Médica que caiu de prédio em Salvador afirma que ex-namorado disse que “acabaria com ela”

A história da jovem médica Sáttia Lorena, que caiu de um prédio em Salvador, repercutiu por todo o Brasil. A suspeita é de que o marido, também médico, havia empurrado ela para fora da sacada do quinto andar. Contudo, ela estava com a memória afetada por conta do episódio e não havia deposto. Mas agora, em depoimentos mais recentes, Sáttia conseguiu trazer o que aconteceu à tona.

Então, ainda em recuperação dos danos da queda Sáttia afirmou que se lembra de Rodolfo Cordeiro dizendo que “acabaria com ela”. De acordo com o depoimento obtido pela TV Bahia, Sáttia já havia sido ameaçada por Rodolfo antes caso terminasse o relacionamento. Além disso, a médica também contou que já sofreu agressões não apenas de cunho psicológico, mas também físico, como socos e puxões de cabelo. Ainda segundo o depoimento, a médica se lembra do que aconteceu no dia em que caiu do prédio.

Segundo ela, o marido disse “eu avisei” enquanto a agredia e a ameaçava. Então, na fatídica hora da queda, Sáttia pediu para que ele não soltasse a mão dela, mas ele o fez mesmo assim. Agora, as autoridades estão unindo essas informações aos laudos técnicos.

Entenda o caso

Aos 27 anos de idade, a jovem médica estava no apartamento com o parceiro no condomínio do Serra Mar, que fica no bairro da Armação, em Salvador. Suspeita-se que ela tenha sido empurrada ou agredida de outra maneira, resultando na sua queda. Pouco depois da confusão, ela foi encontrada caída no chão. As autoridades e o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foram acionados e a médica foi socorrida. Ela foi encaminhada ao Hospital Geral do Estado (HGE), onde tanto ela quanto o marido trabalham. O homem foi autuado em flagrante pelo crime de tentativa de feminicídio, mas acabou liberado pela Justiça.

Da Redação do Acontece na Bahia.

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Após criança morrer por falta de ar, Médica é indiciada por homicídio doloso

Elisa dos Anjos Rodrigues, 3 anos,  teve a vida interrompida em 26 de outubro de 2018, após ter sido internada no Hospital Maria Auxiliadora, no Gama.

A menina estava sofrendo com complicações respiratórias durante a noite e não foi atendida por médicos do plantão, mesmo com o incessante apelo dos familiares.. A pediatra que estava de plantão foi indiciada por homicídio doloso.

Na última quinta-feira (1), o caso teve desfecho com a conclusão das investigações conduzidas pela 14ª Delegacia de Polícia (Gama).

“Laudos elaborados pelo Instituto de Medicina Legal da Polícia Civil do Distrito Federal (IML/PCDF) constataram que a falta de atendimento presencial da pediatra e a demora na atuação dos médicos foram determinantes para resultado morte.”, diz um trecho da nota.

O depoimento de uma enfermeira que presenciou a situação foi fundamental para a elucidação do caso. A Polícia Civil do Distrito Federal reuniu provas que apontam para o cometimento de homicídio doloso.

Agora, cabe ao Ministério Público do DF (MPDFT) apresentar ou não a denúncia à Justiça.

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