Pai do menino Henry se indigna com argumento de habeas corpus de Dr. Jairinho: “Ele nunca exerceu”

Nesta segunda-feira (30), um caso voltou com força à pauta. Ao desabafar, um pai demonstrou toda a sua dor e indignação ao falar sobre um pedido de habeas corpus.

O engenheiro Lionel Borel, pai do menino Henry, que morreu em março após ter mais de 20 lesões, desabafou sobre o pedido de liberdade do principal acusado no caso, o ex-vereador Dr.Jairinho. De nome Jairo Souza Santos Júnior, o Jairinho, também é médico e sua defesa está alegando que ele deve ter seu o habeas corpus aceito porque irá exercer essa profissão. Diante disso, Lionel se indignou e um fato importante voltou à tona.

Durante depoimento poucas semanas após a morte de Henry, Lionel afirmou que Jairinho alegou não prestar os primeiros socorros porque nunca havia exercido a medicina: “Ele disse que só tinha feito respiração boca a boca em boneco.” Portanto, o argumento da defesa não seria justificado.

Um ano pós se formar em medicina, Jairinho foi eleito para vereador e ficou no cargo por cinco mandatos. Contudo, após a grande repercussão do caso, ele acabou cassado e deixou a cadeira na Câmara em abril deste ano. Jairinho segue preso até então.

Da Redação do Acontece na Bahia.

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