Vice-presidente Mourão defende que só existe uma saída para o momento atual: “O resto é paliativo”

Uma declaração do vice presidente Hamilton Mourão tem repercutido nesta segunda-feira (1). Na ocasião ele afirmou que a única ação de combate efetivo contra o coronavírus seria a vacinação em massa de toda a população. Disse ainda que qualquer outra medida adotada como o isolamento social por exemplo, seria um paliativo. 

“Na realidade, a única saída é vacinar todo mundo, o resto é tudo paliativo. A saída é conseguir ir vacinando todos e ter uma vida normal”, disse o vice-presidente. 

O vice presidente defendeu ainda, no entanto, que é de responsabilidade de governadores e prefeitos tomar decisões no sentido de impedir a propagação da covid-19. “O nosso sistema de saúde é um sistema que tem problemas”, destacou. Mas não é só isso. 

Hamilton Mourão lembrou ainda que antes da covid-19 havia problemas com escassez de leitos de UTI (unidades de tratamento intensivo), no Brasil. “Desde o começo a preocupação foi que a gente conseguisse manter a doença dentro da capacidade do sistema de saúde”, disse. E continua… 

Além disso, o vice presidente comentou que as pessoas se cansaram das medidas de restrição adotadas antes da hora por muitos gestores. 

Segundo Mourão, existe uma grande quantidade de pessoas mais novas que não seguem as recomendações de segurança. “Tem uma parcela da população que não consegue ficar dentro de casa, não aguenta ficar dentro de casa. Tem a turma jovem que vai para festa, aí fica todo mundo aglomerado na festa, depois encontra o pai, a mãe, o avô, a avó”, lembrou Mourão. 

“O mais novo na maioria das vezes não tem sintoma, mas ele continua transmitindo. Então, são os problemas que cada gestor tem que buscar impedir para que determinados tipos de atividades ocorram”, concluiu. 

A fala do vice presidente veio justamente em um momento no qual governadores e prefeitos tomam medidas rigorosas em relação a circulação de pessoas e fechamento dos comércios. 

Os dados apontam que as taxas de ocupação de UTIs superam os 80 % em mais de 17 capitais por conta do coronavírus e desde o início da crise sanitária esta é a maior taxa de média móvel de infecções alcançando 1.205.O Brasil já registra 254.942 mortes pelo novo coronavírus. 

 

Da redação do Acontece na Bahia 

 

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Após pressão, Ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, promete vacinar toda a população até o fim do ano: “50% até junho e 50% até dezembro”

Uma declaração dada pelo Ministro da Saúde tem deixado os brasileiros atentos nesta quinta-feira (11). Após ser convidado a se apresentar no Senado Federal pela senadora Rose de Freitas (MDB-ES), o Ministro Eduardo Pazuello foi pressionado por senadores para esclarecer a situação das compras das vacinas contra o Coronavírus.

Para os presentes, Pazuello prometeu: “50% até junho e 50% até dezembro”. Além disso, depois de ser confrontado por Rose de Freitas sobre a quantidade de doses adquiridas pelo Governo Federal, o ministro afirmou que essa “pressão política” vem travando a compra:

“O contrato do Instituto Butantan que fechamos é completo, de 100 milhões de doses. A única diferença, entre as 46 primeiras e depois de 64 , é a entrega. Isso estava no contrato. Mas, por uma pressão política, precisamos, mesmo sem ter recebido as primeiras doses, encomendar o segundo lote. Isso está escrito, é público no contrato.”

Na reunião, Pazuello também declarou que não existem atrasos nas compras dos imunizantes e que não haverá reserva de doses:

“Não há atraso, o contrato foi feito integral das 100 milhões de doses, por proposta do ministério. A forma de pagamento é por lotes. A gente [governo federal] já está indo além.”

“A gente distribuirá tudo que chegar. Enquanto houver capacidade de estocar nos estados, não faremos estoques no Ministério. Das 11 milhões de doses, algo em torno de 6 milhões ainda estão disponíveis”

Por fim, o Ministro exaltou a medida feita pelo Ministério da Saúde que autoriza a contratação de doses de vacina antes da autorização da Anvisa, medida essa que agiliza a aquisição de imunizantes.

Da Redação do Acontece na Bahia

 

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Caminhão de cerveja vira dentro de esgoto e população mergulha para pegar mercadoria

Dezenas de pessoas mergulhando em um canal de esgoto para saquear latas de cerveja na última quarta-feira (30), quando um caminhão tombou em um córrego onde são despejado os dejetos não tratados no centro da capital paraense.

Os populares não se intimidaram e mergulharam enfrentando lama até a altura da cintura para pegar a mercadoria, no bairro Jurunas após o caminhão tentar desviar de um carro, segundo informou o G1.

A Polícia Militar esteve no local, isolou a área e conseguiu recuperar parte da carga. O motorista que dirigia o veículo e um carona tiveram ferimentos leves e foram socorridos para uma unidade de saúde. Não é a primeira vez que um caminhão tomba nesta vala. Em junho deste ano, aconteceu situação semelhante.

A Secretaria Municipal de Saneamento informou que duas vezes ao dia é realizada a coleta de lixo e entulho no local e que desenvolve, a cada três meses, trabalho de educação ambiental com moradores e trabalhadores da região.

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