Michelle Bolsonaro foi vacinada contra a Covid-19 nos EUA por orientação de médico

Uma notícia tem repercutido nas redes sociais neste sábado (25). A primeira-dama Michelle Bolsonaro tomou a vacina contra a Covid-19 nos Estados Unidos e o Palácio do Planalto emitiu uma nota oficial para esclarecer que o imunizante foi oferecido por um médico enquanto a primeira-dama fazia um teste PCR antes de retornar ao Brasil.

Michelle Bolsonaro havia sido muito criticada por lideranças políticas. Entretanto, já estaria maturando a ideia de se vacinar.”A Primeira-Dama reitera a sua admiração e respeito ao sistema de saúde brasileiro, em especial, aos profissionais da área que se dedicam, incansavelmente, ao cuidado da saúde do povo”, diz o comunicado.

Jair Bolsonaro já havia comunicado sobre a vacinação de Michelle Bolsonaro em entrevista à Veja e afirmou que ele não se imunizou.”Tomar vacina é uma decisão pessoal. Minha mulher, por exemplo, decidiu tomar nos Estados Unidos”.

Alguns políticos e infectologistas criticaram a atitude de Michelle Bolsonaro em querer se vacinar nos EUA e não aqui no Brasil. Para eles a primeira-dama mostrou ‘desprezo’ ao Sistema Único de Saúde (SUS) e ao Programa Nacional de Imunizações (PNI).

O presidente da CPI da Covid, Omar Aziz, disse que Michelle Bolsonaro poderia ter se vacinado aqui para mostrar exemplo aos brasileiros e mostrar ‘patriotismo de verdade’.”A vacina que é aplicada nos Estados Unidos é a mesma que é aplicada aqui no Brasil. Então, ela poderia aqui ter se vacinado, mostrado aos brasileiros ela se vacinando, para dar um bom exemplo”, disse Aziz.

Acompanhe a nota emitida sobre a vacinação de Michelle Bolsonaro:

A Secretaria Especial de Comunicação Social (Secom) informa que a Primeira-Dama, senhora Michelle Bolsonaro, integrante da Comitiva Presidencial à Nova Iorque (EUA), deslocou-se àquele país para acompanhar o senhor Presidente da República nas agendas oficiais, bem como para cumprir uma agenda, sobre doenças raras, na Missão do Brasil na Organização das Nações Unidas. Antes de retornar ao país, submeteu-se ao teste de PCR, obrigatório para autorização de embarque e, durante a realização da testagem, a Primeira-Dama foi indagada pelo médico se ela gostaria de aproveitar a oportunidade para ser vacinada. Como já pensava em receber o imunizante, resolveu aceitar. A Primeira-Dama reitera a sua admiração e respeito ao sistema de saúde brasileiro, em especial, aos profissionais da área que se dedicam, incansavelmente, ao cuidado da saúde do povo.

Da redação do Acontece na Bahia

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Compra de vacinas: mensagens citam suposta atuação de Michelle Bolsonaro

A divulgação de novas mensagens do celular do cabo da Polícia Militar mineira Luiz Paulo Dominguetti, em poder da CPI da Covid, pode inserir uma nova personagem na estranha negociação de vacinas superfaturadas da Davati com o governo de Jair Bolsonaro: a primeira-dama Michelle Bolsonaro.

Segundo o site da revista Veja, numa conversa registrada em 3 de março, Dominguetti conversa com um interlocutor identificado como Rafael Compra Deskartpak sobre a operação em curso, naqueles dias, para que o grupo chegasse até Bolsonaro no Planalto.

Como a CPI já descobriu, o reverendo Amilton Gomes de Paulo – que daria depoimento à comissão na próxima quarta, mas apresentou atestado médico para não comparecer – atuou para aproximar os supostos vendedores de vacina do gabinete presidencial. Ele entrou na empreitada por ser próximo da família Bolsonaro.

Nas novas mensagens, Dominguetti comenta assustado sobre os avanços do reverendo. “Michele (sic) está no circuito agora. Junto ao reverendo. Misericórdia”, escreve.

O interlocutor se mostra surpreso: “Quem é? Michele Bolsonaro?” E Dominguetti confirma: “Esposa sim”.

O interlocutor orienta o policial a ligar para Cristiano Carvalho, CEO da Davati no Brasil, que pilotava a operação: “Pouts. (sic) Avisa o Cris”.

Ainda segundo a Veja, não fica claro, quando Dominguetti diz que “Michelle está no circuito”, que tipo de participação a primeira-dama pode ter no caso.

