“Somente um imbecil pode soltar uma frase como essa”, diz Romário ao ministro da Educação após fala sobre alunos com deficiência

Uma notícia está sendo destaque nesta quarta-feira (18). Após fala revoltante do Ministro da Educação sobre os alunos com deficiência, o senador Romário (PL-RJ), pai de uma menina com Síndrome de Down, rebateu a sua fala.

O ministro Milton Ribeiro, em entrevista, afirmou que “No passado, primeiro, não se falava em atenção ao deficiente. Aí depois esse foi um programa que caiu para um outro extremo, o inclusivismo. A criança com deficiência era colocada dentro de uma sala de alunos sem deficiência. Ela não aprendia. Ela atrapalhava, entre aspas, essa palavra falo com muito cuidado, ela atrapalhava o aprendizado dos outros porque a professora não tinha equipe, não tinha conhecimento para dar a ela atenção especial”.

Romário, por sua vez, repudiou a fala do ministro. “Somente uma pessoa privada de inteligência, aqueles que chamamos de imbecil, podem soltar uma frase como essa […] A diversidade em sala de aula não atrapalha, porque ninguém que busque o conhecimento atrapalha”, disse o ex-jogador.

Em defesa, Ribeiro afirmou que a sua fala foi tirada de contexto. “É muito deselegante quando um representante do parlamento se dirige desta maneira a um ministro de estado, ainda mais com base em uma frase tirada do contexto”, escreveu.

“Deselegância, imbecilidade e idiotice é o que [Ribeiro] vem fazendo com a educação do País”. “Toma vergonha na cara”, rebateu Romário.

 

 

Da Redação do Acontece na Bahia

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Justiça do Distrito Federal absorve Temer, Geddel, Cunha, e outros cincos nomes, suspeitos de integrar “quadrilhão do MDB”

Uma notícia tem sido destaque nesta quarta-feira (4/5). Pois, a Justiça Federal da 1ª Região do Distrito Federal inocentou o ex-presidente Michel Temer, o ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha, o ex-ministro Geddel Vieira Lima, além de outros cinco nomes que haviam sido acusados de fazer parte do esquema do “quadrilhão do MDB”.

Segundo o portal BNews com informações do jornal Folha de São Paulo, na época a denúncia tinha sido movida pelo Ministério Público Federal (MPF), que acusava os oitos integrantes de participar de uma organização criminosa. Entretanto, o magistrado Reis Basto, verificou a sentença e declarou que a denúncia não deixava claro os tipos de crimes que os acusados haviam cometido e acrescentou dizendo que houve “abuso do direito de acusar” além de “criminaliza” a política.

“A denúncia apresentada, em verdade, traduz tentativa de criminalizar a atividade política. Adota determinada suposição -a da existência de ‘organização criminosa’ que perdurou entre ‘meados de 2006 até os dias atuais’- apresentando-a como sendo ‘a verdade dos fatos’, sequer se dando ao trabalho de apontar os elementos essenciais à caracterização do crime de organização criminosa” declarou o magistrado

A decisão do magistrado ainda acrescentou que a ponta “imputação aos dirigentes de partidos políticos do delito de organização criminosa sem os elementos do tipo objetivo e subjetivo, provoca efeitos nocivos à democracia, entre os quais pode se mencionar a grave crise de credibilidade e de legitimação do poder político como um todo”.concluiu.

De acordo com o portal, além dos nomes citados, foram absorvidos o coronel João Batista Lima, que dentro das investigações era indicado como operador financeiro de Temer, o advogado José Yunes, que é amigo do ex-presidente, Lúcio Funaro, assim como, Altair Alves Pinto e Sidney Szabo, que eram apontados como administradores de Eduardo Cunha.

Da Redação do Acontece na Bahia.

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