Após criar esperança de possível candidatura, ex-presidente Lula desabafa: “Não vou brigar para ser candidato”

Mais uma notícia vem repercutindo nas redes sociais nesta quinta-feira (25). Desta vez foi um comunicado no Twitter feito pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que garantiu não brigar para ser candidato ao pleito de 2022. 

“Se os companheiros dos partidos de esquerda acharem que preciso ser candidato, eu serei. Mas não vou brigar para ser candidato”. Mas não é só isso. 

 “Só não posso falar nunca mais porque no dia que eu falar isso tenho que me aposentar, pedir licença do PT e ir para casa criar codorna”, brincando com o fato de aposentadoria da carreira pública. 

Um assunto bastante controverso e polêmico é uma possível volta de Lula ao cargo de chefe do executivo. Num possível confronto entre Lula e Jair Bolsonaro (sem partido), o petista  leva desvantagem em vários cenários, aponta pesquisa. 

Em pesquisa recente de intenção de voto, realizada em (29/1), Jair Bolsonaro tem 30,5% das intenções de voto ao passo que o ex-ministro Sérgio Moro vem em segundo lugar com 12% das intenções. 

Na terceira posição vem Ciro Gomes (PDT) com 10,6%, seguido de Fernando Haddad 9,5%, Luciano Huck 8,1%, João Doria 5,4%, Guilherme Boulos 3,5% e João Amoedo 2,9% das intenções de voto. 

Em um outro cenário verificado, o atual presidente Jair Bolsonaro confirma à posição anterior e mantém 31% das intenções de voto. Lula pontua 17,3% seguido de Sérgio Moro, que consegue a terceira posição com 12,1%. Ciro Gomes fica com 9,2% das intenções de voto. 

Da redação do Acontece na Bahia 

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Lula admite candidatura à presidência em 2022 e dispara: “Não podemos ficar à mercê de um governo irresponsável”

As palavras de um ex-presidente chamaram a atenção nesta sexta-feira (19). Isso porque Luís Inácio Lula da Silva falou sobre a sua suposta candidatura presidencial na próxima campanha, em 2022.

Sem dúvidas, Lula se consagrou como um dos políticos mais conhecidos no Brasil e no mundo, goste-se dele ou não. Contudo, na última disputa presidencial os simpatizantes de Lula não puderam votar nele, já que ele teve seus direitos políticos cassados após ser condenado e preso, não podendo ocupar cargos públicos por longos anos. Todavia, recentemente a situação de Lula ganhou novas possibilidades.

Diante das mensagens analisadas na Operação Spoofing, a defesa de Lula ganhou a chance de alegar que o ex-presidente acabou condenado de maneira imparcial após um suposto conluio entre o ex-juiz Sergio Moro e procuradores. Então, agora Lula se mostrou disposto a uma futura candidatura. Em entrevista ao portal UOL, Lula disse que pode ser candidato à presidência em 2022 e enfatizou: “Não podemos ficar à mercê de um governo irresponsável[…]Se for necessário para derrotar o bolsonarismo, estou à disposição.” Contudo, algumas questões precisam de resolução para que isso seja possível para ele.

Para Lula concorrer à presidência, o Supremo Tribunal Federal (STF) teria que constatar que realmente ocorreram imparcialidades no processo em que Lula foi Condenado, gerando a suspeição do então juiz, na época, Sergio Moro. Entretanto, ainda existe outra “pedra” no caminho de Lula. O caso do sítio de Atibaia, no qual Lula é acusado de corrupção e lavagem de dinheiro, ainda segue em processo na Justiça. Diante disso, não se sabe quando, ou se, Lula terá seus direitos políticos de volta. Além disso, ainda segundo a entrevista, Lula Afirmou que foi vítima da “maior mentira já contada no país” e voltou a afirmar que sofreu perseguição nos casos em que é acusado.

Da Redação do Acontece na Bahia.

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Lava Jato: ministro Gilmar Mendes diz que a força tarefa prendeu Lula, apoiou a eleição de Bolsonaro e fez parte do governo;

O ministro  Gilmar Mendes do Supremo Tribunal Federal, em entrevista a  BBC News Brasil, nesta segunda-feira (15), afirmou que a Lava Jato “apoiou a eleição de Bolsonaro”, “’tentou interferir no resultado eleitoral e agiu para perturbar o país”  durante o mandato do ex-presidente Michel Temer.

O magistrado afirmou ainda que o ex-juiz Sergio Moro não teve atitudes condizentes com o que se espera  da relação entre juiz e Ministério Público na investigação  criminal. As falas de Gilmar Mendes  surgem às vésperas do ministro liberar para julgamento à ação em que o ex-presidente Lula pede a anulação da sua condenação no caso do Tríplex do Guarujá. O recurso interpelado pela defesa de Lula teve o julgamento interrompido por um pedido de vista do próprio  Gilmar Mendes no final de 2018, mas segundo o ministro neste semestre o caso será liberado para votação .

A defesa de Lula coloca em xeque a imparcialidade do então juiz Sérgio Moro pelo fato do juiz ter aceitado ser ministro da Justiça do governo Bolsonaro tempos depois. As condenações do juiz Sérgio Moro  foram  confirmadas pelo Tribunal Regional Federal(TRF) da 4º região e pelo Superior Tribunal de Justiça(STJ) no caso do Tríplex do Guarujá. Questionado sobre as repercussões de uma possível anulação de sentença condenatória em um efeito cascata  sobre as outras condenações, o ministro afirmou que cada caso é um caso.

O ministro falou, ainda na entrevista, sobre indícios de “vícios” nos acordos de delação premiada, falou sobre a pandemia. Apesar das críticas, ele afirmou que não seria bom para o Brasil um processo de impeachment contra o presidente Bolsonaro  no momento atual em que estamos.

Da redação do Acontece na Bahia

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Reviravolta: Justiça dá a Lula acesso às mensagens de Moro e Deltan na Lava Jato, o que pode ser usado para contestar condenações

Nesta quarta-feira (10), o Brasil ficou diante do início de uma possível grande reviravolta. Isso porque o Supremo Tribunal Federal liberou a um ex-presidente o acesso a um importante acervo de mensagens. Mas afinal, oque aconteceu?

A decisão ocorreu na ultima terça-feira, quando o STF permitiu que a defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebesse acesso às mensagens hackeadas dos celulares de procuradores da operação Lava Jato. Então, entre essas, também haveriam conversas entre o ex-ministro da justiça e ex-juiz, Sergio Moro, e o ex-coordenador da Lava Jato, Deltan Dallagnol. Durante seu voto no Supremo Tribunal Federal, o ministro Ricardo Lewandowski afirmou que em algumas dessas supostas conversas vazadas, pode ter ocorrido alguma “parceria indevida”. Mas não é só isso.

Além disso, dependendo do conteúdo dessas mensagens, a defesa de Lula deve tentar anular as condenações do ex-presidente na Lava Jato. Contudo, ele ainda terá que lidar com outras acusações que enfrenta na Justiça. Mesmo assim, se isso se consolidar, será uma reviravolta sem precedentes na história recente.

Da Redação do Acontece na Bahia.

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