Ludhmila Hajjar, médica que recusou pedido de Bolsonaro tomar posse de Ministério da Saúde fez homenagem à Dilma no passado: “Presidenta, I love you”

Uma notícia chamou a atenção dos internautas nesta manhã de quarta-feira (17). A médica Ludhmila Hajjar, que foi cotada para assumir o cargo do Ministério da Saúde, porém, recusou a função, já fez uma homenagem à ex-presidente presidente Dilma Rousseff (PT).

Em vídeo relembrado no Twitter, a médica canta e toca em um violão a música ‘Amor I Love You’, da Marisa Monte, para a então presidente Dilma. Além disso, em seu lado aparece o cardiologista Roberto Kalil Filho, médico de Dilma, que aparece segurando um saxofone.

A gravação foi feita no Hospital Sírio Libanês, em São Paulo, enquanto a presidente fazia o tratamento contra um câncer.

Assim, em um trecho da música a médica faz a alteração da cancao original para prestar homenagem à Dilma Rousseff: “Presidenta, I love you”, canta a cardiologista.

Dilma responde à homenagem com elogios após a apresentação: “Você tem uma voz linda. Linda”, diz Dilma.

Da redação Acontece na Bahia.

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Após rejeitar convite de Bolsonaro para Ministério da Saúde, médica afirma: “Não houve convergência técnica entre nós”

Uma notícia tem repercutido nas redes sociais nesta segunda-feira (15). 

Em meio ao momento conturbado pelo qual passa o Ministério da Saúde, uma possível troca no comando da pasta é o assunto que tem sido destaque neste momento. Cotada para ser a substituta do ministro Eduardo Pazuello, a médica Ludhmila Hajjar que se encontrou com Bolsonaro neste domingo (14),em Brasília, negou que tenha aceitado o convite para a pasta e como justificativa disse não haver “‘convergência técnica entre ela e o governo”. 

A médica comentou em entrevista à GloboNews que é favorável às medidas que vem sendo adotadas como o isolamento social e ressaltou o empenho que deve existir com relação a prioridade de vacinas. “Cenário no Brasil é bastante sombrio”, destacou. 

Ludhmila ainda comentou que não houve convergência na forma como pensa e às expectativas do governo. “Penso pra isso neste momento, para reduzir as mortes, tem que reduzir a circulação das pessoas, de maneira técnica e respaldada por dados científicos.” 

Destacou ainda a importância de o Ministério da Saúde orientar os profissionais de saúde acerca da melhor maneira de atender pacientes infectados pelo coronavírus e afirmou ser favorável a que se estabeleça um protocolo nacional a ser tomado como referência. “Não dá para esperar dezembro a população ser vacinada.” 

“O Brasil precisa de protocolos, e isso é pra ontem. (…) Nós estamos discutindo azitromicina, ivermectina, cloroquina. É coisa do passado. A ciência já deu essa resposta. (…) Perdeu-se muito tempo na discussão de medicamentos que não funcionam.” 

A médica apresenta respaldo entre membros do governo, parlamentares e perante o STF. Arthur Lira, presidente da Câmara, (PP-AL), comentou em rede social acerca do combate à pandemia “exige competência técnica” e “capacidade de diálogo político” e é notório a presença destas qualidades em Ludhmila. 

 

Da redação do Acontece na Bahia 

 

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Com possível saída de Pazuello, Bolsonaro se encontra com cardiologista que pode assumir o Ministério da Saúde

Uma notícia chamou a atenção dos internautas nesta manhã de segunda-feira (15). Com a possível saída do Ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, o presidente da república Jair Bolsonaro (sem partido), se reuniu na tarde de ontem, domingo (13), com a cardiologista Ludhmila Hajjar, médica cotada para assumir Pazuello na Saúde.

De acordo com as fontes, Bolsonaro afirma que foi um encontro de aproximação.

O jornal O Globo afirmou ontem que Eduardo Pazuello havia pedido demissão do cargo por motivos de saúde. No entanto, a própria foi história desmentida depois pelo ministro.

“Não estou doente, o presidente não pediu o meu cargo, mas o entregarei assim que o presidente pedir. Sigo como ministro da Saúde no combate ao coronavírus e salvando mais vidas”, afirmou Pazuello, através da sua assessoria.

Além disso, o afastamento pode estar relacionado com a pressão dos deputados do Centrão, que não estão satisfeito com a estadia de Pazuello no cargo.

De acordo com o site BNews, a médica cardiologista, Ludhmila Hajjar, conta com o apoio dop presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL).

Da redação Acontece na Bahia.

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