Sergio Moro diz em entrevista que ao prender Lula em 2018 o poupou da derrota nas últimas eleições

A entrevista do ex-juiz Sergio Moro (Podemos) nessa terça-feira (23) à CNN Brasil, deu o que falar. Sergio Moro com certeza não é alguém que o ex-presidente Lula gostaria de ver pela frente e para completar, Moro disse que livrou o petista da derrota nas eleições de 2018 contra o presidente Jair Bolsonaro.

“O ex-presidente insistiu na sua candidatura em 2018 quando estava inelegível. E, no fundo, ele foi poupado de uma derrota, porque havia na memória das pessoas muito claro não só esses modelos de corrupção do Partido dos Trabalhadores, mas a grande recessão de 2014 a 2016, as pessoas se esquecem. E as sementes dessa recessão foram plantadas durante o governo Lula”, comentou o ex-ministro. Mas não é só isso…

Moro defendeu as sentenças que proferiu contra o ex-presidente Lula e negou que tenha havido perseguição política. O ex-juiz foi considerado suspeito pelo Supremo Tribunal Federal (STF), para julgar o caso envolvendo o petista. Os processos foram anulados pelo STF com a alegação que o ex-juiz Sergio Moro era ‘suspeito’ para julgar o caso.

O ex-juiz se filiou ao Podemos no último dia 10 de novembro e mostrou interesse em concorrer à presidência da República no ano que vem. Na última pesquisa eleitoral feita pelo instituto Paraná, Sergio Moro apareceu em terceiro lugar nas intenções de voto, atrás de Lula e Bolsonaro.

Da Redação do Acontece na Bahia

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Justiça Federal decide pela absolvição do ex-presidente Lula em caso de suposta propina de R$ 6 mi por MP que teria beneficiado montadoras

Uma notícia tem circulado nas redes sociais nesta terça-feira (22). O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), seu ex-chefe de gabinete Gilberto Carvalho e outras cinco pessoas acusadas pelo Ministério Público Federal, foram beneficiados por uma decisão da Justiça Federal em Brasília que inocentou os acusados de favorecer montadoras por meio da Medida Provisória 471 de 2009.

Segundo a decisão do juiz Frederico Botelho de Barros Viana, as investigações não mostraram de forma concreta como os envolvidos teriam participado do suposto crime apontado pela acusação.

A acusação contra o petista foi oferecida pelo MPF em 2017, por ocasião da operação Zelotes. De acordo com o MPF, a empresa Marcondes e Mautoni Empreendimentos, que representava a Caoa (Hyundai) e MMC (Mitsubishi do Brasil), ofereceram R$ 6 mi ao ex-presidente Lula e Carvalho em troca da edição da MP 471 que prorrogou incentivos fiscais a montadoras instaladas em algumas regiões do país. Mas não é só isso…

A Procuradoria resolveu pela absolvição do ex-presidente Lula no último mês de maio.”Embora existam elementos que demonstrem a atuação por parte da empresa de Mauro Marcondes, no que se refere à prorrogação de benefícios fiscais às empresas CAOA e MMC, não há evidências apropriadas e nem sequer minimamente aptas a demonstrar a existência de ajuste ilícito entre os réus para fins de repasse de valores em favor de Lula e Gilberto Carvalho”, finalizou o juiz.

Da redação do Acontece na Bahia

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