Depol afirma que ninguém suspeito entrou no apartamento da deputada Joice Hasselmann

Uma notícia tem sido destaque nas redes sociais nesta terça-feira (27). A perícia feita nas imagens de câmeras de monitoramento do prédio no qual a deputada federal Joice Hasselmann (PSL-SP) foi agredida, mostrou que ninguém suspeito entrou no apartamento dela. Este é o resultado das investigações da Depol, Departamento de Polícia Legislativa da Câmara dos Deputados.

A seguir a nota enviada pela assessoria de imprensa da Câmara dos Deputados​:“O Departamento de Polícia Legislativa da Câmara dos Deputados (Depol) realizou perícia em 16 câmeras do prédio onde se localiza o apartamento funcional da deputada Joice Hasselmann e oitivas de funcionários que trabalham no local.

O Depol já enviou o inquérito acerca do caso para o Ministério Público Federal. Caberá ao Procurador da República oferecer ou não a denúncia à Justiça Federal.

A Câmara esclarece que há segurança nos locais onde se localizam os apartamentos funcionais dos parlamentares. Os prédios possuem vigilância armada e porteiros, ambos 24 horas por dia, 7 dias por semana. Além disso, há câmeras de segurança e rondas ostensivas, com viatura caracterizada.

Demais informações sobre a investigação do caso da deputada Joice Hasselmann, no âmbito do Departamento de Polícia Legislativa da Câmara dos Deputados, são sigilosas, conforme artigo 20 do Código de Processo Penal”, diz a nota.

A parlamentar contou na última quinta-feira (22), que estava se recuperando de cinco fraturas no rosto e uma na costela, além de cortes espalhados pelo corpo em razão de ter sido supostamente atacada por alguém dentro de casa. A deputada tem sustentado a tese de que uma terceira pessoa teria entrado no apartamento em que ela estava com o seu marido e feito o ataque. Investigações nas imagens, no entanto, mostram que ninguém entrou no imóvel. Além da análise das imagens do dia em que o incidente aconteceu, (18 de julho), os agentes verificaram as gravações de dias anteriores. As investigações também se concentram em imagens de câmeras de monitoramento de prédios que ficam no entorno do edifício funcional em que Joice estava, a fim de se observar aproximações de pessoas estranhas ou suspeitas.

Recentemente a deputada disse em entrevista, que tem dois nomes que supostamente seriam os responsáveis pelo atentado que sofreu.“Agora, minhas dúvidas são: era para me dar um susto? Para querer me machucar? Para fazer algo pior? Isso que a gente precisa descobrir. Eu tenho duas suspeitas”, contou, sem fazer menção a nenhum nome.

Ao jornalista Leo Dias, Joice Hasselmann disse que não possui o perfil de uma pessoa que gosta de festas.“Rapaz, eu sou aquela pessoa assim, ó: convidou para festa? Vou e cumprimento todo mundo. E eu sou igual Cinderela: meia-noite, viro abóbora. Então, saio de fininho, sem dar tchau para ninguém. Todo mundo fica bravo comigo. Então, eu vou lá, faço um socialzinha e tal, comecei uma reunião nove, dez horas e, daqui a pouco, meia-noite sumiu a Joice. Cadê a Joice? Já estou em casa, de pijama. Então, assim, eu gosto de pessoas, de reuniões, mas eu brinco que nasci com 300 anos. Gosto muito mais de um jantarzinho em casa, uma coisa mais petit comité”, concluiu.

Da redação do Acontece na Bahia

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Caso Henry: Perícia deve fazer exame de DNA em manchas encontradas na parede do apartamento onde o caso aconteceu

Uma notícia está sendo destaque nesta sexta-feira (02). Peritos do Instituto Médico Legal (IML) e do Instituto de Criminalística Carlos Éboli (ICCE) constataram, em algumas amostras coletadas na parede da sala do apartamento onde moravam Henry, a mãe e o padrasto, manchas que sugerem ser de sangue.

A mancha foi encontrada em um papel de parede da casa, segundo o jornal O Globo, e fragmentos desse papel foram encaminhados ao Instituto de Perícias e Pesquisa em Genética Forense (IPPGF) para um exame de DNA. Ao todo, foram seis amostras, porém uma descartada, recolhidas na sala e no quarto da criança. As manchas seriam duas da cor avermelhada, uma alaranjada, outra amarronzada e uma última de cor preta.

Isso aconteceu na tarde de ontem durante a reconstituição da cena. Foi usada um boneco com as mesmas características da criança. A presença da mãe e do padrasto foram representados por peritos.

O CASO

O menino Henry morreu no último dia 8, depois de dar entrada em um hospital da Barra da Tijuca, Rio de Janeiro. O menino tinha voltado da casa do pai, com quem tinha passado o final de semana e foi levado para casa da mãe e do padrasto. Durante a madrugada, o pai do menino recebeu a ligação da mãe informando que teria de levar a criança ao hospital porque ele estava com dificuldades para respirar. Mesmo os médicos tentando reanima-lo, Henry faleceu.

De acordo com o laudo de exame de necropsia, a causa da morte foi hemorragia interna e laceração hepática, provocada por ação contundente.

Da Redação do Acontece na Bahia

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