“Se existe justiça, me dê um minuto com ele”, afirma pai de Patrícia, jovem pernambucana supostamente morta pelo “namorado” em João Pessoa

Uma notícia causou comoção nos internautas nesta noite de quinta-feira (29). O pai da jovem pernambucana Patrícia, que foi assassinada após ir de Pernambuco à Paraíba  para ver o namorado, Paulo Roberto Silva, desabafou em entrevista concedida ao programa Cidade em Ação, da TV Arapuan. A entrevista foi ao ar hoje (29).

O homem contou sobre a dor que ele estava sentindo naquele momento com a perda da sua querida filha e desafiou o suspeito do crime.

“Quando eu tive a informação, e eu vi minha esposa chorando, eu disse a ela ‘o que foi?’, que eu descobri o que tinha acontecido, eu fui bem verdadeiro e grosso e eu disse a ela ‘se prepare para o pior’”, contou.

Ele afirmou que Jonathan, indicado pela polícia de ser o principal suspeito de ter cometido o crime, era um “drogado, acostumado a fazer isso, levar moças para o apartamento e drogar elas e praticar estupro”

“Mas infelizmente, por dizerem que a mulher é o sexo frágil, e a bichinha (Patrícia) ser franzina para um cavalo daquele grandão, que é um covarde mais ainda, manda ele ‘se pegar’ comigo, quero comigo”, continuou.

“Se existe justiça, me dê um minuto com ele. Um minuto! Se ele me vencer, dê a liberdade dele”, disse Paulo, emocionado.

Por fim, o homem deu um último recado a sua falecida filha e lamentou não ter chegado a tempo de impedir o crime.

“Minha filha, perdoe seu pai por não ter chegado a tempo, eu soube muito tarde da sua vinda para cá. Mas eu tenho certeza que você está em um bom lugar. A dor ainda é muito grande, mas eu vou ficar com a saudade para estar sempre lembrando de você, onde você estiver. Eu te digo minha filha, você tem um pai que sempre lhe amou e sempre vai lhe amar. Me perdoe e fica com Deus. Esse velho pai ainda te ama”

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Suspeito de matar jovem de 22 anos que viajou de Caruaru até João Pessoa para visitá-lo é preso pela polícia

Da redação Acontece na Bahia.

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Após ter pai internado para cirurgia de urgência, bebê aparece em ultrassonografia fazendo um sinal de “V” com as mãos: “Sinal divino”

Uma imagem foi bastante compartilhada nesses últimos dias e deixou muita gente surpreendida, entenda o caso. Felipe Medeiros, de 32 anos, que é morador do Guarujá, litoral de São Paulo. Foi acompanhar as sua esposa em uma sessão de ultrassonografia, quando todos foram pegos de surpresa pelo que viram na tela do consultório. O bebê estava fazendo o símbolo “V” com as pequenas mãozinhas, dentro da barriga da mãe.

O paizão Felipe, interpretou isso como “sinal divino” e ficou muito feliz, pois recentemente havia descoberto um tumor no lado esquerdo do abdômen, de 20 centímetros. Medeiros, teve que fazer uma cirurgia urgente para retirada do câncer.

“Antes da cirurgia, pedi para QUE Deus que não me levasse, porque meu sonho é ser pai. Um mês depois da cirurgia, minha mulher ficou grávida e vou ser pai”

Entretanto, quando Felipe foi fazer uma nova consulta, para saber qual era a situação atual do seu abdome. Foi surpreendido com os resultados. Havia outro tumor alojado em seu baço. Sendo assim, Felipe foi para Barretos, São Paulo, para fazer um novo procedimento de retirada do câncer.

Com essas idas e vindas, Felipe não podia comparecer nas demais sessões de ultrassonografia. Mas, desta vez, sua mulher pediu, e disse que seria muito importante para ela, que ele fosse acompanha-la.

“Dessa vez, ela insistiu para eu ir junto, e falei que não sabia se conseguiria. Na noite anterior, ela me perguntou de novo, mas disse que não sabia como ia acordar. De manhã, me senti um pouco melhor, e decidi ir junto”, informou Medeiros.

Ele ainda acrescentou dizendo que, foi muito gratificante participar da consulta com a sua esposa, mas que ganhou o dia em ver seu filho fazendo um sinal de “V” com às mãos.

“O filho que eu pedi para Deus foi para superar tudo isso que estou passando. Esse sinal foi para fechar com chave de ouro, para eu ter certeza que vou vencer. Se não tivesse ido, não teria visto isso, porque minha mulher não ia conseguir gravar. Aí, eu vou para o ultrassom e tem um sinal desse, parece que é para a minha fé aumentar. Me dá mais força para poder vencer o câncer. Com certeza, foi um sinal divino” concluiu .

 

Da Redação do Acontece na Bahia.

