Hamilton Mourão afirma que Queiroga já saiu do Brasil infectado: “Leva de 5 a 7 dias”

Uma notícia tem sido destaque nas redes sociais nesta quarta-feira (22). O vice-presidente da República, Hamilton Mourão, afirmou que o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, saiu do Brasil infectado pelo coronavírus. Mourão fez esta declaração na manhã desta quarta-feira, em Brasília.

“A contaminação leva de cinco a sete dias. O ministro, ele estava há dois dias nos Estados Unidos, não foi exigido [exame de] PCR para vacinados. Ele saiu daqui carregando o vírus”, disse Hamilton Mourão.

Quando foi questionado sobre o fato da comitiva brasileira ter sido flagrada sem máscara nas ruas de Nova York fazendo refeições, o vice-presidente falou que o contágio é mais provável em ambientes fechados, como em reuniões oficiais, que em locais abertos.

“Quantas solenidades ocorrem aqui no palácio, uns com máscaras, outros sem máscaras, até num ambiente muito mais confinado. Não vejo que isso tenha sido problema”, disse.

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, foi diagnosticado com a Covid-19 e está cumprindo quarentena. Queiroga já tomou as duas doses da vacina e acompanhou o presidente Bolsonaro na Assembleia Geral das Nações Unidas. Segundo informações, o ministro passa bem e os demais participantes da comitiva brasileira foram submetidos a testes que se revelaram negativos.

Marcelo Queiroga deve permanecer por quarentena cerca de 14 dias antes de retornar para o Brasil.

Da redação do Acontece na Bahia

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‘Eu falei em que idioma?’, alfineta Queiroga ao ser questionado sobre compra da Covaxin

Uma notícia tem repercutido nas redes sociais nesta quarta-feira (23).O ministro da Saúde Marcelo Queiroga decidiu encerrar uma entrevista ao ser questionado por jornalistas a respeito do contrato do governo federal para a aquisição da vacina indiana Covaxin.

O contrato realizado pelo Ministério da Saúde com a Precisa Medicamentos está sendo investigado pelo Ministério Público Federal em Brasília. Este contrato é o único realizado pelo governo federal para compra de doses de imunizantes para a Covid 19 em parceria com intermediário privado e não vinculado a indústria de vacinas.

Esta parceria está sendo analisada também pelos senadores da CPI da Covid pelo fato do acordo ter sido firmado em fevereiro e a previsão de entrega das doses ter sido agendada para chegar ao Brasil em maio, cerca de 70 dias depois do contrato está assinado. Entretanto, nenhuma dose da vacina chegou a ser entregue até o momento.

A vacina negociada pelo Ministério da Saúde saiu a um valor unitário de US$ 15, 50% acima da dose da vacina da Pfizer, por exemplo, que sai a US$ 10 a unidade. Segundo o Ministério da Saúde, até o momento nenhum pagamento foi realizado referente a este contrato uma vez que as remessas ainda não foram entregues. A vacina indiana Covaxin ainda não dispõe de registro definitivo na Anvisa. Mas não é só isso…

Questionado por jornalistas com relação a diferença de preço entre as vacinas, o ministro Marcelo Queiroga se irritou e não confirmou se a aquisição continuará em vigor apesar das investigações.

“Todas as vacinas que têm registro definitivo da Anvisa ou emergencial o ministério considera para aquisições. Então, esperamos esse tipo de posicionamento para tomar uma posição acerca, não só dessa vacina, mas de qualquer outra vacina que obtenha registro emergencial ou definitivo da Anvisa. Porque nós já temos, hoje, um número de doses de vacina contratadas acima de 630 milhões e o governo federal tem feito a campanha de vacinação acelerar”, disse.

“Os senhores vão comprar a Covaxin com esse preço que está sendo questionado?”, indagou um jornalista.“ Eu falei em que idioma? Eu falei em português. Então não foi comprada uma dose sequer da vacina Covaxin, nem da Sputnik”, alfinetou o ministro.

Os jornalistas que estavam presentes questionaram sobre pagamentos futuros com relação aos contratos já estabelecidos e Queiroga rebateu:”Futuro é futuro”, falou o ministro, colocando fim a entrevista sem dá respostas aos questionamentos.

Da redação do Acontece na Bahia

 

 

 

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Ministro Lewandowski estabelece 5 dias para que Bolsonaro e Queiroga especifiquem cronograma de vacinação contra a covid 19

Uma notícia tem sido destaque nas redes sociais nesta quinta-feira (22).O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandowski, estabeleceu o prazo de 5 dias para que o governo federal esclareça o calendário de recebimento de imunizantes contra a covid 19. De acordo com informações oficiais, foram enviados ofícios ao presidente Bolsonaro (sem partido) e ao atual ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, para que estas informações fossem divulgadas.

Atendendo a uma solicitação movida pela rede Sustentabilidade em que pede tais esclarecimentos e obrigue o governo a divulgar calendário, a corte solicitou ao governo federal que mantenha atualizado o cronograma de compra de vacinas a ser divulgado no site do Ministério da Saúde por pelo menos a cada 15 dias. A rede Sustentabilidade questiona que a defasagem dos dados apresentados interfere diretamente no cronograma de vacinação de prefeitos e governadores. Dados oficias demonstram que a última atualização foi feita em 19 de março.

A decisão do ministro proferida nessa terça-feira (20), esclarece que tais informações foram solicitadas em razão da importância da maria e também da emergência de saúde pública. “Solicitem-se prévias informações ao Presidente da República e ao Ministro de Estado da Saúde, no prazo de 5 (cinco) dias, sobre os pedidos formulados”, despachou o ministro Lewandowski.

A pressão sofrida pelo governo federal par que haja celeridade no processo tem feito com que o Ministério da Saúde se posicionasse no sentido de não divulgar a previsão de imunizantes em fase de recebimento, mas esta informação foi contrariada pelo ministro da Saúde Marcelo Queiroga, que informou a divulgação do cronograma.

Da redação do Acontece na Bahia

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Ministro Marcelo Queiroga revela que 1,5 milhões de brasileiros estão com a segunda dose da vacina atrasada

Uma notícia está sendo destaque nesta quarta-feira (14). Em um café da manhã que aconteceu ontem com jornalistas, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, afirmou que 1,5 milhões de brasileiros atrasaram a segunda dose da vacina contra a Covid-19. Com isso, o ministério deverá emitir uma lista para cada estado afim de nomear as pessoas que estão com a dosagem atrasada, e contará com a parceria do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) para realizar essa lista.

Por enquanto, são aplicadas duas vacinas no Brasil: a da farmacêutica AstraZeneca (em parceria com a Universidade de Oxford), em que o intervalo ideal é de três meses de diferença entre as doses, e a CoronaVac, do Instituto Butantan em parceria com o laboratório chinês Sinovac, na qual a melhor efetividade se dá com um intervalo de 21 a 28 dias.

Marcelo Queiroga ainda afirmou que o governo avalia a publicação de um protocolo com orientações para uso de transporte público no país, objetivando evitar aglomerações dentro dos veículos e reduzir os contágios.

 

 

 

Da Redação do Acontece na Bahia

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