Mulher que anunciou ter dado à luz 10 bebês tem relato desmentido pelas autoridades

Uma notícia tem sido destaque nas redes sociais nesta quinta-feira (24). De acordo com fontes oficiais, o relato da sul-africana Gosiame Sithole que teria conseguido dá à luz a 10 bebês nos primeiros dias deste mês é falso. Os nascimentos não foram registrados em nenhum hospital na província de Gauteng e de acordo com registros médicos não há a informação de que a mulher tenha estado grávida recentemente, como demonstram documentos oficiais.

Atualmente Gosiame que tem 37 anos segue detida sob a custódia do estado e é tratada como uma pessoa portadora de distúrbio mental. Por meio de nota o governo de Gauteng relata a história mas não esclarece os motivos pelos quais a mulher tenha contado este caso. Primeiramente o caso envolvendo Gosiame teve publicação no site Pretoria News e depois o prefeito confirmou a versão com alguns veículos de imprensa replicando a história. Entretanto o governo local comunicou que o prefeito não chegou a ver os bebês e confiou apenas na palavra da família.

De acordo com o site, Gosiame teve os dez bebês no dia 7 de junho no Hospital Universitário Steve Biko, que fica na capital e denunciou o despreparo dos médicos além de acusar o hospital e governo local de negligência médica.”Essas alegações são falsas, não embasadas e servem apenas para atacar a boa reputação do Hospital Universitário Steve Biko e do governo provincial de Gauteng” , disse uma autoridade local afirmando que iria processar o editor-chefe do site Pretoria News, Piet Rampedi, e o IOL, grupo Independente Online.

Sithole e Teboho Tsotetsi, seu parceiro, moravam em Thembisa, município perto de Joanesburgo e frequentavam a mesma igreja que Rampedi, editor-chefe do site Pretoria News. O editor entrevistou o casal no mês de maio com a notícia que estariam esperando oito bebês além de ter acesso a fotos que mostravam Sithole aparentemente grávida. No dia 10 de junho o site noticiou um número maior de bebês nascidos atribuindo a informação a Tsotetsi, que seria a fonte da informação. Mas não é só isso…

Tempos depois Tsotetsi disse que recebeu a notícia do nascimento dos bebês por meio de mensagens de texto em razão de não poder estar no hospital por causa da pandemia de Covid 19. O editor-chefe baseou a sua notícia nas mensagens de WhatsApp e não consultou o hospital para ter informações. Sithole e Teboho receberam muitas doações, incluindo US$ 1 milhão de rands (cerca de R$ 350 mil) do presidente do IOL, Iqbal Survé. Entretanto o Pretoria News não fez a divulgação do hospital onde os bebês haviam nascido e começavam aí as suspeitas. O IOL fez acusações ao Hospital Universitário Steve Biko dez dias após o suposto nascimento.

Tsotetsi comunicou o desaparecimento de Sithole e pediu às pessoas que não fizessem mais doações o que despertou ainda mais suspeitas. A mulher foi localizada nessa sexta-feira (18) por assistentes sociais e foi internada em um hospital para fazer exames. O editor-chefe Rampedi se desculpou perante o IOL e disse que deveria ter investigado a história com mais rigor.

Da redação do Acontece na Bahia

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Mãe de Henry Borel afirma ter mentido em depoimento e diz que não encontrou o menino já sem vida

Uma notícia tem sido destaque nas redes sociais nesta quarta-feira (21). Monique Medeiros, mãe de Henry Borel, afirmou que mentiu quando prestou seu primeiro depoimento à polícia. Na primeira versão apresentada por Monique, ela contou a polícia que encontrou Henry caído da cama, de madrugada, depois de dormir com o vereador Dr. Jairinho no quarto de hóspedes. As informações foram passadas pela coluna de Juliana Dal Piva, do UOL.

Monique Medeiros tem apresentado atualmente a versão de que não foi ela a pessoa que encontrou Henry caído no chão do quarto do casal na madrugada do dia 8 de março, quando o menino morreu. A mãe de Henry teria falado que foi persuadida por Jairinho a criar uma história que‘’Seria melhor até para ela’’.

Leniel Borel, pai de Henry Borel, teria comentado esta divergência nos depoimentos prestados à polícia por Jairinho e Monique. Segundo ele, quando estava no hospital Barra D’Or, onde Henry foi encaminhado e chegou sem vida, teria escutado de Monique que Jairinho estava ao lado do menino quando ela entrou no quarto do casal e encontrou o filho no chão.

Monique Medeiros está presa desde o dia 8 de abril e é investigada pela pela morte de Henry Borel. Dr. Jairinho também está preso suspeito de ter cometido o crime.

Da redação do Acontece na Bahia

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