Vendedor adapta carretinha em bicicleta para trabalhar e cuidar do filho durante pandemia

Luan Maciel Carvalho, de 24 anos, é vendedor de salgados em Santa Helena de Goiás (GO) e não tem com quem deixar o filho pequeno, Pedro Samuel, de apenas 4 anos, enquanto sai para trabalhar.

Desde o início da pandemia, com as creches fechadas, Luan tem levado o Pedro nas suas rotas de venda, que dão cerca de 50 km por dia! Ele faz tudo isso pedalando e adaptou uma carretinha para que o filho ficasse confortável e na sombra.

Luan ganha cerca de R$ 700 por mês e todo o dinheiro é para pagar aluguel, energia, água e comida. Ele disse que não sobra nenhum valor para pagar uma babá.

Luan ganhou uma cadeirinha de criança e o restante do material custou R$ 45. Ele colocou mais duas rotas e uma lona, que serve de sombreiro para que Pedro não fique o dia inteiro no sol.

É tudo de sucata, comprei tudo no ferro-velho. As babás mais baratas que eu achei cobravam R$ 400“, contou.

Com a adaptação, o peso que Luan carrega aumentou para 50 kg. Isso faz com que o vendedor também tenha um cansaço físico maior, durante seu turno de trabalho.

Pedro e Luan chamam a atenção por onde passam. O pai conta que muita gente elogia a sua dedicação e amor pelo filho.

Não são todos os pais que fazem uma coisa dessas. É um sacrifício muito grande. Não é fácil para ele não”, disse a empresária Marlene Campos quando viu a iniciativa do salgadeiro.

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Pai é impedido de entrar em hospital, e para animar filho com câncer dança no estacionamento

Chuck Yielding, pai de um garoto de 14 anos com leucemia, resolveu dar uma força pro filho, mesmo a distância, já que apenas a mãe podere ficar com ele no tratamento, durante a pandemia.

Mesmo do lado de fora do Hospital Cook Children’s Medical Center, Chuck chama a atenção com uma dança improvisada e divertida pra alegrar o filho Aiden na quimioterapia.

Todas as terças-feiras, enquanto Aiden está no hospital com Lori, Chuck aparece no estacionamento do lado de fora.

Com um alto-falante e músicas alto astral, ele marca presença toda semana com uma nova coreografia e arranca sorrisos do filho.

“É divertido tentar adivinhar o que ele vai fazer. E isso anima”, disse Aiden.

A família é de Fort Worth, Texas, EUA e a mãe Lori trabalha no Hospital.

Aiden não é o único que gosta de ver o repertório de dança chuck. Os funcionários do hospital ficam esperando as performances.

“Família é tudo, união é tudo. Mesmo quando você não pode ficar junto como uma família, a gente encontra maneiras de estar de alguma forma”, disse a mãe.

Quanto a Chuck, ele revela que faria qualquer coisa pra ajudar o filho, como raspar a cabeça, o que fez quando o filho perdeu os cabelos pela primeira vez.

“Faço qualquer coisa para melhorar um pouco o ânimo do Aiden”.

As danças também são uma forma de mostrar a Aiden que ele não está passando pelo  tratamento sozinho.

O pai está ali com ele, mesmo a três andares de distância!

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Menina morre por causa de infestação de piolhos; pais são indiciados por maus tratos

A maioria das crianças já enfrentou algum caso de infestação por piolhos em algum momento da vida, sobretudo, no período escolar. O problema pode ser tratado com medicamentos e realização de uma boa higiene.

De acordo com o Jornal Extra, o que parecia ser mais um caso comum, virou caso de polícia nos Estados Unidos.

A menina Kaitlyn Yozviak, de apenas 12 anos, faleceu após ter um infarto causado por uma infestação severa de piolhos.

No último mês de agosto, a criança teve uma parada cardíaca ocasionada pela anemia profunda decorrente às repetidas picadas dos parasitas. Os pais de Kaitlyn, Mary Katherine Horton e Joey Yozviak, foram indiciados por homicídio.

A família reside na Geórgia, Estados Unidos. Legistas que realizaram a autópsia em Kaitlyn contaram detalhes sobre o caso e afirmaram que este teria sido o pior caso de infestação por piolhos visto em suas carreiras.

Ainda segundo a autópsia, a criança teria sofrido intensa dor causada por negligência nos procedimentos médicos.

Os exames que determinaram a causa de morte de Kaitlyn apontaram que a parada cardíaca que tirou sua vida foi causada por uma anemia secundária. Devidos às inúmeras picadas de piolho, a menina perdeu níveis consideráveis de ferro no organismo.

Em depoimento à polícia, a mãe da menina, Mary Katherine, afirmou que a filha não tomava banho há cerca de duas semanas antes de falecer. Em agosto, agentes estiveram na residência da família após a morte de Kaitlyn. Os policiais encontraram o local em condições precárias de higiene. A casa estava suja e com presença de vermes espalhados por camas, colchões e móveis.

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