Monique Medeiros diz em documento enviado à família que “Jairinho é um homem ruim, doente e psicopata”

Uma notícia tem sido destaque nas redes sociais nesta segunda-feira (3). Monique Medeiros, mãe de Henry Borel, enviou uma carta escrita de dentro da cadeia para familiares em que descreve o vereador Dr. Jairinho como sendo‘‘um homem ruim, doente e psicopata. Meu filho dizia que ele era um homem mau. E eu não acreditei.’’

De acordo com reportagem transmitida pelo Fantástico nesse domingo (2), Monique Medeiros entregou esta e mais algumas cartas aos seus advogados. Contrariando o que disse em seu primeiro depoimento à polícia, a mãe de Henry Borel tem mudado a sua versão sobre o caso e contou o que aconteceu nos dias seguintes à morte do filho e faz acusações a seu primeiro advogado dizendo que ele havia montado uma farsa.

No documento escrito por Monique para seus pais e ao irmão, ela conta que‘‘acreditava segamente no Jairinho’’. “Depois que comecei a transcrever para o papel tudo o que ele fez comigo, em tão pouco tempo, que pude perceber o quanto fui usada, o quanto fui violentada, o quanto me humilhei e me rebaixei para fazer dar certo sobre um relacionamento de um psicopata”, escreveu.

Monique Medeiros ainda descreveu Jairinho como“um homem ruim, doente e psicopata”. “É triste, mas é verdade. Ele nos convence do contrário”, continuou.

‘‘Hoje sozinha, tendo vocês e ouvindo mais os detalhes de Deus em minha vida, vejo o quanto tinha um relacionamento doentiu. Não sei se em algum dia vou conseguir superar tudo isso’’.

No documento a mãe de Henry pede ajuda ao pai. “Confie em mim! Eu poupava vocês do que eu vivia, porque eu também não enxergava”, contou.

“Eu estou sendo apedrejada na cadeia! Todos os dias elas gritam dizendo que vou morrer e que irão me matar, pois acreditam que eu deixava o Jairinho bater no Henry”, escreveu em outro trecho.

Da redação do Acontece na Bahia

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Menino Henry Borel reclamou de cascudo recebido de Jairinho e disse que foi chamado de ‘’bobalhão’’

Mais um capítulo no caso Henry Borel veio à tona nesta terça-feira (27). A mãe de Henry Borel, Monique Medeiros, relatou um episódio envolvendo Dr. Jairinho e Henry Borel. Monique disse que Jairinho chamou Henry Borel de ‘’bobalhão’’.O caso foi relatado em um documento recente contendo 29 páginas escrito por ela no Complexo de Gericinó, em Bangu, zona oeste do Rio, local onde Monique recebe o tratamento contra a covid 19.

A mãe de Henry Borel contou que em janeiro, no momento em que ela preparava o jantar, Jairinho chegou do trabalho por volta de 19h e Henry via televisão na sala.“Henry veio correndo até a cozinha, uns 15 minutos depois que Jairinho chegou, dizendo que o tio tinha dado uma ‘banda’ (rasteira) nele e uma ‘moca’ (cascudo)”, disse a mãe.

Fui até a sala perguntar o que tinha acontecido. Jairinho disse que ele era um ‘bobalhão’, que segurou ele pelos braços, brincando, e passou a perna, mas que Henry não caiu, pois ele o estava segurando. Aí Henry disse para ele que iria contar para mim e ele deu uma ‘moca’, brincando, e disse para Henry parar de ser ‘bobalhão’, que era só uma brincadeira”, escreveu Monique. Mas não é só isso…

Monique ainda afirmou que pediu que Jairinho se desculpasse com o menino e que parasse de chamá-lo de ‘’bobalhão’’. “Não vi como algo maldoso. Era brincadeira de menino, mas meu filho não estava acostumado com isso”, relatou Monique Medeiros.

O advogado de defesa de Jairinho, Braz Sant’Anna, comunicou por meio de nota que o documento escrito por Monique Medeiros trata-se de  “uma peça de ficção”. “Sem falar sobre a tese da defesa, o que somente farei após a denúncia, posso adiantar que a carta da Monique é uma peça de ficção, que não encontra apoio algum nos elementos de prova carreados aos autos.”

