PF apreende 1,3 toneladas de cocaína em avião executivo no aeroporto de Fortaleza; o destino seria a Bélgica

Uma notícia é destaque nas principais manchetes nesta quarta-feira (4). A Polícia Federal (PF), apreendeu na manhã desta quarta-feira, 1,304 toneladas de cocaína, em um avião executivo que estava no aeroporto de Fortaleza, Ceará.

O destino da aeronave seria Bruxelas, na Bélgica. A PF prendeu a tripulação do avião, que era composta por um passageiro espanhol e quatro turcos, e encaminhou à delegacia para ser interrogada.

“A apreensão decorre de investigação da PF. A droga foi flagrada em malas, em uma aeronave executiva de nacionalidade turca. O avião decolou de Ribeirão Preto (SP) e tinha como destino Bruxelas, na Bélgica”, explicou a Polícia Federal.

A cocaína apreendida estava escondida em 24 malas que pertenciam a um passageiro espanhol. De acordo com PF, havia 50 tabletes de droga em cada mala, com um total de 1,2 mil tabletes de cocaína. A Polícia Federal apreendeu a aeronave, celulares e documentos dos acusados. A corporação iniciou o trabalho de investigação e perícia dos materiais apreendidos.

Da redação do Acontece na Bahia

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Juazeiro: Polícia Federal investiga irregularidades na compra de máscaras e teste rápido para a Covid 19 na gestão da Saúde

Uma notícia tem sido destaque nas redes sociais nesta terça-feira (13). A Polícia Federal (PF) cumpre oito mandados de busca e apreensão na cidade de Juazeiro, na Bahia, contra servidores públicos da antiga gestão da Saúde. A ação conjunta entre a PF e a Controladoria Geral da União aconteceu na manhã desta terça-feira (13) e a estimativa é que o superfaturamento nos contratos tenham gerado um prejuízo aos cofres públicos de pelo menos R$ 1 milhão.

A operação deflagrada que foi batizada de ‘‘ Operação Carga Viral’’, investiga irregularidades em contratos de dispensa de licitação que foram realizados em Juazeiro para a compra de itens necessários ao trabalho de combate a pandemia de Covid 19. As investigações apontam que alguns servidores estiveram em conlúio com empresários, fraudando contratos e superfaturando os preços de alguns itens necessários ao combate da pandemia como kits de teste rápido e máscaras de proteção facial.

A Operação Carga Viral contou com um efetivo de 32 policiais federais e 9 auditores da CGU e de acordo com a força-tarefa houve um prejuízo estimado em cerca de R$ 1 milhão. Os acusados poderão responder pelos crimes de fraude à licitação (art. 90 da Lei 8.666/93) e superfaturamento (art. 96, I da Lei 8.666/93), caso haja a confirmação das acusações apontadas pela PF.

 

Da redação do Acontece na Bahia

 

 

 

 

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PF abre inquérito para investigar Bolsonaro sobre suposta prevaricação

Uma notícia tem sido manchete em todos os meios de comunicação nesta segunda-feira (12). A Polícia Federal (PF) investiga suposto crime de prevaricação praticado pelo presidente Bolsonaro na compra da vacina indiana Covaxin. A negociação envolvia inicialmente a compra de 20 milhões de doses da vacina contra a Covid-19 Covaxin, no valor total de R$ 1,6 bilhão. O início desta investigação atende a uma solicitação da PGR (Procuradoria-Geral da República), após denúncias feitas pelo deputado Luiz Miranda (DEM-DF) e do seu irmão, o servidor Luis Ricardo Miranda.

A investigação que iniciou nessa quarta-feira (7) está sendo conduzida pelo Sinq (Serviço de Inquéritos), área estratégica da Polícia Federal em Brasília que investiga pessoas com foro privilegiado. A PF analisará o suposto crime praticado pelo presidente e encaminhará a PGR que analisa a possibilidade de provocar o STF. A Corte poderá autorizar uma investigação contra o presidente, a depender de autorização da Câmara.

A abertura de inquérito pela PF constitui a fase inicial deste processo. Caso o STF encontre elementos suficientes para investigar o presidente, e só ele pode fazê-lo, é necessário que a Câmara dos Deputados aprove com um quórum de 2/3 dos deputados e a partir daí ocorre o afastamento preventivo do presidente da República. Mas não é só isso…

O deputado Luiz Miranda e seu irmão afirmam que avisaram o presidente Bolsonaro sobre supostas irregularidades na compra da vacina indiana Covaxin. A investigação busca saber se o presidente Bolsonaro cometeu crime de prevaricação, que segundo o Código Penal constitui retardar ou deixar de praticar indevidamente ato de ofício ou para benefício próprio praticar ato contrário a disposição legal.

Da redação do Acontece na Bahia

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PF diz que deputado Daniel Silveira tentou pular muro de residência para escapar de nova prisão

Uma notícia tem sido destaque nas redes sociais nesta sexta-feira (25). De acordo com a Polícia Federal (PF), o deputado Daniel Silveira (PSL-RJ), tentou pular o muro de sua casa para escapar da polícia em razão de ter em seu desfavor um novo mandado de prisão expedido pelo Supremo Tribunal Federal (STF), nessa quarta-feira (23). Os agentes federais confirmaram a versão que Daniel Silveira voltou para a residência quando encontrou um agente.

De acordo com informações, o deputado violou 36 vezes as regras de uso da tornozeleira eletrônica descumprindo determinação da justiça. Daniel Silveira foi preso em fevereiro deste ano em cumprimento a mandado de prisão expedido pelo ministro Alexandre de Morais por publicar vídeos defendendo o retorno do AI-5 e fazer ataques a ministros do STF. Mas não é só isso…

O parlamentar defende que é um preso político segundo nota divulgada por seus advogados.“Seu caso já passou da hora de ser tratado nos organismos internacionais de defesa aos direitos humanos. Ele é um preso político e assim deve ser tratado”, alega o advogado André Rios que defende o parlamentar.

Da redação do Acontece na Bahia

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