Miss trans suspeita de dopar e roubar clientes durante programas continuará presa por determinação da Justiça

A miss Brasil transexual Maikaelly Martinez, presa em novembro do ano passado suspeita de de dopar e roubar clientes durante programas continuará presa após decisão da juíza Simone de Faria Ferraz, da 21ª Vara Criminal.

Para a juíza, Mikaelly deve continuar em prisão preventiva devido a “gravidade concreta das circunstâncias que permeiam o crime imputado”. As investigações apontam que a miss marcava encontros pela internet com suas vítimas e se relacionavam em um hotel. Era lá que ela roubava os pertences das vítimas e também as dopavam.

“[A vítima] Chegava no hotel, surgia uma outra trans, que prometia participar da orgia. Ao homem era oferecida uma bebida e era colocado algum narcótico na bebida. Quando ele acordava já tinha tido seus pertences subtraídos etc, e transferências PIX realizadas”, explicou o delegado Leandro Gontijo, titular da 16ª DP.

O crime acontecia principalmente no Rio de Janeiro. Mas outras cidades também foram descobertas, como São Paulo, Florianópolis e Balneário Camboriú.

 

Da Redação do Acontece na Bahia

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Após relatos de outras presas, ‘momentos íntimos na cadeia’ entre mãe do menino Henry e advogado são investigados pela Seap

Uma denúncia grave feita por mulheres que estiveram presas com Monique Medeiros no Instituto Penal Oscar Stevenson, presídio em Benfica, na Zona Norte do Rio, revela que a mãe de Henry Borel falou sobre ter tido “atos libidinosos” dentro da prisão com um advogado. Foi aberto um procedimento interno pela Secretaria de Administração Penitenciária (Seap-RJ)  para investigar o caso em razão das acusações feitas em depoimento.

Monique Medeiros dividia a cela com um grupo de seis internas, todas presas em razão de cometerem crimes de grande repercussão no Rio. Vale lembrar que a mãe de Henry e as colegas de cela não se davam muito bem.

Houve ainda uma denúncia feita por Monique, quando era interrogada no Tribunal de Justiça sobre a morte do filho, no sentido de que ela teria sido alvo de agressões e ameaças na penitenciária Santo Expedito, para onde foi transferida em janeiro. Uma interna específica foi transferida da cela onde Monique estava por determinação da juíza do caso.

Monique Medeiros revelou ter sido ameaçada por 20 detentas. O ato libidinoso entre Monique e um advogado foi narrado por uma das mulheres, Elaine Lessa, que é mulher do policial reformado Ronnie Lessa. Elaine está presa por tráfico internacional de armas. O caso foi confirmado pela presa Fernanda de Almeida, a “Fernanda Bumbum”, acusada de planejar a morte de uma rival de procedimentos estéticos (outras presas teriam confirmado os relatos; veja os nomes).

Elaine Pereira Figueiredo Lessa – Presa por tráfico internacional de armas, ela é mulher do PM reformado Ronnie Lessa, acusado de matar a vereadora Marielle Franco e o motorista Anderson Gomes;

Karina Lepri Franco – Dentista que tramou com o amante miliciano a morte do marido, um diretor da Shell;

Priscilla Laranjeira Nunes de Oliveira – Síndica de prédio na Barra da Tijuca que tramou a morte de vizinho junto com o funcionário e amante;

Fernanda Silva de Almeida, a “Fernanda Bumbum” – Presa por planejar a morte de rival de procedimento estético e casada com um ex-PM, condenado pela chacina da Baixada Fluminense;

Bruna Adrielly Correia Carlos – Presa na Rodovia Presidente Dutra com 750 kg de maconha;

Cintia Gomes de Oliveira – Presa por adulteração de sinal de identificador de veículo e corrupção ativa

A detenta “Fernanda Bumbum” revelou que Monique teria usado “roupas inadequadas” na visita de um advogado, relato que, segundo ela, pode ser confirmado por outras presas. O relato foi confirmado em documento obtido pelo G1

Fernanda também disse que, segundo Monique Medeiros, o advogado era “apaixonado por ela” e que faria de tudo para que ela saísse da prisão. Esta versão foi confirmada pelas outras cinco detentas.

