Caetité: Polícia Federal prende chinês acusado de lavar dinheiro do tráfico internacional de drogas

Uma notícia tem sido destaque nas redes sociais nesta quarta-feira (5).A Polícia Federal (PF) cumpriu um mandado de prisão nessa terça-feira (4) contra um homem de nacionalidade chinesa e panamenha no município de Caetité, centro-sul da Bahia, suspeito de ser o responsável direto por lavar dinheiro fruto do tráfico internacional de drogas. O escritório da Interpol em Washington, nos EUA, informou que o suspeito, de 48 anos, faria parte de organização internacional de lavagem de dinheiro em larga escala.

As informações divulgadas pela Polícia Federal apontam que entre abril de 2016 e julho de 2017, o suspeito teria feito a lavagem de mais de novecentos mil dólares. O acusado teria feito a transferência de recursos oriundos do tráfico de drogas nos EUA e Europa para países da América do Sul e Central, e da Ásia, segundo as investigações.

Os recursos que supostamente viriam da comercialização da atividade ilícita eram colocados no sistema bancário dos EUA e em momento seguinte eram transferidos para contas bancárias em Hong Kong, que eram movimentadas pelo acusado. A Polícia Federal informou que o mandado de prisão preventiva foi decretado pelo Supremo Tribunal Federal (STF), atendendo a uma representação do Escritório Central Nacional da Polícia Federal no Brasil.

Da redação do Acontece na Bahia

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Ex-prefeito do Rio, Marcelo Crivella, vira réu na operação QG da Propina após investigações de lavagem de dinheiro

Nesta quarta-feira (03), a população ficou a par da decisão da juíza Juliana Benevides, responsável pela operação que investiga o ex -prefeito do Rio, Marcelo Crivella. Por conta dessas investigações, ontem foi publicada a decisão de que Marcelo viraria réu no processo QG da propina, um esquema de lavagem de dinheiro que ocorreu durante a sua administração como prefeito.

No final do ano passado, dias antes de concluir o seu mandato na prefeitura do Rio de Janeiro, Crivella foi preso, mas foi liberado para cumprir a prisão domiciliar. Agora, ele torna-se réu pois seria o chefe de um esquema criminoso na prefeitura. Empresas interessadas em contratos ou que tinha dinheiro a receber pagavam propina a ele para agilizar os processos.

Além do ex prefeito, outras 25 pessoas, dentre elas o empresário Rafael Alves ( operador financeiro da quadrilha), ex- senador Eduardo Lopes e Mauro Macedo ( primo de Crivella) tornaram-se réu. Todos responderão por lavagem de dinheiro, organização criminosa e corrupção.

A investigação do caso iniciou a partir de uma delação, na qual afirmava que empresários, pessoas físicas e jurídicas atuavam como “laranjas” e interferiam diretamente nas decisões da prefeitura, como nos processos de licitação que buscava beneficiar empresas que pagavam propina. Essas pessoas tinham poder nessas decições mesmo não tendo nenhum vínculo com a prefeitura.

A defesa de Crivella informou que irá se manifestar assim que tomar ciência da decisão.

Da Redação do Acontece na Bahia.

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