Casal morre de mãos dadas com diferença de apenas um minuto em hospital

Uma notícia tem sido destaque nas redes sociais nesta terça-feira (28). O casal Cal Dunham, de 59 anos, e a esposa Linda, 66, morreram de mãos dadas nesse domingo (26), em decorrência de complicações advindas da Covid-19. De acordo com a família, as mortes ocorreram com apenas um minuto de diferença. O casal que morava em Michigan, EUA, foi diagnosticado com a Covid-19 no início deste mês, apesar de estar totalmente imunizado.

Segundo a filha do casal, Sarah Dunham, os pais foram infectados durante um acampamento de família.“[Meu pai] me ligou antes de nosso acampamento familiar e disse que não estava se sentindo bem, mas ele achava que era um resfriado”, contou. No terceiro dia do encontro em família, o casal não estava se sentido bem e tomou a decisão de voltar para casa.

Alguns dias depois Cal Dunham precisou de atendimento médico e foi colocado em ventilação mecânica, o que também aconteceu com sua esposa Linda. Está circulando na internet uma imagem que mostra o casal com as mãos unidas no momento da morte. Cal morreu às 11h07, e sua esposa às 11h08, segundo um comunicado do GoFundMe, página criada para arrecadar recursos para o custeio do funeral.

Segundo a família do casal, os dois tinham histórico de problemas de saúde, que fazia com que eles fossem enquadrados em grupo de risco. Pessoas com problemas imunológicos comprometidos ficam mais vulneráveis à Covid-19, segundo o Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC, na sigla em inglês). Mesmo com as duas doses da vacina, esses indivíduos não desenvolvem imunidade no mesmo nível das pessoas saudáveis.

Da redação do Acontece na Bahia

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Pai entra com ação judicial contra escola após professora cortar cabelo da filha de 7 anos sem ter autorização

Uma notícia segue repercutindo neste domingo (19). O pai de uma menina de 7 anos entrou com uma ação judicial contra uma escola após uma professora cortar o cabelo de sua filha sem autorização. O argumento alegado por Jimmy Hoffmeyer, foi de que os direitos constitucionais de sua filha não foram respeitados. A situação foi registrada em Michigan, nos Estados Unidos, com informações da AP News.

Hoffmeyer contou que em outro incidente acontecido em abril deste ano, a sua filha Jurnee voltou para casa com o cabelo cortado de um lado. Segundo a menina, uma colega havia usado uma tesoura para cortar o seu cabelo no ônibus.

Jimmy Hoffmeyer foi até a direção da escola para questionar a situação e levou a filha até um salão na sequência. Dois dias depois, Jurnee retornou para casa após a aula com o outro lado do cabelo cortado.“Ela estava chorando e com medo de ser punida por ter tido o cabelo cortado”, falou Jimmy Hoffmeyer à AP.

Segundo a menina, a sua professora disse que iria cortar o cabelo para igualar os lados. Inconformado, o pai da menina cobrou um posicionamento da escola e entrou com uma ação judicial nesta terça-feira (14), contra o distrito escolar da região, uma bibliotecária e uma assistente de professor, no valor de US$ 1 milhão.

O pai da menina ainda processa a escola por discriminação racial, intimidação étnica, imposição intencional de sofrimento emocional e agressão. A professora que cortou o cabelo de Jurnee e sua colega de sala são brancas. Segundo os autos do processo, o distrito escolar “falhou ao treinar, monitorar, direcionar, disciplinar e supervisionar propriamente seus funcionários, e sabia ou deveria saber que os funcionários tomariam essas atitudes devido ao treinamento impróprio e à falta de disciplina exigida”.

A direção da escola por meio do seu conselho de educação se manifestou em julho deste ano e disse que a funcionária que cortou o cabelo de Jurnee tinha “boas intenções”. Tiveram conhecimento da situação ocorrida com Jurnee outros dois funcionários e não comunicaram a direção. De acordo com o conselho de educação os funcionários se desculparam pelo que aconteceu.

Da redação do Acontece na Bahia

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