Da redação do Acontece na Bahia

 

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Monique Medeiros muda versão dada em depoimento sobre a morte de Henry e afirma que Jairinho é violento

Uma notícia tem sido destaque nas redes sociais nesta segunda-feira (26). A mãe do menino Henry Borel, Monique Medeiros, escreveu uma carta de 29 páginas mudando a sua versão sobre o caso Henry Borel dada em depoimento. No documento, a mãe de Henry Borel, ao contrário do que tinha falado anteriormente, acusa o vereador jairinho. Monique Medeiros havia defendido publicamente o vereador Dr. Jairinho e também durante inquérito. A versão atual dada pela mãe de Henry é de que Jairinho é dominador e violento.

De madrugada, ele me acordou dizendo para eu ir até o quarto, que ele pegou o Henry no chão, o colocou na cama e que meu filho estava respirando mal”, escreveu.

Ainda de acordo com Monique Medeiros, Jairinho é um homem possessivo e descontrolado. Falou também sobre a convivência com ciúmes e violência em seu dia a dia na companhia de Jairinho. “Eu tentava a todo custo me afastar e me desvincular dele, mas fui diversas vezes ameaçada e minha família também”, diz em outro trecho. Mas não é só isso…

A mãe de Henry Borel prestou o primeiro depoimento à polícia 10 dias após a morte do menino Henry. Ficou por 12 horas dando a sua versão sobre os fatos. Na ocasião Monique tirou selfie e saiu de mãos dadas com o parlamentar.Afirmou, no depoimento “não acreditar que Jairinho tenha feito qualquer coisa contra seu filho e que a relação entre eles era boa e ele sempre tentava cativar o amor de Henry”.

Atualmente Monique alterou a sua versão dos fatos e contou o seu rompimento com o parlamentar.

Da redação do Acontece na Bahia

 

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Após troca de advogado, Monique acusará o vereador: ‘Vai morrer abraçada a Jairinho?’

Nesta quinta-feira (22), o advogado recém contratado pela família de Monique Medeiros da Costa e Silva para representa-la diante da polícia Civil fez a seguinte pergunta para a mãe do menino Henry: “você vai querer morrer abraçada a Jairinho?”. Com isso, o advogado Hugo Novais argumentou que havia necessidade de uma mudança radical em sua estratégia de defesa.

Jairinho:

Separado duas semanas atrás por quilômetros de distância, ela foi para o Instituto Penal Ismael Sirieiro, em Niteroi, e o vereador para Bangu 8. Os dois moravam com Henry, que morreu no dia 8 de março apresentando 23 lesões incompatíveis com uma queda da cama, versão defendida por Monique e Jairinho até serem presos.

“Monique não quer acusar ninguém. Quer apenas se defender. Passou informações diferentes para a polícia em seu primeiro depoimento. A família optou em contratar uma defesa para que ela não seja responsabilizada por algo que não fez. Ela não concorda de modo algum com o que aconteceu. Pelo contrário, está sofrendo pela morte do filho e por seguir presa pelo que não fez” Argumenta Novais.

“Com a separação da defesa de Monique e do vereador, isso vai ficar mais claro. Ela não vai morrer abraçada a Jairinho”, afirmou ainda o Advogado.

O vereador e a professora eram representados pelo advogado André França Baretto, contratado por Jairinho. Entretanto, notícias e comentários em redes sociais levaram a professora a pensar que não estaria sendo defendida da maneira correta, chegando a enviar a mensagem para Jairinho:

“Vou procurar outro advogado. Sabe por quê? Porque ele é o seu advogado, não o meu”, escreveu, para completar: “Se for para defender alguém, será você, não a mim”. “Estou embrulhada com tantos comentários que estou lendo ao meu respeito”, finalizou Monique.

“Havia um domínio da situação por parte dele. A família de Monique entendeu que ela não era defendida. A nossa estratégia é que, agora, Monique diga a verdade” — afirma o advogado.

Conclusão do inquérito

O advogado Hugo Novais ainda tenta convencer a polícia a ouvir um outro depoimento de Monique, tentou, inclusive, recorrer ao Ministério Público para tentar garantir um segundo relato da professora ao delegado Henrique Damasceno, titular da 16ª DP (barra da tijuca) e responsável pela condução do inquérito sobre a morte de Henry.

Hugo argumenta que assim como a babá e a empregada doméstica da família, que foram ouvidas duas vezes pela polícia, Monique teria sofrido pressões de Jairinho e se sentia ameaçada. Ele sugere que sua cliente fale numa videoconferência, para agilizar os trabalhos.

Entre os pontos que seriam destacados em um eventual novo depoimento, Monique faria relatos de agressões que teria sofrido de Jairinho, evidenciando ainda mais que sua relação com o vereador deu lugar a uma batalha por liberdade.

Da redação do Acontece na Bahia

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