Vítima de acidente de supermercado estava em seu 1º emprego formal: ‘Queria tanto trabalhar’

O acidente ocorrido na última sexta-feira (02), no supermercado Mix Mateus da Curva 90, em São Luís, comoveu o país. Além de oito feridos, o desabamento de cinco prateleiras culminou na morte da Elane de Oliveira Rodrigues, de 21 anos. Funcionária do estabelecimento há poucos meses, ela atuava como repositora de estoque, e acabou sendo esmagada pela estrutura metálica e fardos de alimentos.

Natural do Pará, Elane morava na capital maranhense há dois anos, e desde então lutava para conseguir seu primeiro emprego formal.

“Queria tanto trabalhar. Lutou. Colocava currículo, saía todos os dias, até que conseguiu trabalhar, e na hora acontecer todo este desastre”, disse uma vizinha de Elane em entrevista à TV Difusora.

Elane de Oliveira Rodrigues foi sepultada neste domingo (04), em um cemitério na Região Metropolitana de São Luís. O momento foi marcado por muita tristeza e comoção de familiares e amigos da jovem.

Pai da vítima, Adão Silva Rodrigues, revelou que a filha tinha vários sonhos. Entre eles, estava o desejo de iniciar a faculdade de Administração para montar o seu próprio negócio. Recentemente, o pai contou que realizou um outro sonho da filha, proporcionando que ela conseguisse tirar a sua Carteira de Habilitação.

O caso está sob investigação do Ministério Público do Trabalho do Maranhão que busca constatar se houve alguma negligência no ocorrido.

Neste domingo (04), o Fantástico exibiu uma reportagem trazendo uma denúncia de um funcionário, que apontou uma irregularidade na mudança de posicionamento da prateleira que causou o acidente. A estrutura metálica não foi desmontada para a troca de local. Em um vídeo divulgado pela revista eletrônica, a estrutura aparece torta. As imagens já estão sob posse dos investigadores, e um inquérito foi aberto para apurar as denúncias

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Categoria(s): Nacional.

Em Petrolina (PE), Grávidas dormem em cadeiras e no chão no Hospital Dom Malan/IMIP

Mulheres grávidas que precisam de atendimento no Hospital Dom Malan/IMIP em Petrolina (PE) passam por situações constrangedoras, alojadas nos corredores da unidade.

O hospital não consegue atender a maioria das grávidas. As pacientes esperam por atendimento em cadeiras e dormem no chão, um caos na saúde pública.

“É inconcebível que mães com gravidez de risco, que seres humanos sejam atendidos no chão. Por maior que seja o caos na saúde pública, esse tipo de comportamento é inadmissível”, relatou uma paciente.

De acordo com o HDM o atendimento do Pronto Socorro Infantil ocorreram intercorrências com três casos graves e cinco internações na Oncologia que demandaram maior atenção da equipe de assistência.

Na emergência obstétrica houve um atraso no atendimento devido a uma reforma no piso de um consultório do setor, mas a obra foi finalizada e o fluxo de pacientes restabelecido.

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Categoria(s): Regional.