Após ser chamado de “servo” de Bolsonaro, Aras entra com uma representação na Comisão de Ética da USP contra o professor

Uma notícia está sendo destaque nesta semana. Isso porque o procurador -geral da República, Augusto Ara, requereu uma apuração na Comissão de Ética da Universidade de São Paulo (USP) para averiguar suposta violação de Ética, supostamente cometida pelo professor Conrado Hübner Mendes, após ter feito publicações em seu Twitter, chamando Aras de “Servo do presidente” se referindo a Jair Messias Bolsonaro,além de declarar como “Omisso” e “desfaçatez”

“O Poste Geral da República é um grande fiador de tudo que está acontecendo. Sobretudo da neutralização do controle do MS [Ministério da Saúde] na pandemia. É gravíssima a omissão e desfaçatez de Aras” disse o professor em seu twitter.

Segundo o portal UOL, a defesa do procurador Aras, informou que o professor da USP, Conrado Hubner, se deleitou da liberdade de expressão para ultrapassar o direito de dar opinião.

“Tais acusações infundadas se fazem quando afirma que o representante age como ‘empregado do presidente’, seria ‘servo do presidente’, que integraria o ‘bando servil’ e que se omite no que importa. Para confirmar sua premissa, enumera atos concretos supostamente criminosos que atestaram essa omissão dolosa de ato de ofício” declarou a defesa.

Após o ocorrido, o professor voltou a publicar em seu Twitter, uma crítica direcionada ao PGR. Além de comentar sobre a representação que foi encaminhada para a Comissão de Ética da USP.

“Mais um episódio do Estado de Intimidação. Por autoridade que explodiu a dignidade do cargo que ocupa, contra um professor que tenta exercer liberdade de crítica. PGR acha que ser chamado de Poste Geral da República, após 430 mil mortes, é crime. Eu acho que crime é outra coisa” rebateu a acusação.

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Da Redação do Acontece na Bahia.

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