Presidente da CBF é pressionado a renunciar após e insatisfação da Seleção Brasileira

Uma notícia está sendo destaque nesta sexta-feira (04). A diretoria da CBF está em crise. Os integrantes da diretoria juntamente a dirigentes de federações estaduais estão tentando convencer Rogerio Cabloco a renunciar a presidência da CBF.

Isso porque além das críticas por conta da Copa América, da qual a seleção brasileira está bastante insatisfeita, uma funcionaria o denunciou por assédio sexual. Tornando, assim, insustentável a situação de Rogerio Caboclo.

Apesar das tentativas de renuncia, o dirigente continua resistindo a ideia. As denuncias da funcionaria revelam diálogos no qual ele pergunta a ela se masturba e tenta faze-la comer biscoitos para cachorro, a chamando de “cadela”. A denuncia foi feita formalmente à comissão de ética da CBF.

Essas denuncias são de conhecimento da entidade há mais de um mês e as sugestões para a renuncia já aconteciam desde então.

Porém, enquanto ele estiver no cargo de presidente, não deve desistir da organização da Copa América, visto que fez um investimento político muito alto, tanto em Brasília como na Conmebol, para conseguir traze-la ao Brasil.

Assim, diante da denuncia, é praticamente inviável a permanência dele no cargo.

 

 

Da Redação do Acontece na Bahia

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Presidente Bolsonaro preocupa apoiadores após afirmar que passará por nova cirurgia em decorrência do ataque que sofreu

Política: Bolsonaro infoma apoiadores que deve passar por outra cirurgia ainda esse ano

Na noite desta sexta-feira (16), um dos apoiadores, que estava esperando no Palácio da Alvorada, perguntou ao presidente sobre uma possível cirurgia.

Quando questionado, Jair Bolsonaro confirmou que fará a quinta cirurgia, em decorrência do atentado que sofreu em 2018 durante a campanha, e que, portanto, fará uma operação de uma hérnia.

“Tá muito curioso, cara. Eu tô ficando muito barrigudo aqui. Será que não vai ser lipoaspiração? Pega mal, né? Botox… É ou não é? Talvez, neste ano, mais umazinha. Mas é tranquilo, de hérnia. Eu tenho uma tela aqui na frente, tá saindo o bucho pelo lado. Então tenho que colocar uma tela do lado também.”, disse  o Presidente.

O presidente Jair Bolsonaro, fez sua primeira cirurgia em 2018, após sofrer um atentado durante a campanha presidencial. Ele foi atendido no Hospital de Juiz de Fora, em Minas Gerais. Na ocasião, o presidente foi socorrido com quatro bolsas de sangue, e foi acrescentada uma bolsa de colostomia.

Em seguida, o presidente ficou internado no hospital Albert Einstein, para fazer sua segunda cirurgia. Os profissionais da saúde encontraram um rompimento onde foi feito a primeira operação e fizeram a reconstrução da parte esquerda do abdômen.

No ano seguinte, em 2019, Jair, retornou para Hospital de São Saulo e retirou o ligamento do intestino. Já no ano de 2020, O presidente fez outras duas cirurgia, entretanto, não houve relação com o atentado sofrido em 2018.

Da Redação do Acontece na Bahia.

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Após dizer “eu não vou tomar vacina e ponto final”, Bolsonaro volta atrás e entra na fila da vacinação

O presidente Jair Bolsonaro chamou a atenção dos internautas mais uma vez nesta manhã de terça-feira (16). Dessa vez, o presidente se contradiz mais uma vez em relação à vacina. Após ter dito várias vezes que se vacinaria e inflamar ânimos de seguidores do movimento anti-vacina, Bolsonaro cede a pressão e afirma que decidiu entrar na fila da vacinação.

Assim, Bolsonaro, que completa 66 anos no próximo dia 21, se encontra no grupo de risco e provavelmente receberá a vacina até o mês de maio.

De acordo com informações, o presidente estaria sendo pressionado por auxiliares para entrar na fila de vacinação e tomar a primeira dose.

Além disso, o ressurgimento da ameaça do ex-presidente Lula (PT) na disputa presidencial em 2022, fez Bolsonaro repensar em seu posicionamento sobre a vacina. De acordo com o jornal O globo, a estratégia do político é mostrar que sempre apoiou a vacinação no país, o que sabemos que não é verdade.

No dia 15 de dezembro do ano passado, o chefe do Executivo Nacional afirmou em entrevista ao canal Bandeirantes: “Eu não posso falar como cidadão uma coisa e como presidente outra. Mas como sempre eu nunca fugi da verdade, eu te digo: eu não vou tomar vacina. E ponto final. Se alguém acha que a minha vida está em risco, o problema é meu. E ponto final.”

Em evento oficial em Porto Seguro, na Bahia, dois dias depois, Bolsonaro afirmou: “Eu não vou tomar (a vacina). Alguns falam que eu estou dando um péssimo exemplo. Ô imbecil, ô idiota. Eu já tive o vírus e eu já tenho os anticorpos. Para que tomar vacina de novo?”

O presidente também inflamou ânimos ao fazer questionamentos sobre os efeitos colaterais da vacina: “No contrato da Pfizer, tá bem claro. Nós não nos responsabilizamos por qualquer efeito colateral. Se você virar um chipan… se você virar um jacaré, é problema de você, pô. Se você virar super-homem, se nascer barba em alguma mulher ou algum homem começar a falar fino, eles não têm nada a ver com isso. Ou, o que é pior, mexer no sistema imunológico das pessoas. Como você pode obrigar alguém a tomar uma vacina que não se completou a terceira fase ainda? Que está na experimental?”

Da redação Acontece na Bahia.

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Presidente Jair Bolsonaro divide opiniões ao falar: “Arma evita que o governante de plantão queira ser ditador”

O presidente Jair Messias Bolsonaro voltou à chamar a atenção nesta sexta-feira (5). Ao falar sobre uma de suas promessas de campanha, Bolsonaro dividiu opiniões.

Durante a semana, Bolsonaro tocou num assunto que marcou uma das suas bandeiras de campanha. O presidente trouxe à tona a questão do armamento e  afirmou que deve editar decretos sobre armas e também sobre CACs (Colecionadores, Atiradores Esportivos e Caçadores). Ele relatou:

“Arma é um direito de vocês. Arma evita que o governante de plantão queira ser ditador. Eu não tenho medo do povo armado. Muito pelo contrário, me sinto muito bem de estar ao lado do povo de bem armado em nosso Brasil.” Mas não é só isso.

Além disso, Bolsonaro também falou sobre o excludente de ilicitude, que é um mecanismo legal que possibilita uma pessoa praticar um ato teoricamente ilícito, mas sem que isso se considere uma atividade criminosa. Bolsonaro vem trazendo essa pauta com frequência, referindo-se a situações em que policiais entram em confrontos com criminosos, podendo resultar na morte destes suspeitos. Com esse excludente, o policial não responderia da mesma forma em caso de morte de um criminoso durante uma operação, em circunstâncias específicas. Segundo ele, isso facilitaria o trabalho dos agentes e pouparia a vidas inocentes. Bolsonaro explicou:

“Eu pretendo botar em votação, já acordado e conversado com os presidentes da Câmara e do Senado, e vai passar pelo Parlamento, o excludente de ilicitude. O policial em operação tem que ter uma garantia e quem manda as Forças Armadas para a rua numa GLO (operação de Garantia da Lei e da Ordem) sou eu. Quem bota na rua a Polícia Militar é o governador Ratinho.” disse, se referindo ao Governador do Paraná.

Da Redação do Acontece na Bahia.

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