“O Paulo está melhorando muito”, diz Tata Werneck sobre quadro clínico de Paulo Gustavo

Uma boa notícia está sendo destaque neste domingo (25). O ator Paulo Gustavo,  internado desde o dia 13 de março no Rio de Janeiro para tratar a Covid-19, tem apresentado melhoras significativas em seu quadro de saúde.

A sua amiga, Tata Werneck, comentou sobre seu estado nas redes sociais, após um seguidor questionar “Como está o Paulo Gustavo? Não vejo mais notícias dele. Continuo em orações”.

Tata, por sua vez, respondeu: “O Paulo está melhorando muito, graças a Deus, graças a Jesus amado. Obrigada, Senhor! E aos médicos, obviamente”

Ela também aproveitou o momento para agradecer aos fãs e amigos que oram e torcem pela recuperação do amigo . “Obrigado pelas orações, gente. Estão, realmente, chegando até ele. Graças a Deus!”.

 

LUTA CONTRA A COVID

Paulo vem enfrentando uma grande luta para vencer a Covid-19. Há mais de um mês internado,  ele precisou ser intubado uma semana após a entrada no hospital, apresentando algumas melhoras dias após dias . Porém, no início desse mês, o seu estado se tornou gravíssimo , precisando passar por cirurgias para retirar algumas  fístulas broncopleural , e pelo procedimento chamado ECMO (Oxigenação por Membrana Extracorpórea), um pulmão artificial.

Por conta desse último procedimento, ele precisou receber transfusões de sangue, porque perdia um pouco durante o processo. Agora, com o último boletim divulgado no dia 19, ele apresenta sinais de melhoraras, com  recuperação das funções pulmonares , embora ainda esteja em estado grave.

 

 

Da Redação do Acontece na Bahia

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Cantor Edson, da dupla com Hudson, apresenta melhoras no seu quadro de saúde após internação por conta da Covid-19

Uma notícia vem sendo destaque neste domingo (07). O cantor Edson, da dupla Edson e Hudson, apresentou melhoras significativas no seu quadro de saúde após internação de Covid-19. O cantor está internado no hospital Santa Ignês em Indaiatuba, no interior de São Paulo desde a última quarta-feira. Em nota, a sua assessoria disse:
“O cantor ainda permanece sob os cuidados da equipe médica do hospital Santa Ignês, em Indaiatuba, porém, já com avanços significativos na sua recuperação até o exato momento. Hudson tem conversado pelo telefone diariamente com o irmão e está confiante: ‘Muito em breve estaremos juntos novamente. Obrigado a todos pelo carinho”.

Após ser diagnosticado com o vírus, Edson começou o tratamento em casa, enquanto apresentava alguns sintomas leves, com a evolução do quadro, precisou ser hospitalizado. O seu colega de dupla também fez o teste mas testou negativa. A esposa e a filha do cantor também não chegaram a ser infectadas.

Da Redação do Acontece na Bahia

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Cláudia Rodrigues tem melhora com o uso de drogas contra esclerose múltipla

Cientistas da Universidade de Cambridge, na Inglaterra, descobriram que um remédio usado contra o câncer pode dar resultados também contra a esclerose múltipla, doença que afeta entre outros, a atriz Cláudia Rodrigues.

A humorista foi diagnosticada com esclerose múltipla em 2000 e se afastou da televisão em 2013. Desde então ela teve redução de 30% da massa encefálica em decorrência da progressão do problema de saúde e vem fazendo tratamentos alternativos para conter o avanço e sequelas.

O cientistas europeus descobriram que a droga bexaroteno regenera a bainha de mielina – o alvo do distúrbio autoimune da esclerose múltipla – ou seja, ela repara danos nos nervos e isso dá esperança para um futuro tratamento contra a doença.

A descoberta foi feita num recente ensaio clínico de fase 2, pesquisa financiada por uma bolsa de £ 250.000 para a MS Society UK.

O professor Alasdair Coles, da Universidade de Cambridge, disse que “As lições que aprendemos são incrivelmente emocionantes, pois agora temos mais evidências concretas de que a remielinização – regeneração – em humanos é possível.

Esta descoberta nos dá a confiança de que vamos frear a esclereose múltipla e rapidamente seremos levados adiante em estudos adicionais para testar outros novos tratamentos potenciais de reparo da mielina”, afirmou.

Uma camada lipídica protetora em torno dos nervos no cérebro e na medula espinhal, a bainha de mielina é direcionada incorretamente pelas células do sistema imunológico em pacientes com esclerose múltiplia, o que leva aos sintomas da doença de neurodegeneração e deficiência.

O estudo mostrou que o bexaroteno foi capaz de recuperar esses nervos danificados.

A razão pela qual novos tratamentos de reparo da mielina seriam necessários é porque a droga, normalmente destinada a pacientes com câncer, cria alguns efeitos colaterais graves, como lipídios elevados no sangue e doenças da tireoide e, portanto, não pode ser usada como um tratamento.

O co-pesquisador Professor Siddharthan Chandran, da Universidade de Edimburgo, sentiu que este é um passo à frente, porque o reparo da mielina agora está confirmado como possível, e também porque as propriedades do bexaroteno poderiam ser examinadas para encontrar futuros candidatos a drogas que não tenham lado sério efeitos.

“Agora entendemos muito mais sobre o reparo da mielina e estamos em uma posição significativamente melhor para medir a remielinização em testes clínicos”, disse Chandran.

“Enquanto este trabalho estava ocorrendo, pesquisas de laboratório adicionais identificaram tratamentos novos e mais toleráveis ​​que poderiam reparar a mielina, e esperamos que eles sejam testados em testes eminentemente.”

A Sociedade de Esclerose Múltipla não está contando apenas com os testes com bexaroteno, mas também está lançando um teste clínico de Fase 2 baseado em pesquisas de 2019 que demonstram que uma combinação do medicamento para diabetes metformina e um anti-histamínico chamado Clemastina também levou à regeneração de uma bainha de mielina danificada pela esclerose múltipla.

“A metformina é um dos desenvolvimentos mais interessantes no reparo da mielina que já vimos. Nossas descobertas no ano passado lançaram luz sobre por que as células perdem sua capacidade de regenerar a mielina e como esse processo pode ser revertido”, disse o professor Robin Franklin, também de Cambridge, que liderou o estudo de 2019.

“Estamos muito orgulhosos de ter feito este trabalho e emocionados em ver nossa descoberta levada adiante tão rapidamente.”

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