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“Deixa eu ficar mais um dia com você”, pediu Henry ao pai antes de voltar para a casa da mãe e do Dr. Jairinho

Uma notícia está sendo destaque nesta sexta-feira (09). O pai do menino Henry, Leniel Borel, em entrevista à TV Globo contou o pedido que filho teria feito antes de voltar para a casa da mãe, onde morava com o vereador Dr. Jairinho: Ficar mais um dia com ele.

“Quando eu fui entregar para ela, a Monique veio, eu falei ‘vai com a mamãe’, e ele: ‘não papai, não quero ir. Me dá mais um dia. Deixa eu ficar mais um dia com você’. Eu falei vai com a mamãe, porque eu tinha que trabalhar no dia seguinte. E ela falou: ‘filho, amanhã tem escolinha, amanhã tem futebol, natação’. E ele disse ‘não, mamãe, eu não gosto'”, relatou Leniel.

Durante a entrevista, o pai de Henry contou alguns detalhes do acontecimento. Segundo ele, a criança demonstrava muito medo e nervosismo enquanto estava sendo levado para casa da mãe. “Quando entreguei meu filho, fui chegando perto, ele foi ficando muito nervoso, quando ele viu que tava chegando perto do Magestic [condomínio], foi ficando mais nervoso ainda, tanto que ele me agarrou e falou: ‘Não quero ir’. Ficou muito nervoso, começou a fazer náusea, tanto que quando chegou tive que abrir e ele vomitou na saída do carro”, lembrou Leniel.

Monique, mãe de Henry, e Dr. Jairinho foram presos ontem (08) após os investigadores concluírem que a Monique sabia das agressões sofridas por Henry por parte de Jairinho, além do casal ameaçarem as testemunhas para combinarem as versões. Ainda ontem foi revelado também uma troca de mensagens de Monique e a babá de Henry – mensagens essas que foram apagadas do celular da mulher- na qual confirmam a conhecimento de Monique acerca das agressões de Jairinho a Henry.

 

 

Da Redação do Acontece na Bahia

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Pai de Henry relembra conversa com a mãe do menino na qual ela diz que “mataria” Dr. Jairinho se ela descobrisse agressões

Uma notícia está sendo destaque nesta sexta-feira (09). Em entrevista ao RJ2, o engenheiro Leniel Borel, o pai do menino Henry, falou sobre a morte do filho. Lembrando de um momento em que Henry relatou uma agressão padrasto, Leniel diz que a mãe do menino negou essa possibilidade ao ser questionada e que ainda “mataria” caso a agressão acontecesse.

“Ela falou, esquece, isso não acontece, inclusive eu mataria se eu descobrisse que o Jairinho faz … que ele machuca o nosso filho (…) ‘Como é que pode uma mulher que fala que mata por causa do filho estar do lado de alguém que matou o dela?’, questionou. “Demoníaco, assustador.”

O engenheiro também contou que custou a acreditar que Monique pudesse ser conivente com as violências, como indica as investigações.

“Eu não acreditava que uma mãe poderia estar encobrindo algo de tamanha monstruosidade (…) Como pode um ser humano agredir uma criança de quatro anos? Isso pra mim me parece demoníaco, assustador. Como é que uma mãe que cuidou bem do filho durante quatro anos, a partir do momento que se junta com uma pessoa que mal conhece, poucos meses, e pretere uma pessoa ao filho? É muito estranho. Eu não consigo explicar o que pode ter sido isso. Será que é a ganância, a luxuria, um novo cargo público”.

Leniel também contou detalhes do dia 8 de março, dia da morte de Henry, quando levou o menino de volta para a casa de Dr. Jairinho e Monique.

“Quando entreguei meu filho, fui chegando perto, ele foi ficando muito nervoso, quando ele viu que tava chegando perto do Magestic [condomínio], foi ficando mais nervoso ainda, tanto que ele me agarrou e falou: ‘Não quero ir’. Ficou muito nervoso, começou a fazer náusea, tanto que quando chegou tive que abrir e ele vomitou na saída do carro”

“Hoje ta muito bem claro que meu filho não queria ir para aquele lugar. Aquele lugar poderia ta sendo um lugar de tortura pra ele. Só que a Monique nunca falou isso pra mim. Além de levarem meu filho, além de entregarem meu filho morto e eu ter que levar isso para o resto da vida. (…) Meu filho, meu primogênito, eu ter que enterrar, eles me fizeram levar essa sensação de impunidade, de não conseguir ajudar, de não ter feito mais pelo meu filho. Impotência total”, contou Leniel.

Lembrando de seus momentos com Henry, Leniel disse que sempre levará a imagem doce e alegre do filho.

“Quem é mãe é mãe e a Monique nos últimos dias não foi uma mãe para o meu filho. Eu sempre vou lembrar do Henry como meu primogênito, meu filho maravilhoso. Sempre sorrindo, sempre dando alegria. Chamando papai, papai eu te amo. To com saudade papai. Aquela criança carinhosa, maravilhoso. O Henry vai ta sempre comigo. Eu sempre vou lembrar meu filho como a melhor coisa que aconteceu na minha vida”, finalizou

 

 

Da Redação do Acontece na Bahia

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