Após ser chamada de “mulher de programa”, Luciana Gimenez consegue vitória na Justiça contra o senador Jorge Kajuru

Uma notícia está sendo destaque nesta segunda-feira (05). A apresentadora Luciana Gimenez ganhou na Justiça o processo contra o senador Jorge Kajuru, que a chamou de “garota de programa” em entrevista no Youtube.

A entrevista foi concedida ao canal Na Lata, de Antônia Fontenelle no último dia 25 e nela, o senador chegou a dizer que Luciana é “uma mulher que não merece o meu respeito. Se ela respondeu mal para você, não se preocupe, porque você tem uma história e ela não tem. Quero que ela se dane, estou me lixando para ela”.

Mas o  senador não falou somente isso.

“Sobre a Luciana Gimenez, eu não tenho nada a falar. Não falo sobre mulher de programa. Dane-se. Ela já me processou, pode processar de novo. É uma mulher desqualificada, tanto que virou o que virou por 30 segundos com o Mick Jagger. Ou você acha que foi por amor?”, prosseguiu Kajuru

“E ela sabe que eu sei da história toda. Ela foi contratada para ficar com o Mick Jagger. Eu falei isso mesmo porque para mim ela não tinha respeito com os colegas. Eu trabalhei com ela na RedeTV!. Ela chegava como se fosse dona. Depois acabou se casando com um dos sócios da RedeTV!, para você ver que a vida dela sempre foi de interesse”, concluiu Kajuru.

Porém, hoje, a apresentadora recebeu a vitória na Justiça. No texto, ficou explicito que o senador não poderia se manifestar sobre a vida pessoal ou profissional de Luciana, caso contrário, pagaria multa diária de R$20 mil.

“Qualidades acentuadamente negativas à pessoa da autora foram nessa entrevista atribuídas, com a alusão a fatos que evidentemente tinham por objetivo de parte do réu o de violar, além de qualquer justa medida razoável, a privacidade, a honra e a imagem da autora, inclusive quanto se trata de menoscabar a sua inteligência”, disse o juiz.

 

Da Redação do Acontece na Bahia

 

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Novo ministro: Delegado da PF Anderson Torres é anunciado como ministro da Justiça

Uma notícia está sendo destaque nesta segunda-feira (29). O novo ministro da Justiça e da Segurança Pública foi anunciado hoje. O delegado da Polícia Federal Anderson Torres assumirá o cargo, substituindo André Mendonça, que estava na função desde abril do ano passado. André agora assumirá a função de ministro da Advocacia- Geral da União (AGU).

Mas essa não é a única mudança, o Planalto anunciou outros quatro ministros novos. Confira:

Luiz Eduardo Ramos deixa a Secretaria de Governo e assume a Casa Civil;

Braga Netto deixa a Casa Civil e assume o Ministério da Defesa;

Deputada Flavia Arruda assume a Secretaria de Governo;

Carlos Alberto Franco França assume o Ministério das Relações Exteriores.

Durante o dia de hoje, três ministro se afastaram do cargo. Ernesto Araújo das Relações Exteriores, Fernando Azevedo e Silva da Defesa e José Levi da AGU.

Anderson Torres, que atuava como Secretário de Segurança Pública do Distrito Federal, já foi cotado em outros momentos para cargos no governo. Além disso, ele conta com o apoio dos filhos de Bolsonaro. Anderson tem experiência em ciência policial, investigação criminal e inteligência estratégica, segundos a página da secretária da internet.

Em dois anos e três meses de governo, esse é o terceiro ministro da Justiça de Jair Bolsonaro. Na frente do ministério, Anderson será responsável pelos órgãos da Polícia Federal; Secretaria Nacional do Consumidor; Departamento Penitenciário Nacional; Força Nacional de Segurança; Fundação Nacional do Índio;
Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e Departamento de Migrações.

Da Redação do Acontece na Bahia

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Paulo Ricardo é condenado e proibido pela Justiça de cantar os sucessos da banda RPM

Uma notícia está sendo destaque nesta quarta-feira (24). O cantor Paulo Ricardo está proibido pela Justiça de São Paulo de cantar as músicas do RPM, para fins lucrativos, assim como usar a marca RPM, uma das mais populares bandas nos anos 1980.

