Durante manifestação em frente a uma delegacia, policial sai e dispara com um fuzil ao lado de mulheres

Uma notícia chocante sido destaque nesta terça-feira (11). Isso, porque uma manifestação realizada por mulheres acabou sendo interrompida por um policial ao dar tiros de fuzil.

A manifestação acontecia na ultima segunda-feira (10), em Paraty, Rio de Janeiro, onde aproximadamente 50 pessoas protestavam em frente à uma delegacia da cidade quando o agente armado saiu e disparou.

“Algumas [mulheres] foram colar cartazes na frente do vidro da polícia. E de repente sai de dentro um policial com um fuzil na mão (sem uniforme e sem máscara) que deu dois tiros no chão! Do lado de mulheres e crianças que protestavam pacificamente!”, disse uma das mulheres que estava no local e preferiu não ser identificada.

“Ficamos muito assustadas e chocadas com tanta violência e abuso do poder”, completou ela.

Ainda de acordo com a testemunha, as mulheres estavam “pedindo o fim da violência contra as mulheres” e receberam “mais violência da polícia”.

Antes de chegar à delegacia, o grupo passou pela Câmara Municipal, onde se manifestou pela criação do Observatório do Feminicídio em Paraty e circulou pelas ruas da cidade. Apesar da confusão, ninguém ficou ferido.

Em nota, a Polícia Civil disse que instaurou um procedimento para apurar os fatos, inclusive a conduta do policial. Informou, também, que uma reunião com a liderança do movimento de mulheres foi agendada para esta terça-feira (11) para ouvir suas reivindicações.

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Da redação do Acontece na Bahia

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Homem é “preso em flagrante” por atirar ovos, urina e cubos de gelo em manifestantes pró-governo

Um caso inusitado chamou a atenção neste domingo (2). No último sábado, um homem foi preso suspeito de jogar ovo, urina e cubos de gelo em manifestantes a favor do presidente Jair Bolsonaro, na avenida Afonso Pena, Região Central de Belo Horizonte.

Policiais militares entraram no prédio, foram até o apartamento, entraram no imóvel e fizeram a prisão em flagrante. O deputado estadual Bartô (Novo), que participava da manifestação, também entrou no edifício.

Segundo o deputado, ele afirma ter visto o homem no alto do prédio, apesar de não haver vídeos que registram a ação, mas apenas depoimentos de testemunhas.

O advogado que defende o rapaz preso, Rafael Pitzer, disse que a prisão foi arbitrária e houve abuso de poder. O advogado afirmou, ainda, que se trata de uma ação política e não prisão em flagrante.

O homem foi reconhecido por pessoas que estavam no protesto e foi levado para prestar esclarecimentos na Central de Flagrantes 2, bairro Floresta na Região Leste de Belo Horizonte.

Segundo a Polícia Militar, ele vai responder pelos crimes de arremesso de objeto ou colocação perigosa, injúria e ameaças.

Da redação do Acontece na Bahia

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Familiares e amigos fazem manifestações em memória do tio e sobrinho que foram torturados e mortos após suposto furto em mercado

A população de Salvador e agora de todo o Brasil clama por justiça pelo crime bárbaro que aconteceu nesta semana na localidade da Polemica. Durante a tarde de sexta-feira (30), a esposa de Bruno Barros, um dos homens que foram achados mortos, com sinais de torturas dentro do porta-malas na última segunda-feira (26), fez um protesto em frente ao supermercado Atakarejo, onde teria ocorrido o suposto furto dos produtos alimentícios

Em entrevista ao portal G1, Paula Santos, contou que todos estão estão muito tristes com a situação, e que a sua filha, de 12 anos, está totalmente desolada com o crime ocorrido com o pai. Na última quinta-feira (29) os familiares divulgaram áudios que  revelavam que Tio que teria furtado carne com sobrinho em mercado pedia R$ 700 para ser ‘solto’, enquanto era ‘entregue’ juntamente com o sobrinho para traficantes da região.

A dona de casa desabafou dizendo, que estava casada com o Bruno há 15 anos, e comentou que a filha está psicologicamente abalada, entretanto, Paula, não sabe como pode ajudar a filha a lidar com a situação.

“Ele era um pai carinhoso, atencioso. Tinha um amor enorme por essa filha. Filha única. E hoje estou com minha filha em casa, chamando pelo nome dele, e eu nem sei o que dizer”, desabafou Paula.

Ainda de acordo com a matéria, Paula contou que o marido de 29 anos, trabalhava como ajudante de pedreiro, porém, estava desempregado. Ela afirmou que segue lutando por justiça.

“Eu não vou poder tapar esse buraco que ficou nela [na filha]. Mas que Deus me ajude a suprir metade do que ela vai precisar de agora em diante”, concluiu.

Vários familiares e amigos de Yan Barros e Bruno Barros, fizeram uma passeata onde ambos moravam e, em seguida, fizeram uma manifestação em frente ao supermercado Atacadão Atakarejo, que fica situado na localidade da Polemica.

Ian Barros e Bruno Barros foram encontrados sem vida na noite de segunda-feira (29). Eles foram torturados, levaram golpes de facadas e receberam muitos disparos de tiro.O crime segue sendo investigado pela Polícia local.

Da Redação do Acontece na Bahia

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