Policial cantor se emociona após fazer dueto com Tierry e comenta sobre processo administrativo na PM

Uma notícia chamou a atenção dos internautas baianos nesta terça-feira (16). O policial Militar Wellington Ferreira, conhecido também como Amado Cigano ou “policial cantor”, continua fazendo sucesso dentro e fora da polícia. Após viralizar com vídeo cantando em barzinho no bairro de Itapuã, em Salvador, o homem foi convidado para cantar ao lado do cantor Tierry, no programa SBT Folia transmitido no último sábado (13).

Em entrevista, Wellington desabafou e afirmou que a experiência foi emocionante: “Minha expectativa de ver uma ascensão na mídia nunca foi desse jeito, mas se aconteceu, eu não posso dizer que não estou muito feliz por esse carinho. Não esperava ser tão querido dentro da tropa e com o povo. Eu agradeço a Deus essa oportunidade. As pessoas puderam conhecer um pouco do meu trabalho. Agradeço muito ao SBT, que abriu as portas pela primeira vez para Amado Cigano expor ao mundo seu trabalho”

Além disso, o Policial cantor contou como as coisas mudaram desde o vídeo e fala que muitas oportunidades tem surgido para ele, mas ainda tem cautela devido à pandemia: “Tenho muita vontade de apresentar o meu trabalho e agradecer esse carinho, mas estamos nesse momento de pandemia, onde todos os dias cresce o número de casos. Então, a gente tá tendo cautela e cuidado. Muitos convites estão sendo rejeitados por conta disso”, afirmou.

O policial comentou também sobre a experiência de cantar ao lado do renomado Tierry: “Para mim, essa foi uma experiência única. Ele é super bacana e humilde. É tudo muito diferente. Minha profissão é de alto risco e eu nunca senti tanta emoção na minha vida como eu senti no SBT. A repercussão foi muito boa e agradeço a oportunidade de estar ao lado daquele ídolo”.

“Deus me colocou no momento certo para inspirar os irmãos. As pessoas não têm noção do que é o policial sair de casa e dar um beijo na família sem saber se vai voltar. Então, quando a gente tem a oportunidade de apresentar um pouco de alegria para o povo e alegrar o coração, isso não tem preço. Tenho recebido muitas mensagens dos colegas dizendo: ‘rapaz, você foi minha força para vencer a vergonha e mostrar meu talento’. Então eu creio que foi muito positiva a apresentação”, afirmou Wellington sobre a sua relação com outros policiais dentro da corporação.

Além disso, ele comentou também sobre o Processo Disciplinar Sumário (PDS) que está recebendo da polícia após seu vídeo ter viralizado. Ele afirmou estar tranquilo e assume que cometeu um erro: “Recebi de forma muito natural. As pessoas têm que entender que houve uma falha da minha parte em fazer aquela apresentação ali e a instituição tem esse procedimento normal. Não é surpresa e não é maldade de quem instaurou e abriu o processo. Eu estou super tranquilo. No final, sei que será feito da melhor forma possível, dentro do profissionalismo”.

Da redação Acontece na Bahia.

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Depois da grande repercussão, Autoridades iniciam investigação contra o “Policial Cantor” que ganhou as redes

Um caso voltou à tona nesta quinta-feira (11). Isso porque o baiano que ficou conhecido como Policial Cantor agora está sob investigação. Mas afinal, o que aconteceu?

O Policial Cantor de nome Wellington Ferreira, conhecido como Amado Cigano, ganhou fama nas redes sociais após uma performance. Fardado, o oficial parou para cantar uma música dentro de um bar no bairro de Itapuã, em Salvador. Então, depois daquele momento a vida dele se transformou. Ele já tinha um perfil artístico nas redes e com o novo vídeo conseguiu milhares de seguidores em poucos dias. Contudo, isso também lhe trouxe preocupações

De acordo com o portal AratuOn, a Polícia Militar iniciou um Processo Disciplinar Sumário (PDS) contra o soldado Wellington, para levantar informações relativas ao episódio em que ele apareceu cantando. No documento, além da questão do policial estar cantando, consta também o fato dele não estar usando máscara, o que contraria as orientações do poder público para o vigente momento. Mas não é só isso.

Além disso, em entrevista ao portal supracitado, Amado desabafou sobre o momento em que parou para cantar. Ele disse que teve a intenção de descontruir a imagem de uma polícia grosseira e opressora:

“Eu não quis que pensassem que eu iria recusar por estar fardado. A música veio para mim como uma ‘válvula de escape’; é minha terapia. Vejo muitos colegas passando por situações complicadas, de depressão e até suicídio, então sempre quis ser força, talvez até inspiração.”

Agora, as autoridades seguem investigando o episódio.

Da Redação do Acontece na Bahia.

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