A decisão foi tomada por conta de um processo movido desde 2017 pelos outros integrantes da banda, Luiz Schiavon, Fernando Deluqui e Paulo Pagni, falecido em 2019. Esse processo se dá por conta de um contrato assinado por eles em 2007, no qual os artista não poderiam explorar individualmente o nome RPM. Assim, Paulo Ricardo teria ficado responsável de registrar a marca no Inpi (Instituto Nacional de Propriedade Industrial) como propriedade dos quatro. Porém, segundo os outros músicos, Paulo agiu de má fé e o fez apenas em seu nome.

Agora, Paulo Ricardo somente poderá se apresentar ou gravar cantando as músicas “Louras Geladas”, “Olhar 43” e “Rádio Pirata” somente se o coautor das canções, o tecladista Schiavon, concordar.

A situação foi descoberta apenas em 2017, depois de Paulo avisar que não faria mais apresentações com os parceiros, descumprindo o acordo. Assim, Paulo terá de pagar uma indenização de R$112 mil, mais juros e correção aos ex-colegas.

Paulo Ricardo, no entanto, nega as acusações e diz que a marca estava registrada em seu nome desde 2013 e que a banda foi criada sob sua incontestável liderança, sendo os colegas meramente músicos acompanhantes e que apesar de Schiavon assinar junto com ele as criações das músicas, 80% das canções são criações suas.

“Na verdade, o processo apenas revela o escuso intuito de monopolizar as canções que foram compostas por Paulo Ricardo, de arrancar-lhe à força a possibilidade de se expressar artisticamente, quase que em um ato de censura”, afirmou a defesa de Paulo Ricardo.

Por outro lado, Schiavon e Deluqui contaram à Justiça que pretendem retomar o RPM, trocando Ricardo por outro vocalista. “Nós ajudamos a construir o RPM no mercado, não é justo que um dos componentes não queira continuar e ainda impeça os outros de o fazer”, afirmou Deluqui, em uma entrevista em 2018. Além disso, os músicos afirmaram no processo que o cantor nunca teve muita projeção fora da banda.

“Paulo Ricardo é um artista que não consegue se sustentar com aquilo que produziu individualmente, mas apenas encostado nas criações de Luiz Schiavon, Fernando Deluqui e Paulo Pagni. Sua músicas-solo não fizeram e não fazem sucesso”.

Agora, Paulo Ricardo deseja recorrer da decisão. A sua defesa afirma que ele foi o maior responsável pelo sucesso da banda RPM. “Uma realidade é inegável: o que conferiu projeção à banda no âmbito nacional e que tornou conhecidas as músicas foram a voz e a personalidade do Paulo Ricardo”, disseram.

Da Redação do Acontece na Bahia

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Após dirigir embriagada e matar jovem atropelado, motorista é solta pela justiça e causa revolta

Uma notícia causou revolta na população nesta manhã de terça-feira (9). Uma motorista de 26 anos que atropelou e matou um jovem de 20 anos, em Ceilândia, no Distrito Federal, ganhou a liberdade após decisão judicial.

O caso ocorreu no último sábado (6) e a motorista, claramente embriagada, fugiu do local sem prestar socorro. Ruth Ester de Lima Aguiar estava presa pela Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) após ter atropelado um rapaz de apenas 20 anos. Porém, por decisão do juiz Roberto da Silva Freitas recebeu a soltura. Segundo o juiz, não existem “requisitos necessários à decretação da medida cautelar extrema”, apesar da motorista apresentar sinais de embriaguez.

A motorista foi encontrada no Conjunto I da mesma quadra em que ocorreu o acidente. De acordo com os policiais, Ruth se recusou a fazer o teste do bafômetro e tinha sinais claros de embriaguez, como olhos avermelhados e sonolência. Além disso, dentro do carro foram encontradas diversas latas de cerveja vazias.

“Verifico que, a despeito da gravidade dos fatos e da absoluta reprovabilidade da conduta em tese praticada pela autuada, não estão presentes os requisitos necessários à decretação da medida cautelar extrema, notadamente porque a autuada é primária, ostenta bons antecedentes e não há qualquer indicativo de que a decretação de sua prisão preventiva seja imperativa para a garantia da ordem pública ou mesmo para assegurar a aplicação da lei pena”, afirmou o juiz.

Entretanto, a Ruth fica impedida de sair do estado sem autorização judicial durante o período de 30 dias. Além disso, ela também terá a obrigação de comunicar quaisquer mudanças de endereço de residência e comparecer sempre que for intimada.

Da redação Acontece na Bahia.

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