“Viajante do tempo” acusado de perseguir e tentar extorquir a juíza Ludmila Lins é preso em operação

Uma notícia vem ganhando destaque nesta segunda feira (22). Isso porque o advogado Adriano Leme Ike, acusado de perseguir, ameaçar e tentar extorquir uma juíza, a Ludmila Lins Grilo, por meses, foi preso no último sábado pela operação “DeLorean Stalker”. Ludmila atua em Unaí, Minas Gerais.

Um dos motivos para que esse caso chamar atenção é o fato do advogado várias vezes afirmar conhecer a juíza de outras vidas, além de inventar situações que nunca aconteceram. Porém, o que torna tudo isso curioso é que Adriano e Ludmila nunca se viram pessoalmente e nunca tiveram contato antes.

A juíza explica:
“Ele me chamava de outros nomes e fantasiava, ou fingia fantasiar, inúmeras situações que teria passado comigo, em narrativas em que eu sempre aparecia como figura perversa e maligna”

A delegada responsável pelo caso também conta detalhes:

“Adriano Leme Ike é investigado por invadir a esfera de privacidade da vítima, empregando táticas obsessivas ameaçadoras de perseguição e coação através das redes sociais, WhastApp e Instagram. O conteúdo das mensagens, encaminhadas à vítima, é extremamente ofensivo, demonstra grau acentuado de periculosidade e inclui vertente sexual altamente pejorativa”.

“O suspeito chegou a encaminhar fotografias de lugares íntimos, como o local exato da residência da vítima e de familiares, além de correspondências ao local de trabalho. Pelas investigações, a grave ameaça foi sempre manifestada. O suspeito, em busca por vantagem ilícita, chegou a exigir R$ 1 milhão a título de suposta reparação de danos sob pena de causar à vítima dor e intenso sofrimento”

Depois de ser preso, Adriano pediu para que ele ficasse com o livro “O inquérito do Fim do Mundo”, no qual Ludmila é coautora.

Da Redação do Acontece na Bahia

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Governo terá de pagar indenização de R$120 Mil à família de detento que morreu após tomar choque em presídio

Uma história inusitada circulou nas redes nesta manhã de segunda-feira (25).  O Estado terá que pagar o valor de R$ 120 mil em indenização à família de um detento que morreu após tocar em fio desencapado na Casa de Prisão Provisória (CPP), em Aparecida de Goiânia, na Região Metropolitana da capital.

O homem desmontava barracas no pátio do presidio quando sofreu o acidente.

Além da indenização, o Estado também deverá pagar pensão aos três filhos da vítima. No entanto, o Estado ainda pode recorrer da decisão.

O caso aconteceu em 28 de fevereiro de 2017. O homem se encontrava preso há menos de um ano. Ele foi detido em junho de 2016.

A juíza que aplicou a sentença, Lívia Vaz da Silva, explicou que houve negligência dos funcionários do presidio ao deixar o homem desarmar as barracas do pátio, visto que chovia no dia do acidente.

“É dever do estado e direito subjetivo do preso que a execução da pena se dê de forma humanizada, garantindo-se os direitos fundamentais do detento, e o de ter preservada a sua incolumidade física e moral”, afirmou.

O crime que motivou a prisão do homem não foi divulgado.

Da redação Acontece na Bahia.

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