’ por alguém.”

Após ser notificada, a defesa da revista declarou à Justiça que jamais teria mentido na matéria em questão e que não fez “qualquer insinuação de caso extraconjugal”. Além disso, acrescentou que apenas “narrou questão pessoal da primeira-dama e do seu marido que tinham repercussão política e interesse público dadas as movimentações realizadas pelo presidente Bolsonaro na troca do ministro da Cidadania”

Sendo assim, o Tribunal da Justiça concordou com a decisão de absolvição da Juíza Adriana Basso, da 3ª Vara Cível de São Paulo, que considerou a matéria como “no limite da liberdade de imprensa e de informação”

redobrar a atenção com manchetes e tal,Ainda de acordo com o portal, o desembargador J.B. Paulo Lima, que é relator do processo no TJ, não considerou a matéria ofensiva: “Na posição que ocupa, [Michelle Bolsonaro] está permanentemente sujeita a ter a vida esmiuçada porque suas atividades são, em geral, de interesse público, até porque muitas vezes pagas com dinheiro público”, declarou.

Agora a primeira-dama Michelle Bolsonaro, por meio da decisão do TJ, terá que pagar R$ 15 mil em honorários para advogada da revista (Lucimara Ferro Melhado).

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Da Redação do Acontece na Bahia.

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Após romper contrato com produtora, Luísa Sonza é processada por não fazer shows durante a pandemia

Uma notícia tem sido destaque nesta terça-feira (27). Pois, a cantora Luísa Sonza, está sendo processada por não cumprir com suas agendas de show durante a pandemia. Sonza, cancelou o seu contrato com a produtora Chantilly Promoções, que gerenciava a sua carreira desde 2019. Ela terá que pagar cerca de R$ 470 mil, para a produtora.

Segundo o portal Bahia Notícias, a empresa recebeu um comunicado da artista rompendo com o acordo, no dia 1 de outubro de 2020. A Chantilly Promoções, informou que foi pega de surpresa, pois durante todo o período da pandemia, a empresa arcou com todas as despesas da cantora, e além disso, faziam compromissos com eventos, se adequando aos critérios das medidas  sanitárias, sem deixar nenhum custo financeiro para Sonza.

Ainda de acordo com o portal, a empresa que receber todos os custos pelos shows já marcados para os dias de 25 de janeiro, em São Paulo, 15 de fevereiro, em Barretos, 6 de março, em Novo Hamburgo, 13 de março, em São Paulo, 5 de junho, em Uberaba, 9 de junho, em Brasília, 11 de junho, em Vinhedo e 26 de junho em Porto Alegre. Além disso, A empresa, que já entrou com o pedido na justiça, quer receber uma indenização de R$ 70 mil, por pendentes de comissões.

Da Redação do Acontece na Bahia.

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Em processo milionário, Rachel Sheherazade acusa Silvio Santos de humilhação e descreve problemas em mais de 500 páginas

A ex-apresentadora do telejornalismo da emissora do SBT, entrou com um processo na justiça, pedindo uma indenização no valor de 20 milhões de reais contra o apresentador. Na acusação de mais de 500 páginas, ela afirma que jamais teve benefícios trabalhísticos, e que, além de sofrer humilhações pelo o apresentador Silvio Santos, ela teria sofrido boicotes e assédios morais por outros colegas de trabalho.

Segundo informações, o processo já foi protocolado no dia 11 de março. E a defesa  de Sheherazade, explicou os motivos da indenização milionária, pelos nove anos e sete meses em que ela trabalhou na emissora.

Os advogados contaram que umas das principais situações vexaminosas, foi no dia do Troféu imprensa, onde Silvio teria humilhado Rachel em rede nacional.

“Eu te chamei para você continuar com a sua beleza, com a sua voz, foi para ler as notícias, e não dar a sua opinião. Se quiser falar sobre política, compre uma estação de TV e faça por sua própria conta”

A defesa ainda acrescentou que a conduta do apresentador foi totalmente desprovida de respeito para com a então, no momento, funcionaria da emissora. “atitude nitidamente machista, [que] colocou a figura feminina numa posição em que a beleza física é supervalorizada em detrimento dos atributos intelectuais”.

“Silvio Santos a afastou da apresentação do telejornal SBT Brasil, como nítida forma de punição em razão de seus comentários e opiniões, bem como reduziu seu espaço no ar” disse a defesa.

Dia da audiência

De acordo com as última informações, a Justiça Trabalhista, marcou a audiência para o dia o3 de agosto, às 10h10, onde compareceram, as testemunhas da Rachel Sheherazade e a do SBT.

 

 

Da Redação do Acontece na Bahia.

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