Deputado Federal Kim Kataguiri aciona Justiça para barrar aumento de sálario de Bolsonaro e Mourão

Deputado Federal Kim Kataguri aciona Justiça para barrar aumento de sálario de Bolsonaro e Mourão

Uma notícia tem sido destaque nesta semana. Isso porque o deputado federal Kim Kataguiri (DEM-SP) e o vereador Rubinho Nunes (Patriota-SP), entraram com uma ação  civil pública na Justiça Federal do Distrito Federal, na tentativa de barrar o aumento dos salários do presidente Jair Bolsonaro ( sem partido) e do vice, Hamilton Mourão (PRTB)

Segundo a colunista Bela Megale, do Jornal O Globo, a nova regra do Ministério da Economia passa a permitir a reservistas ( aqueles que estão dispensados do Serviço Militar) e a servidores públicos que estão aposentados, mas que mesmo assim exercem algum tipo de cargos públicos que recebam acima do teto constitucional, que atualmente é de R$ 39,2 mil.

Ainda de acordo com a coluna, o deputado Kataguiri e o vereador Nunes, por meio da petição, exige que o ministro da Economia, Paulo Guedes, também seja acrescentado no processo, assim como a União.

“O simples fato do governo se preocupar com esse tipo de questão no momento que ultrapassamos quatrocentas mil mortes já seria por si só ultrajante, quando adicionamos nessa equação o impacto fiscal de mais de R$180 milhões que serão destinados àqueles que já gozam de remuneração superior à grande maioria da população, e infinitamente superior aos míseros R$150,00 de auxílio emergencial que muitos estão dispondo para sobreviver, essa portaria se torna um verdadeiro descalabro”, disse o deputado federal Kataguiri.

Além disso, o deputado federal entregou à Câmara um projeto de Decreto Legislativo que pede a suspensão da nova regra. Que, atualmente, possibilita o presidente Jair Bolsonaro ter um acréscimo de R$ 2,3 mil por mês e o vice-presidente Hamilton Mourão, de R$ 24 mil mensais.

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Da Redação do Acontece na Bahia.

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“Tudo indica que ele não me quer como vice”, diz Mourão sobre escolha de Bolsonaro para vice na eleição de 2022

Uma notícia está sendo destaque nesta segunda-feira (10). O vice presidente Hamilton Mourão (PRTB) causou polêmica na tarde de hoje ao alegar que o presidente Jair Bolsonaro ( sem partido ) não o quer como vice nas eleições de 2022. Além disso, Mourão evitou cravar a disputa ou não pela cadeira ao Senado Federal nas próximas eleições, caso não seja convidado a ser vice novamente.

“Por enquanto acompanho o presidente Bolsonaro, eu fui eleito para ser vice-presidente dele até 31 de dezembro do ano que vem”, afirmou o vice presidente em entrevista ao UOL.

“Tudo indica que ele não me quer como vice, mas eu também não vou morrer por causa disso. Eu continuo a ser general da reserva, a minha rede lá do posto 6 tá pronta, me aguardando. Então, a vida continua”, continuou.

O general também foi questionado sobre a filiação do presidente Bolsonaro ao seu partido, o PRTB, e ele afirmou não saber, mesmo dizendo na última sexta-feira (07), que isso teria grande possibilidade de acontecer.

“A Executiva nacional [do PRTB] está debatendo esse assunto. Eu não vou dar um grau, mas vejo como uma possibilidade bem grande isso aí”, afirmou ele na sexta-feira.

Da Redação do Acontece na Bahia

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Mourão diz que não será vice de Bolsonaro em eleições de 2022: “O que tenho visto é que ele precisaria de outra pessoa no meu lugar, mas ele nunca disse isso para mim”

Nesta segunda (26), o vice-presidente Hamilton Mourão (PRTB) afirmou que o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) deve escolher outro nome para compor a chapa que disputará a eleição em 2022.

Segundo informou em entrevista ao jornal Valor Econômico, Mourão supõe que Bolsonaro escolherá outra pessoa para vaga de vice-presidente.

“Bolsonaro vai escolher outra pessoa para acompanhá-lo para a reeleição. O que tenho visto [nas] declarações de Bolsonaro é que ele precisaria de outra pessoa no meu lugar, mas ele nunca disse isso para mim”, disse Mourão

Em dois anos de governo, o general e o capitão reformado do exército têm tido algumas posições diferentes. Com a volta do ex-presidente, Luiz Inácio Lula da Silva, ao cenário político, Bolsonaro deve buscar um nome forte para se reeleger no pleito do ano que vem.

Segundo o vice, a intenção é que no próximo ano ele concorra a uma vaga no Senado Federal pelo Rio Grande do Sul.

“Se abrir a possibilidade, vejo que disputar a cadeira ao Senado estaria mais ao encontro da maneira como sou, como atuo.”

Mourão afirmou que caso a candidatura de fato ocorra, deve ser feita, “a princípio”, pelo PRTB. Ele ressaltou, no entanto, que vai esperar para ver se o partido terá alguma reestruturação, sobretudo depois da morte do fundador da sigla, Levy Fidelix, na última semana.

Da redação do Acontece na Bahia

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Após fazer contraponto, Mourão é excluído por Bolsonaro das negociações realizadas para a Cúpula do Clima

Nesta quarta-feira (21), o vice-presidente da República Hamilton Mourão, que é presidente do Conselho da Amazonia, foi excluído das negociações sobre a participação brasileira na Cúpula do Clima promovida por Joe Biden, presidente americano.

Mourão foi deixado de lado das conversas feitas em nome do governo Bolsonaro com os Estados Unidos e países europeus, a quem o Brasil está pedindo dinheiro para combater o desmatamento na Amazônia. O vice-presidente também não teve acesso ao discurso que Bolsonaro fará amanhã no evento.

Mourão afirmou na segunda-feira: “Brasil não deve se comportar como mendigo”, deixando claro que não concorda com o pleito financeiro defendido pelo ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles.

Salles tem dito que o Brasil precisa de pelo menos US$ 1 bilhão para combater o desmatamento, e que o país deveria ter recebido US$ 133 bilhões em créditos de carbono pelas reduções nas emissões de poluentes entre 2006 e 2017 – anterior ao início do governo Bolsonaro.

Já Mourão acha que o país deveria se concentrar em liberar os repasses do Fundo Amazônia. O fundo é composto por recursos aportados pela Noruega e a Alemanha, que estão congelados em razão de um impasse com o governo brasileiro.

O vice-presidente, no entanto, não se encontra com Bolsonaro há dias. Também não foi consultado e nem sequer comunicado com antecedência do teor da carta escrita pelo presidente Jair Bolsonaro a Joe Biden.

Da redação do Acontece na Bahia

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