Os integrantes da CPI devem avançar sobre esse ponto para entender se a primeira-dama foi usada para que os supostos vendedores de vacinas chegassem ao presidente Bolsonaro.

Com textos do portal Correio 24 Horas

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Primeira-dama, Michelle Bolsonaro perde processo contra revista IstoÉ e terá de pagar R$ 15 mil

Uma notícia está sendo destaque nesta semana. Pois a primeira-dama Michelle Bolsonaro perdeu o recurso que havia encaminhado para o Tribunal de Justiça de São Paulo, contra a revista IstoÉ, que teria a retratado de uma forma machista, em uma matéria que foi publicada em fevereiro de 2020.

Segundo o portal UOL, a primeira-dama estava cobrando uma indenização de R$ 100 mil, além de retratação pública, devido ao texto “O esforço de Bolsonaro para vigiar a mulher de perto”, em que, segundo ela, a “IstoÉ” teria mencionado indiretamente que ela está tendo um caso com o ministro Osmar Terra (Cidadania).

“[Os jornalistas] pautaram-se em informações mentirosas sobre suposto desconforto no casamento e construíram uma plêiade de conteúdo raso para disseminar a ideia de que a primeira-dama teria sido infiel a seu marido”, afirmou à Justiça o advogado de Michelle, Fabio Kadi. “Nitidamente se portaram de maneira machista, como se a primeira-dama fosse um objeto ou coisa a ser ‘vigiada’ por alguém.”

Após ser notificada, a defesa da revista declarou à Justiça que jamais teria mentido na matéria em questão e que não fez “qualquer insinuação de caso extraconjugal”. Além disso, acrescentou que apenas “narrou questão pessoal da primeira-dama e do seu marido que tinham repercussão política e interesse público dadas as movimentações realizadas pelo presidente Bolsonaro na troca do ministro da Cidadania”

Sendo assim, o Tribunal da Justiça concordou com a decisão de absolvição da Juíza Adriana Basso, da 3ª Vara Cível de São Paulo, que considerou a matéria como “no limite da liberdade de imprensa e de informação”

redobrar a atenção com manchetes e tal,Ainda de acordo com o portal, o desembargador J.B. Paulo Lima, que é relator do processo no TJ, não considerou a matéria ofensiva: “Na posição que ocupa, [Michelle Bolsonaro] está permanentemente sujeita a ter a vida esmiuçada porque suas atividades são, em geral, de interesse público, até porque muitas vezes pagas com dinheiro público”, declarou.

Agora a primeira-dama Michelle Bolsonaro, por meio da decisão do TJ, terá que pagar R$ 15 mil em honorários para advogada da revista (Lucimara Ferro Melhado).

Leia também o portal do nosso editor www.romulofontoura.com.br

Da Redação do Acontece na Bahia.

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Procurador-Geral da República nega investigar Bolsonaro por cheques de Queiroz à Michelle Bolsonaro, no valor de R$72 mil

Uma notícia está sendo destaque nesta segunda-feira (10). Augusto Aras, procurador-geral da Republica, rejeitou a abertura da investigação contra Jair Bolsonaro sobre os pagamentos de Fabrício Queiroz – ex assessor de Flávio Bolsonaro- à primeira dama, Michelle Bolsonaro.

O STF fez o pedido de investigação em agosto do ano passado pelo advogado Ricardo Bretanha. Na nota-crime, o advogado citou reportagens que apontam o que Fabrício depositou, entre 2011 e 2016, R$72 mil na conta de Michelle, no formato de 21 cheques.

Em contrapartida, Aras afirmou que as “supostas relações espúrias” entre Fabricio e Flavio já são investigadas no caso das rachadinhas, mas que essas não mostram “indícios do cometimento de infrações penais pelo presidente da República”, e que os indícios contra Bolsonaro “são inidôneos, por ora, para ensejar a deflagração de investigação criminal, face à ausência de lastro probatório mínimo”.

Porém, desde que esses episódios vieram a publico, Augusto Aras já vinha dizendo que não pretendia investigar Bolsonaro, na justificativa de que ele tinha imunidade constitucional, não podendo ser alvo da apuração durante o cargo. Nesse sentido, em argumentos para o portal de notícia UOL, especialistas afirmam que essa condição não se aplica a essa situação. O presidente está imune a denuncias antecedentes ao mandato, o que não ocorre com esse caso envolvendo Michelle Bolsonaro.

 

 

Da Redação do Acontece na Bahia

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