Segundo as detentas, elas ouviram de Monique, ou de pessoas próximas a ela, que um advogado que a defende teria se masturbado enquanto ela exibia os seios, fato que ocorreu durante uma visita à cadeia onde a mulher estava presa.

O ato teria acontecido no parlatório da cadeia, onde não há câmeras de vigilância, mas somente portas. A detenta e o defensor ficam separados por meio de um vidro. As detentas não especificam quando o ato teria ocorrido e nem quem era o advogado de defesa de Monique, em suas declarações.

O caso foi revelado no meio do convívio das presas, contaram Priscilla, Karina, Elaine e Cintia. Segunda Bruna, o fato foi narrado durante uma discussão entre Monique e Fernanda.

Diante da revelação, a Seap abriu um procedimento disciplinar para apurar o caso. O g1 apurou que Monique terá que depor à Comissão Técnica de Classificação (CTC) da secretaria e, caso receba punição, a infração será anotada na ficha dela.

A inclusão de um registro na ficha prejudicaria o índice de comportamento de Monique, que é usado como parâmetro para avaliações em progressões de regime. De acordo com o advogado, a Seap disse que oficiou a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-RJ) sobre os termos das detentas.

Da redação do Acontece na Bahia

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Homem fica 20 anos preso e é solto depois de gêmeo confessar a autoria

Imagine passar vinte anos preso por um crime que não cometeu? Foi isso que aconteceu com o Kevin Dugar. Em 2003 ele foi preso sob a acusação de matar e ferir membros de uma gangue rival e foi solto apenas na última sexta-feira (28).

Em 2016, o irmão gêmeo de Kevin, o Karl Smith, confessou ter sido ele o autor dos crimes. Pensando ser solto naquele ano, Kevin teve uma grande frustação. O juiz responsável pelo caso afirmou que a versão do gêmeo de Kevin não era verdadeira e rejeitou a possibilidade de recurso. Segundo ele, Karl estava apenas usando de sua condição para livrar o irmão.

A condição que o juiz afirma sobre o gêmeo é que em 2008 Karl foi preso por participar de um assalto e balear uma criança na cabeça. Com isso, ele cumpre 99 anos e o juiz acreditou que ele não tinha nada a perder e que, por isso, tentava inocentar o irmão.

Mas tudo mudou para Kevin quando seu caso parou em uma ONG que revisa casos de possíveis condenações de inocentes. Foi com um novo time de advogados que o caso dele entrou com recurso e foi revisado por um outro juiz.

O novo juiz julgou em favor de Kevin e determinou sua soltura.

Da Redação do Acontece na Bahia

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Ex-Playboy é presa ao andar seminua e tentar seduzir policiais em abordagem

A garota de programa e ex-capa da PlayBoy, Flávia Tamayo, mais conhecida como Pâmela Pantera, foi presa novamente.

Ela ficou conhecida nacionalmente depois de ser alvo de operação policial que desmantelou um esquema de tráfico de drogas. Dessa vez, ela foi detida em São Paulo por andar seminua na garupa de uma moto. Mas não só é isso.

Os policiais estavam fazendo abordagens de rotina quando se depararam com a mulher seminua. No momento em que foi parada, Pâmela Pantera ainda tentou seduzir a equipe da PM tirando o resto da roupa que vestia.

A tentativa falhou e ainda foi detectado pelos agentes um mandado de prisão em aberto por tráfico de drogas.

A ex- Playboy ainda foi apontada pela Polícia Civil do DF (PCDF) de fazer parte de uma organização criminosa formada por garotas de programa de luxo que atuam na capital federal. O grupo era especializado em vender e distribuir, especialmente, drogas sintéticas e cocaína a clientes ricos no Distrito Federal.

Da Redação do Acontece na Bahia

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