Fazendo críticas a juíza, defesa de Dr.Jairinho e Monique lança pedido de habeas

Um pedido gerou discussões neste sábado (8). O advogado de defesa de Dr. Jairinho e de Monique, investigados no caso da morte do menino Henry, pediu pela soltura do casal.

Monique Medeiros, mãe do menino Henry, e Dr.Jairinho, o padrasto, seguem presos desde a última quinta feira. As autoridades decidiram prendê-los após descobertas preocupantes e pela possibilidade de interferência nas investigações. Contudo, o advogado de defesa deles , André França Barreto, enviou um pedido de soltura ao presidente do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, o desembargador Henrique Carlos de Andrade Figueira. No pedido do habeas corpos, André alegou que o casal está sendo “constrangido e que a prisão é impulsionada pela “voz das ruas. Ele afirmou:

“A autoridade coatora [se referindo à juíza Elizabeth Machado Louro, que decidiu pela prisão] está, nitidamente, justificando os arbitrários meios pelos deturpados fins, impulsionada pela tradicional voz das ruas, cujo coro insiste em ecoar pela história das civilizações, perseguindo os hereges de cada era.” afirmou o advogado. Contudo, antes disso ele recebeu críticas da juíza.

De acordo com o portal Globo, quando deflagrou o pedido de prisão do casal, a Juíza também criticou a atuação do advogado. Segundo ela, André acompanhou todas as testemunhas, mesmo as que não são defendidas por ele, como a babá de Henry e a empregada da casa. A juíza afirmou:

“De se notar, ainda o insólito procedimento de ter o patrono dos investigados presenciado todos os depoimentos prestados pelas mesmas testemunhas a eles ligadas… o que está a indicar a aparente intenção de controlar e fiscalizar o que por elas era dito à autoridade policial.”

Em breve traremos novidades sobre os desdobramentos do pedido. No momento o casal segue preso.

Da Redação do Acontece na Bahia.

Tag(s): , .

Categoria(s): Destaque, Nacional.

Governo terá de pagar indenização de R$120 Mil à família de detento que morreu após tomar choque em presídio

Uma história inusitada circulou nas redes nesta manhã de segunda-feira (25).  O Estado terá que pagar o valor de R$ 120 mil em indenização à família de um detento que morreu após tocar em fio desencapado na Casa de Prisão Provisória (CPP), em Aparecida de Goiânia, na Região Metropolitana da capital.

O homem desmontava barracas no pátio do presidio quando sofreu o acidente.

Além da indenização, o Estado também deverá pagar pensão aos três filhos da vítima. No entanto, o Estado ainda pode recorrer da decisão.

O caso aconteceu em 28 de fevereiro de 2017. O homem se encontrava preso há menos de um ano. Ele foi detido em junho de 2016.

A juíza que aplicou a sentença, Lívia Vaz da Silva, explicou que houve negligência dos funcionários do presidio ao deixar o homem desarmar as barracas do pátio, visto que chovia no dia do acidente.

“É dever do estado e direito subjetivo do preso que a execução da pena se dê de forma humanizada, garantindo-se os direitos fundamentais do detento, e o de ter preservada a sua incolumidade física e moral”, afirmou.

O crime que motivou a prisão do homem não foi divulgado.

Da redação Acontece na Bahia.

Tag(s): , , .

Categoria(s): Destaque.