Ministro Lewandowski estabelece 5 dias para que Bolsonaro e Queiroga especifiquem cronograma de vacinação contra a covid 19

Uma notícia tem sido destaque nas redes sociais nesta quinta-feira (22).O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandowski, estabeleceu o prazo de 5 dias para que o governo federal esclareça o calendário de recebimento de imunizantes contra a covid 19. De acordo com informações oficiais, foram enviados ofícios ao presidente Bolsonaro (sem partido) e ao atual ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, para que estas informações fossem divulgadas.

Atendendo a uma solicitação movida pela rede Sustentabilidade em que pede tais esclarecimentos e obrigue o governo a divulgar calendário, a corte solicitou ao governo federal que mantenha atualizado o cronograma de compra de vacinas a ser divulgado no site do Ministério da Saúde por pelo menos a cada 15 dias. A rede Sustentabilidade questiona que a defasagem dos dados apresentados interfere diretamente no cronograma de vacinação de prefeitos e governadores. Dados oficias demonstram que a última atualização foi feita em 19 de março.

A decisão do ministro proferida nessa terça-feira (20), esclarece que tais informações foram solicitadas em razão da importância da maria e também da emergência de saúde pública. “Solicitem-se prévias informações ao Presidente da República e ao Ministro de Estado da Saúde, no prazo de 5 (cinco) dias, sobre os pedidos formulados”, despachou o ministro Lewandowski.

A pressão sofrida pelo governo federal par que haja celeridade no processo tem feito com que o Ministério da Saúde se posicionasse no sentido de não divulgar a previsão de imunizantes em fase de recebimento, mas esta informação foi contrariada pelo ministro da Saúde Marcelo Queiroga, que informou a divulgação do cronograma.

Da redação do Acontece na Bahia

Tag(s): , , , , , .

Categoria(s): Destaque, Nacional.

Ministro Marcelo Queiroga revela que 1,5 milhões de brasileiros estão com a segunda dose da vacina atrasada

Uma notícia está sendo destaque nesta quarta-feira (14). Em um café da manhã que aconteceu ontem com jornalistas, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, afirmou que 1,5 milhões de brasileiros atrasaram a segunda dose da vacina contra a Covid-19. Com isso, o ministério deverá emitir uma lista para cada estado afim de nomear as pessoas que estão com a dosagem atrasada, e contará com a parceria do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) para realizar essa lista.

Por enquanto, são aplicadas duas vacinas no Brasil: a da farmacêutica AstraZeneca (em parceria com a Universidade de Oxford), em que o intervalo ideal é de três meses de diferença entre as doses, e a CoronaVac, do Instituto Butantan em parceria com o laboratório chinês Sinovac, na qual a melhor efetividade se dá com um intervalo de 21 a 28 dias.

Marcelo Queiroga ainda afirmou que o governo avalia a publicação de um protocolo com orientações para uso de transporte público no país, objetivando evitar aglomerações dentro dos veículos e reduzir os contágios.

 

 

 

Da Redação do Acontece na Bahia

Tag(s): , , , .

Categoria(s): Destaque.

Novo ministro da Saúde descarta uso de Lockdowns como política para Covid-19: “. São situações extremas em que se aplica.”

Uma notícia chamou a atenção dos internautas e dividiu opiniões nesta manhã de terça-feira (16). O atual ministro da saúde escolhido por Jair Bolsonaro, Marcelo Queiroga, afirmou à CNN Brasil que não utilizará da estratégia de lockdowns, uma vez que eles são utilizados em situações extremas, mas que não podem ser “política de governo”.

Marcelo Queiroga é médico cardiologista e tem as ideias alinhadas ao presidente bolosonaro. O médico afirma que, apesar de não existir um tratamento contra a Covid-19, os “médicos têm autonomia para prescrever”.

Sobre a cloroquina, medicamento utilizado e incentivado amplamente pelo presidente da república no suposto tratamento precoce, o novo ministro afirmou que a droga não seria parte de sua estratégia de enfrentamento da pandemia.  No entanto, ele afirma que os médicos tem autonomia para prescrever.

“A própria Sociedade Brasileira de Cardiologia não recomendou o uso dela nos pacientes, e nem eu sou favorável porque não há consenso na comunidade científica”, disse.

“Existem determinadas medicações que são usadas, cuja evidência científica não está comprovada, mas, mesmo assim, médicos têm autonomia para prescrever”, afirmou.

Além disso, ao ser questionado sobre o lockdown, o novo ministro da saúde afirmou: “esse termo de lockdown decorre de situações extremas. São situações extremas em que se aplica. Não pode ser política de governo fazer lockdown. Tem outros aspectos da economia para serem olhados”.

“quanto mais eficiente forem as políticas sanitárias, mais rápido vai haver uma retomada da economia”, continuou.

Por fim, o ministro falou sobre as vacinas: “O presidente quer que questões operacionais sejam colocadas de maneira clara, de tal sorte que o conceito de que o Brasil sabe vacinar se repita, e a gente consiga vacinar a população, que é a maneira mais eficiente de prevenir a doença”.

Da redação Acontece na Bahia.

Tag(s): , , .

Categoria(s): Destaque.