Governo Federal zera o imposto sobre importação de revólveres e pistolas

Nesta quarta-feira (9) o Diário Oficial da União (DOU) publicou a mudança na alíquota sobre a importação de armamentos. Imposto que antes era de 20% foi zerado. Assim, o presidente comentou em suas redes sociais que a mudança entra em vigor dia 1º de janeiro de 2021.

Em 2020, a Polícia Federal concedeu 58 mil novos registros de armas de fogo para defesa pessoal no primeiro semestre. Esse número representa um aumento de 4 mil armas em a todo ano de 2019.

O presidente sempre utilizou o armamento da população como um dos carros chefes da sua campanha. Assim, durante as eleições presidenciais de 2018, o atual presidente afirmou que facilitaria a compra e o porte de armas em todo país para os “cidadãos de bem”.

Bolsonaro já fez outras medidas que facilitam a compra de armamentos durante seu mandato. Uma delas é o aumento da quantidade máxima de cartuchos de munição que alguém pode comprar por ano. Nesse contexto, antes era possível adquirir apenas 200 cartuchos por ano. Contudo, Atualmente pode-se comprar até 300 unidades.

Da redação Acontece na Bahia.

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Bolsonaro afirma: Teremos vacina gratuita e de forma não obrigatória para toda população

Nesta segunda-feira (7), o atual presidente Jair Bolsonaro (sem partido), afirmou em suas redes sociais, que se aprovada pela ANVISA, o Sistema Único de Saúde (SUS) distribuirá a vacina para toda população. Assim, de acordo com o presidente, a vacina será disponibilizada de forma gratuita e não obrigatória.

Entretanto, o presidente não especificou qual das vacinas será disponibilizada pelo SUS. Em outubro, o presidente desautorizou pessoalmente a compra do lote de vacinas CoronaVac, desenvolvida pelo laboratório chinês Sinovac em parceria com o Instituto Butantan, de São Paulo. A ordem foi dada ministro da Saúde, Eduardo Pazuello. Nesse contexto, a CoronaVac ainda está na terceira e ultima fase de testes. Assim, o presidente negou a compra precoce da vacina.

“Em havendo certificação da Anvisa (orientações científicas e os preceitos legais), o governo brasileiro ofertará a vacina a toda a população de forma gratuita e não obrigatória”, escreveu Bolsonaro, que em seguida complementou: “Segundo o Ministério da Economia não faltarão recursos para que todos sejam atendidos”, afirmou o presidente.

Porém, o presidente se contradiz ao se posicionar contra a vacina. Ainda em julho desse ano o presidente afirmou em vídeo que tomava a hidroxicloroquina, medicamento sem eficácia comprovada, mesmo sem as evidências científicas. “Não tem comprovação que não tem comprovação eficaz. Nem que não tem, nem que tem”, afirmou o presidente em meados de 2020.

O anúncio sobre a vacina gratuita feito por Bolsonaro está diretamente vinculado ao anuncio de João Dória, governador de São Paulo e adversário político do presidente.  O governador de São Paulo anunciou que começaria a vacinação no estado em janeiro de 2021.

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