Datena apresenta programa irritado após ter sido barrado por seguranças do ex-juiz Sérgio Moro

Uma notícia está sendo destaque nesta quarta-feira (28). O jornalista Datena se mostrou bastante revoltando no seu programa “Brasil Urgente”, enquanto conversava com a apresentadora Cátia Fonseca. Isso porque, segundo ele, enquanto estava na emissora Band , foi barrados pelos seguranças do ex-juiz Sérgio Moro, que estava na emissora para um compromisso.

Na fala, Datena mostrou ter se incomodado com o tanto de segurança que estava atrapalhando a passagem pelos corredores da empresa. “Já quebrei o pau aqui no corredor hoje. Tinha um monte de cara vestido de preto lá. Não sabia que era o Moro que estava aqui, eram seguranças dele. Uns 20 caras vestido de preto, eu parei na frente deles porque eu tinha que passar no meio dos caras. Eu sou velho, falei ‘dá pra sair daí?’ Eu nem sabia de quem era os seguranças”, disse.

“Eles olharam pra mim, devem ter pensado ‘esse homem deve estar armado ou tem uma bomba atômica’. Eu perguntei ‘vocês vão sair daí ou não? Vão sair daí porque eu não posso passar no meio do corredor polonês. Sou velho, não tomei vacina’. Eles ficaram olhando. Aí eu falei ‘dá licença’ e eles foram tudo para um lado só. O Moro precisa de 20 caras? Pensando bem, ele precisa de uns 40, como ele mandou um tanto de gente pra cadeia… mas eu não vou atacar Moro nenhum. Nem sabia que ela estava aí. Até no corredor os caras vem me torrar a paciência. Quer proteger o cara, protege, mas não vou atacar ninguém. O que eu tenho a ver com a vida do Moro? Ele que arrumou as encrencas na vida, ele que se vire”, finalizou.

 

 

Da Redação do Acontece na Bahia

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STF decide que Sérgio Moro atuou de forma parcial e suspeita contra Lula

Uma notícia está sendo destaque nesta terça-feira (23). Em julgamento, a Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) considerou que o ex-juiz e ex-ministro Sergio Moro atuou de forma parcial nas investigações e processos da Operação Lava Jato contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Com isso, as anulações das condenações de Lula feitas por Edson Fachin ganharam reforços e com essas duas decisões – anulação e consideração de parcialidade por parte de Moro- o petista tem seus direitos políticos garantidos, como o de se candidatar a presidência em 2022.

Por conta desse julgamento, os processos precisarão ser refeitos na Justiça Federal do Distrito Federal, especialmente por conta das provas produzidas por Moro enquanto juiz serem consideradas suspeitas. No julgamento, maioria se formou contra Lula após o voto do ministro Kassio Nunes Marques, que recusou o recurso do petista. Porém, o voto que decidiu foi o da ministra Cármen Lúcia, que mudou a posição contrária ao recurso de Lula que havia adotado no final de 2018.

Como resultado final tem-se 3 a 2, com Gilmar Mendes e Lewandowski completando a maioria a favor de Lula. Já Kassio Nunes Marques e Edson Fachin votaram contra o recurso do petista.

Esse julgamento teria sido iniciado em 2018, mas foi interrompido com um pedido de vista de Gilmar Mendes e com o passar do tempo, a situação ficou desfavorável a Sergio Moro. O embate nesse julgamento foi o uso dos diálogos da “Vaza Jato”. Esses áudios, usado pela defesa de Lula, revela a parcialidade de Moro. No entanto, para Nunes Marques, deveria-se rejeitar o recurso de Lula contra Moro pois as conversas reveladas na série de reportagens Vaza Jato foram, segundo ele, obtidas por hackers de forma ilegal.

“Se fosse permitido o uso da prova ilícita, os litigantes poderiam exercitar toda forma de transgressão em busca de evidências que sustentassem suas alegações. De modo tal que o processo, em vez de um espaço de autoridade e pacificação, se transformaria num campo para competição tresloucada por provas a todo custo”, disse, ao votar.

“Seria uma grande ironia e um prenúncio de um looping infinito de ilegalidade aceitarmos provas ilícitas resultantes portanto de um crime para comprovar um suposto crime praticado para apurar outro crime. E aí registro eu: dois erros não fazem um acerto”.

Gilmar Mendes rebateu Nunes afirmando que há precedentes no STF que permite que habeas corpus sejam usados para questionar a parcialidade de Moro. “Não importa o resultado desse julgamento. A desmoralização da Justiça já ocorreu. O tribunal de Curitiba é conhecido mundialmente hoje como um tribunal de exceção. Este nos envergonha”, completou Mendes.

Os ministros decidiram que o resultado desse julgamento afetará apenas os processos contra Lula. Porém, a decisão de Fachin em anular as condenações do ex-presidente podem ser revistas no STFe  caso Lula seja condenado em segunda instância, ele perde novamente seu direito a candidatura a presidência.

Da Redação do Acontece na Bahia

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Reviravolta: Justiça dá a Lula acesso às mensagens de Moro e Deltan na Lava Jato, o que pode ser usado para contestar condenações

Nesta quarta-feira (10), o Brasil ficou diante do início de uma possível grande reviravolta. Isso porque o Supremo Tribunal Federal liberou a um ex-presidente o acesso a um importante acervo de mensagens. Mas afinal, oque aconteceu?

A decisão ocorreu na ultima terça-feira, quando o STF permitiu que a defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebesse acesso às mensagens hackeadas dos celulares de procuradores da operação Lava Jato. Então, entre essas, também haveriam conversas entre o ex-ministro da justiça e ex-juiz, Sergio Moro, e o ex-coordenador da Lava Jato, Deltan Dallagnol. Durante seu voto no Supremo Tribunal Federal, o ministro Ricardo Lewandowski afirmou que em algumas dessas supostas conversas vazadas, pode ter ocorrido alguma “parceria indevida”. Mas não é só isso.

Além disso, dependendo do conteúdo dessas mensagens, a defesa de Lula deve tentar anular as condenações do ex-presidente na Lava Jato. Contudo, ele ainda terá que lidar com outras acusações que enfrenta na Justiça. Mesmo assim, se isso se consolidar, será uma reviravolta sem precedentes na história recente.

Da Redação do Acontece na Bahia.

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Lava-jato: Conversas de Moro com promotores são divulgadas por determinação judicial

Nesta segunda-feira (1), uma situação chamou a atenção. Em cumprimento a determinação judicial  feita pelo  ministro Ricardo Lewandowski,o  STF retirou o sigilo de conversas envolvendo Procuradores e o ex-juiz Sérgio Moro que atuaram diretamente na lava-jato. O documento tem ao todo 50 páginas e foi divulgado  na íntegra pela coluna de Mônica Bergamo no jornal Folha de São Paulo.

Nas mensagens trocadas e de domínio público atualmente está a orientação do  ex-juiz Sérgio Moro a procuradores sobre  como apresentar a denúncia contra Lula no caso do triplex  do Guarujá.

Por  determinação do próprio magistrado  a defesa do petista  pôde ter acesso ao documento.Segundo o ministro poderiam  ter acesso também aos documentos apreendidos na Operação Spoofing que investigava o ataque a  celulares  de autoridades da República, entre  elas o próprio  Moro.

Da redação do Acontece na Bahia

Foto Gil Ferreira/Agência Brasil

 

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