Adolescente acusada de ser cumplice do assassinato da mãe e irmã planejou o crime junto com o padrasto, afirma a polícia

O caso que chocou o país nos últimos dias continua gerando desdobramentos nesta quinta-feira (11). A polícia desconfia que a adolescente de 16 anos que é suspeita de participar do assassinato da mãe e da irmã de 9 anos, em Pompeia (SP), combinou o crime com o padrasto. De acordo com a polícia, a garota estaria apaixonada por ele.

“Ela [a adolescente] tinha problemas com a mãe. Ela não gostava da mãe, conforme relatou. Aí ficou apaixonada pelo cara [padrasto] e combinaram de matar a mãe”, afirmou o delegado Cláudio Anunciato Filho.

A mulher Cristiane Pedroso dos Santos Arena, de 34 anos, e a filha Karoline Vitória dos Santos Guimarães, de 9 anos, estavam desaparecidas desde o final do ano passado. O corpo das duas foi encontrado recentemente, enterradas sob concreto na casa da família.

Assim, no dia que a equipe de policiais encontrou os corpos, a filha de 16 anos foi apreendida, suspeita de ter participação no assassinato. Já o padrasto da menina apenas foi localizado na segunda-feira, dia 8 de fevereiro, em Campo Grande.

Após a prisão, o homem confessou o assassinato e alegou legítima defesa contra a mãe, que foi morta com golpes de faca, e contou que matou a menina de 9 anos asfixiada, após a garota questionar o sumiço de Cristiane.

“Primeiro ele matou a mulher porque a filha não gostava da mãe, e já tinha rixa com ela. Eles estavam apaixonados. E aí depois mataram a menina, não porque ninguém gostava da menina, mas para ocultar o crime. A morte da menina foi para não vir à tona o primeiro homicídio”, esclarece o delegado.

A adolescente nega ter participado do crime, porém, a principal linha de investigação se baseia em um suposto caso amoroso que ela teria com o padrasto. De acordo com o delegado, a menina indicou o local exato onde a mãe e a irmã estavam enterradas.

“Ele [Fabrício] confirmou que mantinha um relacionamento com ela [a adolescente] a partir do momento que ela fez 15 anos, em 2019. A partir daí, eles começaram a conviver praticamente como marido e mulher e o relacionamento dele com a esposa Cristiane foi enfraquecendo”, contou o delegado.

Da redação Acontece na Bahia.

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Mãe e filha desaparecidas foram obrigadas a cavar as próprias covas, diz irmã

Neste domingo (7), a história de uma família voltou a repercutir nas redes. Isso porque história que chocou o Brasil ganhou novas informações.

Após meses desaparecidas, Cristiane Arena, de 34 anos, e a filha dela Karoline Vitória, de 9 anos, foram encontradas enterradas na própria casa onde viviam. As autoridades receberam, da própria filha mais velha de Cristiane, de 16 anos, informações que levaram aos corpos da mãe e da irmã. Então, constatou-se também que essa adolescente também teria participação nas mortes. Além disso, a jovem estaria num relacionamento com o padrasto, que é o principal suspeito no caso. Agora, as autoridades receberam um depoimento da irmã de Cristiane.

Segundo essa irmã, as vítimas foram obrigadas a cavar as próprias covas:

“A minha irmã cavou a própria sepultura. À meia-noite, a minha irmã cavou a sepultura dela, arrancou toda a terra, jogou tudo lá pra frente. Bateu massa, concreto, nesse dia. No outro dia, a minha irmã não bateu massa. Quem bateu massa pra ajudar a preencher o buraco foi a filha”

Alguns vizinhos haviam alertado o pai de Cristiane sobre o sumiço da filha  e da neta, pois só viam a filha adolescente de 16 anos e marido de Cristiane. Para a família, as duas estavam sob cárcere de privado.

Cristiane foi morta há meses com facadas e a criança de 9 anos com uma pancada na cabeça. Cristiane estava enterrada em uma cova de 1,5m e para encontra-la foi preciso uma retroescavadeira.

Da Redação do Acontece na Bahia

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